

Donizete: a Pantera da Colina e de General Severino
É difícil dizer onde Osmar Donizete Cândido foi mais ídolo: no Botafogo campeão de 95 ou no Vasco vencedor da Libertadores de 98? Na Colina ou em General Severiano, se o Pantera chega, a reverencia é a mesma! Mesmo sendo mineiro, da cidade de Prados, o Pantera pouco lembra o famoso mineirinho que permeia o imaginário brasileiro. Na verdade, o que mais se assemelha é mesmo o animal na qual é lembrado pelas suas comemorações. O atacante forte e rápido deus seus primeiros pass

Kael Ladislau
16 de nov. de 20183 min de leitura


Natal: o Diabo Loiro Celeste
Partida de volta da decisão da Taça Brasil de 1966. Aos 44 minutos do segundo tempo, no enlameado gramado do Pacaembu, um raio penetrou a área do Santos e, com o lado externo do pé direito, decretou a vitória do Cruzeiro e consolidou o primeiro título de expressão nacional de uma equipe de Minas Gerais. Natal, o Classudo de hoje, contrariando sua tendência natural de procurar a linha de fundo, apareceu como centroavante, para inscrever seu nome na galeria de “monstros sagrado
Luiz Loureiro
4 de nov. de 20182 min de leitura


Jairzinho: O furacão de 70
Valente, forte e veloz, o classudo de hoje não tinha os dribles desconcertantes de Garrincha, mas também virou ídolo no Botafogo , com suas arrancadas e impressionante faro de gol. Honrou a camisa 7 alvinegra e perpetuou a sua magia, assim como fez com o terno da Seleção Brasileira. Quem desfila no tapete verde do JdT deste sábado é o único jogador a marcar gols em todas as partidas de uma Copa do Mundo. Prazer, Jairzinho! A ligação do cr aque com o Botafogo com eçou no fina
Nathália Fiuza
29 de out. de 20184 min de leitura


Garrincha: só mais um Manuel
O que faz o futebol ser mágico? Em tempos que o esporte se vê cada vez mais cheio de cifras, contratos milionários, arenas iluminadas, medicina avançada e roupas de moda fica difícil imaginar que essa magia pode ser encontrada também num campo surrado de terra batida. Ou naquele moleque displicente, que se recusa a usar uma chuteira. Naquele que desafia essa mesma medicina e desfila toda a sua genialidade com suas duas pernas tortas. Em tempos de nomes compostos estrangeirado

Kael Ladislau
28 de out. de 20185 min de leitura


Edmílson: O volante de bicicleta
Nascido e criado na cidade de Taquaritinga, interior de São Paulo, o classudo deste artigo do Joga de Terno, largou a colheita de laranjas com a família, para realizar seu maior sonho: tornar-se um jogador de futebol. Edmílson José Gomes de Moraes, ou simplesmente Edmílson, ficou marcado na história do futebol brasileiro e é lembrado até hoje pelo belo gol de bicicleta contra a Costa Rica na Copa de 2002 . Edmílson iniciou sua carreira pelo singelo Esporte Clube XV de Novemb
Lucas Santos
15 de out. de 20183 min de leitura


Vanderlei Paiva: O carregador de piano
Aplicada a um jogador de futebol, a expressão "carregador de piano" significa alguém que “carrega o time nas costas”. Fazendo o trabalho mais pesado, correndo muito e sendo o encarregado de tomar a bola do adversário para que os verdadeiramente talentosos possam criar as jogadas ofensivas de sua equipe. Em outras palavras, sacrifica-se e é pouco valorizado pela crítica, embora, geralmente, garanta um lugar no coração dos torcedores por sua entrega, dedicação e raça. Vanderlei
Luiz Loureiro
7 de out. de 20182 min de leitura


Valdo: Disciplina e maestria
Dia 19 de dezembro de 2004. O Botafogo entra em campo lutando contra o rebaixamento. E consegue. Empata por 1 a 1 com Atlético-PR em Curitiba e segue na elite do futebol brasileiro. Mas para um jogador, a carreira de atleta se encerra neste dia. Valdo, meia conhecido por sua disciplina tática e com experiência acumulada de grandes clubes e duas Copas do Mundo, se despediu dos gramados aos 40 anos. Valdo Cândido Filho nasceu em 1964 em Siderópolis (SC). Começou nas categoria
Julimar Pivatto
26 de jul. de 20182 min de leitura


Roberto Carlos: A física talvez explique
Batizado com o nome do ídolo de seu Oscar, seu pai, em 10 de abril, em 1973, nascia Roberto Carlos da Silva Rocha. Com apenas 11 anos, jogava bola com os veteranos de uma fábrica de aguardente em Cordeirópolis junto de seu pai. Jogando mais avançado, Roberto foi chamado para jogar pelo time da cidade. Num determinado episódio, o lateral esquerdo do time se machucou e ele foi improvisado na posição. O primeiro passo para se tornar um dos maiores da história na posição. Foi o
João Vitor Nunes
10 de abr. de 20186 min de leitura


De qual Júlio César você vai lembrar?
Injustiçado? Ídolo? Frangueiro? Decisivo? É difícil definir a carreira de Júlio César em apenas uma palavra, mas se você procurar vai achar todas essas daí. Tudo depende de quem as diz. Nem mesmo quando o Flamengo anunciou o retorno do goleiro depois de 12 anos a torcida se mostrou unânime. O que é inegável é que hoje, no Joga de Terno, vamos contar a história de um dos maiores goleiros brasileiros da história. Júlio César Soares de Espíndola é cria da Gávea. Em 1997, aos 17

Rafael Camara
26 de fev. de 20183 min de leitura


Cris: de Belo Horizonte a Lyon, símbolo de glórias
Os torcedores do Cruzeiro e do Olympique Lyonnais guardam em comum boas recordações de um zagueiro. Seguro nas jogadas e com ótima cobertura, o classudo conquistou títulos importantes, fez parte de uma campanha inesquecível no Brasil e ainda cravou o seu nome no futebol francês. Quem desfila no tapete verde do JdT nessa segunda-feira é Cristiano Marques Gomes, que você provavelmente conhece como o zagueirão Cris. Revelado pelo Corinthians , foi na equipe paulista que Cris i
Nathália Fiuza
2 de nov. de 20172 min de leitura



















