

Zidane na cabeça. E de cabeça
Quando naquele dia 12 de julho de 1998 o juiz apitou pela última vez no Stade de France, poucos brasileiros, até então, conheciam aquele francês de cabelos ralos que havia cabeceado a bola por duas vezes para o gol e que estava comemorando o primeiro título mundial de sua seleção depois de fazer uma Copa fantástica. Depois daquele dia, não haveria um brasileiro que tivesse acompanhado aquela final que não soubesse seu nome: Zinédine Zidane. No dia que o Joga de Terno se org

Rafael Camara
15 de dez. de 20173 min de leitura



















