

Vanderlei Paiva: O carregador de piano
Aplicada a um jogador de futebol, a expressão "carregador de piano" significa alguém que “carrega o time nas costas”. Fazendo o trabalho mais pesado, correndo muito e sendo o encarregado de tomar a bola do adversário para que os verdadeiramente talentosos possam criar as jogadas ofensivas de sua equipe. Em outras palavras, sacrifica-se e é pouco valorizado pela crítica, embora, geralmente, garanta um lugar no coração dos torcedores por sua entrega, dedicação e raça. Vanderlei
Luiz Loureiro
7 de out. de 20182 min de leitura


Sorato: de cabeça em pleno Morumbi
Sorato tinha a qualidade que qualquer torcedor espera de um atacante: ser matador. O faro de gol perdurou ao longo de toda a sua carreira, mesmo que oscilante por entre os clubes que passou.
Luiza Lourenço
13 de set. de 20182 min de leitura


Roberto Carlos: A física talvez explique
Batizado com o nome do ídolo de seu Oscar, seu pai, em 10 de abril, em 1973, nascia Roberto Carlos da Silva Rocha. Com apenas 11 anos, jogava bola com os veteranos de uma fábrica de aguardente em Cordeirópolis junto de seu pai. Jogando mais avançado, Roberto foi chamado para jogar pelo time da cidade. Num determinado episódio, o lateral esquerdo do time se machucou e ele foi improvisado na posição. O primeiro passo para se tornar um dos maiores da história na posição. Foi o
João Vitor Nunes
10 de abr. de 20186 min de leitura


Valdivia: Meu querido canalha
Existem coisas que o futebol não é capaz de explicar. Como entender essa relação de amor e ódio tão volátil que vem das arquibancadas? Por que diabos sofremos tanto com um esporte que pode ser tão apaixonante quanto cruel aos nossos sentimentos? Difícil saber. Dizem que a paixão pelo seu clube do coração não se explica, apenas se sente. E essa montanha-russa de sentimentos que transformamos em gritos e xingamentos é que (não) explica a nossa relação com alguns ídolos do clube

Rafael Camara
5 de dez. de 20174 min de leitura


Alex, o mineiro
Os títulos sempre são marcados por um jogador em especial. O Campeonato Brasileiro de 2001, o primeiro e único conquistado pelo Atlético Paranaense até então, tem nome e sobrenome de um artilheiro bastante conhecido em terras brasileiras na primeira década do século: Alex Mineiro. Alex começou sua carreira no América Mineiro no ano de 1995, marcando 4 gols em 14 jogos. Despertou então o interesse do Cruzeiro, onde desembarcou em 1997 para conquistar seus primeiros títulos co
Caio César
22 de abr. de 20172 min de leitura


Ademir da Guia: O Divino
Ademir nasceu no berço de uma família que respirava futebol, filho do grande Domingos da Guia, considerado um dos maiores zagueiros de todos os tempos e ídolo do Bangu . Foi nesse terreiro que Ademir deu seus primeiros passos no futebol. Pelo Bangu venceu um torneio internacional e foi eleito MVP (atleta mais valioso) da competição. Mesmo com essa premiação ele não teve um devido reconhecimento no clube carioca, talvez pelo seu estilo de jogo cadenciado, considerado lento. A
Kleiton Borges
3 de abr. de 20163 min de leitura


Alex: o meio-campo é o lugar dos craques
Alexsandro de Souza, mais conhecido como Alex Cabeção ou Alex10, fazendo jus à careca brilhante e, claro, ao número que estampou seu terno por todas as equipes onde jogou. Mas, se a cabeça chamava atenção, a habilidade com os pés era ainda mais óbvia, fazendo dele o titular absoluto da camisa dez em seus quase vinte anos de carreira no tapete da realeza verde. Embora revelado pelo Coritiba em 1995, foi no Palmeiras e no Cruzeiro que o meia Alex conquistou os principais t
Thalita Neves
15 de mar. de 20162 min de leitura


"Ah, é Edmundo!"
Edmundo Alves de Souza Neto nunca teve dúvidas de que iria brilhar no Vasco da Gama, do qual sempre se declarou torcedor. Talentoso, não levaria muito tempo para atingir seu sonho. E ele começou a se realizar em 1992: Edmundo é lançado como titular pelo técnico Nelsinho Rosa, fazendo dupla com o já consagrado Bebeto. Sua estreia pelo Vasco é marcante e, mesmo não marcando, é decisivo na vitória por 4 a 1 sobre o Corinthians em pleno Pacaembu, pelo Campeonato Brasileiro. As gr
Caio César
27 de fev. de 20164 min de leitura



















