

Fabrício Coloccini: O zagueiro dos caracóis mais famosos da Argentina
O classudo de hoje é um zagueiro que estava na final da Copa América em 2004, quando Adriano fez o gol de empate contra a Argentina, e o Brasil levou o título diante do rival, nos pênaltis. Fabricio Coloccini era o camisa 22 da seleção e formava a linha defensiva ao lado de Heinze e Ayala. O jovem zagueiro chamava atenção com a sua vasta cabeleira. Revelado pelo Argentino Juniors, o zagueiro logo foi para o Boca Juniors. Na equipe Xeneize jogou pouco, mas mesmo assim conqui

jogadeterno
19 de abr. de 20192 min de leitura


El Muñeco Gallardo
Marcelo “Muñeco” Gallardo destacou-se como um dos jogadores mais importantes e talentosos da década de 90, Vitorioso por onde passou, colecionou títulos e conquistas com as camisas do Nacional de Montevidéu, Monaco, PSG e DC United, mas destacou-se principalmente, trajando os ternos do River Plate e da seleção argentina , conquistando títulos e glórias. O garoto fascinado por aviões e que queria ser piloto, deu os seus primeiros passos na cancha do Estrella de Maldonado, d
Flávio Ávila
26 de dez. de 20183 min de leitura


O pirata Barcos
Esta postagem é feita para, de certa forma, homenagear o maior campeão da Copa do Brasil. Para isto, decidimos escrever sobre um dos jogadores do elenco cruzeirense que teve certo destaque na reta final da competição. Como o Joga de Terno se restringe a escrever somente sobre jogadores com mais de 30 anos, salvo raras exceções, e como Fábio, Dedé, Henrique, Rafael Sóbis, Thiago Neves, Fred e até o professor Mano Menezes já passaram por aqui, o classudo escolhido, mas não meno
Diorgnes Lima
18 de out. de 20182 min de leitura


Mascherano nunca será apenas mais um torcedor
Ao ser eliminado nas oitavas-de-final da Copa do Mundo da Rússia, Javier Mascherano declarou que aquela derrota para a França por 4x3 foi seu último jogo com a camisa celeste. "A partir de agora, serei só mais um torcedor da seleção argentina. Acabou. O sonho acabou." Pode até ser que a partir de agora, Mascherano só acompanhe os jogos da Seleção Argentina no estádio ou pela TV, mas jamais será apenas mais um torcedor. O classudo de hoje do Joga de Terno é o jogador que mais

Rafael Camara
5 de jul. de 20183 min de leitura


Burruchaga: se a sua estrela não brilha não venha apagar a minha
Existem jogadores predestinados. Eles estão no lugar certo, na hora certa, pra fazer a coisa certa. Em 1986, a Argentina foi do céu ao inferno no Mundial. De desacreditada a uma seleção que, comandada por Don Diego, chegou ao título de maneira heroica (e polêmica). Entre gols de mão e jogos armados, a história conta que Maradona carregou a Albiceleste nas costas. O que não está errado. Mas haviam outros bons jogadores naquela seleção. Dois anos antes, em 1984, o Independient
João Vitor Nunes
15 de abr. de 20182 min de leitura


Samuel: Il Muro
O título deste texto está italiano, se traduzido para o português entendemos "O Muro". Esta foi a alcunha que Samuel, o zagueiro argentino, recebeu enquanto desfilava nos tapetes verdes da Itália. Um vitorioso em todos os times que passou, esbanjava vigor físico, raça e até uma certa qualidade técnica na arte de defender a área. Destacou-se também na Seleção Argentina, que hoje em dia sofre para organizar o setor defensivo. A trajetória de Samuel no futebol começou no Newell
Brunello Amorim
11 de abr. de 20182 min de leitura


Redondo: "El Principe" de Madrid
Carregador de piano. Quem ama futebol sabe quem é essa figura em campo né? É aquele jogador que fica entre as linhas de defesa e ataque, dando o combate e protegendo sua grande área. É o responsável por roubar a bola do adversário e entregá-la para os meio-campistas distribuírem o jogo no ataque. Fernando Redondo era assim. Mas ele não só carregava o piano, como também podia tocá-lo, com toda sua classe nos tapetes verdes. Isto porque o argentino Redondo tinha uma classe e u
Brunello Amorim
19 de out. de 20163 min de leitura


Batigol
O "Batigol'' é um dos maiores jogadores da história da Fiorentina, não só por ter ficado na Viola durante 9 temporadas (91-00) mas também por ter permanecido na equipe durante a série B (92/93) e recusado uma proposta milionária do Manchester United. E claro, pelos gols, muitos gols. Foram 152 nesse período, o segundo maior artilheiro do time na história. E não pense que por ter jogado em um time europeu de menor expressão não tinha CLASSE. Jogou muito na Seleção Argentina t

Rafael Camara
1 de fev. de 20161 min de leitura



















