

"... para Didi, para Mané, para Pagão, para Pelé e Canhoteiro"
Em 1958 a seleção brasileira campeã do mundo era recheada de grandes craques, mas um em especial ficou de fora. O nome dele era José Ribamar de Oliveira, mais conhecido como Canhoteiro. Garoto humilde do interior do Maranhão foi por oito temporadas ponta esquerda do São Paulo , marcou 103 gols e conquistou somente o campeonato paulista de 57. Com somente um título paulista em sua carreira, Canhoteiro viveu uma época difícil pelo time até então do Canindé. O São Paulo iniciav
Vinícius Mota
29 de abr. de 20163 min de leitura


Ademir da Guia: O Divino
Ademir nasceu no berço de uma família que respirava futebol, filho do grande Domingos da Guia, considerado um dos maiores zagueiros de todos os tempos e ídolo do Bangu . Foi nesse terreiro que Ademir deu seus primeiros passos no futebol. Pelo Bangu venceu um torneio internacional e foi eleito MVP (atleta mais valioso) da competição. Mesmo com essa premiação ele não teve um devido reconhecimento no clube carioca, talvez pelo seu estilo de jogo cadenciado, considerado lento. A
Kleiton Borges
3 de abr. de 20163 min de leitura


Renato Joga de Terno
Não foram poucos os leitores que pediram o nome desse classudo pra gente. Vamos atender, então, e falar de Renato Florêncio. Como devem saber, Renato no Santos tem a fama de jogar de terno, devido a sua elegância e seriedade dentro das quatro linhas. Renato foi um daqueles “moleques da Vila” - apesar de ter sido revelado pelo Guarani e não ser tão novo quanto os outros destaques santistas – que ajudaram o Santos a conquistar o campeonato brasileiro de 2002, junto com Robinho

Kael Ladislau
31 de mar. de 20162 min de leitura


Alex: o meio-campo é o lugar dos craques
Alexsandro de Souza, mais conhecido como Alex Cabeção ou Alex10, fazendo jus à careca brilhante e, claro, ao número que estampou seu terno por todas as equipes onde jogou. Mas, se a cabeça chamava atenção, a habilidade com os pés era ainda mais óbvia, fazendo dele o titular absoluto da camisa dez em seus quase vinte anos de carreira no tapete da realeza verde. Embora revelado pelo Coritiba em 1995, foi no Palmeiras e no Cruzeiro que o meia Alex conquistou os principais t
Thalita Neves
15 de mar. de 20162 min de leitura


"Ah, é Edmundo!"
Edmundo Alves de Souza Neto nunca teve dúvidas de que iria brilhar no Vasco da Gama, do qual sempre se declarou torcedor. Talentoso, não levaria muito tempo para atingir seu sonho. E ele começou a se realizar em 1992: Edmundo é lançado como titular pelo técnico Nelsinho Rosa, fazendo dupla com o já consagrado Bebeto. Sua estreia pelo Vasco é marcante e, mesmo não marcando, é decisivo na vitória por 4 a 1 sobre o Corinthians em pleno Pacaembu, pelo Campeonato Brasileiro. As gr
Caio César
27 de fev. de 20164 min de leitura


Didi: o senhor futebol
O esporte mais popular do planeta comete suas injustiças, mesmo que involuntariamente. Muitos jogadores, embora sejam ícones para os apaixonados por futebol, mereciam o triplo do reconhecimento que possuem. Certamente, um deles é Didi (Valdir Pereira), apelidado de “Mr. Football” durante a Copa do Mundo de 1958. Valdir iniciou sua carreira profissional em 1946, no Americano Futebol Clube, de Campos dos Goytacazes (RJ), com 16 anos. Mas nada foi fácil. Em 1944, Didi sofreu um
Lucas Oliveira
24 de fev. de 20164 min de leitura


O Velho Lobo
Um dos maiores ícones da história do futebol brasileiro, o Velho Lobo está longe de ser um dos maiores craques em campo. Mesmo assim a história de Zagallo se confunde com a da Seleção Brasileira. O tricampeonato estadual pelo Flamengo (53, 54, 55) o credenciou a participar da Copa de 58. Atuando como ponta-esquerda ajudou a trazer o nosso primeiro título mundial com a "amarelinha''. E repetiu o feito em 62, marcando um gol na final. Encerrou a carreira em 65, aos 34 anos,

Rafael Camara
3 de fev. de 20161 min de leitura



















