

Bianchini: 2 gols contra o Barcelona no Camp Nou
Um estudante de contabilidade e ajudante de padeiro, nascido na pequena cidade de Cordeiro (RJ), iria vestir o terno de importantes equipes do país. Mas isso só aconteceria quando Adhemar Bianchini de Carvalho (de pé, à esquerda da foto acima), depois de despontar na equipe amadora local. Em 1960 teve poucas oportunidades no Bangu , mas no ano seguinte já estava entre os titulares, inclusive participando de uma excursão da equipe, durante mais de 100 dias. E foi nessa ocasiã
Luiz Loureiro
24 de fev. de 20193 min de leitura


Aloísio Chulapa: o danoneiro
Aloísio José da Silva, vulgo Aloísio Chulapa, é o exemplo de um jogador classudo. Dominante dentro da grande área adversária, Aloísio ganhou o mundo com seus gols e principalmente com todo seu carisma diante dos torcedores e de seus companheiros de grupo. O alagoano, natural de Atalaia, que desfilou no tapete verde com 26 ternos diferentes ao longo de toda sua carreira , deu início nas categorias de base do CRB (clube mais conhecido de seu estado) e foi onde o Flamengo o v
Lucas Miranda
18 de fev. de 20192 min de leitura


Vavá: o curioso futebol do peito de aço
Vários jogadores são considerados gênios. Toques refinados, visão de jogo sobrenatural, finalização precisa e dribles desconcertantes. Porém, existem jogadores que entram no panteão do esporte de uma forma curiosa. E que futebol curioso tinha Vavá. Capaz de passar despercebido em boa parte da partida, o atacante era um atleta imprevisível. Com uma capacidade de finalização impressionante e pitadas de talento e inteligência, Vavá se tornou referência no esporte e entrou para a
Caio Maia
4 de fev. de 20193 min de leitura


Uma breve análise do Vasco em 2018: O imbróglio vascaíno
Imbróglio é uma palavra difícil de dizer e traz exatamente o que ela significa: confusão, situação complexa. E esse foi o ano de 2018,...

jogadeterno
9 de jan. de 20192 min de leitura


Martín Silva: um uruguaio da Colina
Nem sempre é unânime a definição de um ídolo ou de qual jogador verdadeiramente joga de terno. Mas tem sempre aquele que é classudo porque representa algo a mais do que se pode observar em uma partida. Martín Silva é um desses. Ele foi revelado nas categorias de base do Defensor Sporting e atuou profissionalmente pela equipe uruguaia por nove anos. Foram 212 partidas, entre elas uma contra o Indepiendente pela Copa Sul-Americana. Na ocasião, foi atingido na cabeça por uma pe
Luiza Lourenço
19 de dez. de 20182 min de leitura


FUTEBOL & MÚSICA: 3ª PARTE
Na terceira e última parte desta série, o JdT presta homenagem ao Anjo de Pernas Tortas, com duas músicas compostas nos anos 1960/1970,...
Luiz Loureiro
9 de dez. de 20186 min de leitura


Yan: uma promessa na geração de ouro vascaína
Nem só de ídolos renomados vive o Joga de Terno. De vez em quando, gostamos de relembrar nomes que, ainda que não tenham encontrado o destino tão promissor em sua trajetória, ficam na memória dos torcedores que nos enviam sugestões. E o nome de hoje é Yan, promessa do Vasco nos anos 90. Yan começou no futsal no interior de Santa Catarina quando um olheiro o levou às divisões de base do Vasco da Gama . Aos 16, já fazia jogos pelo profissional e chegou a ser considerado uma da
Luiza Lourenço
7 de dez. de 20182 min de leitura


Donizete: a Pantera da Colina e de General Severino
É difícil dizer onde Osmar Donizete Cândido foi mais ídolo: no Botafogo campeão de 95 ou no Vasco vencedor da Libertadores de 98? Na Colina ou em General Severiano, se o Pantera chega, a reverencia é a mesma! Mesmo sendo mineiro, da cidade de Prados, o Pantera pouco lembra o famoso mineirinho que permeia o imaginário brasileiro. Na verdade, o que mais se assemelha é mesmo o animal na qual é lembrado pelas suas comemorações. O atacante forte e rápido deus seus primeiros pass

Kael Ladislau
16 de nov. de 20183 min de leitura


O Rivellino das Arábias
Depois de fazer sucesso nos quatro grandes clubes do Rio de Janeiro, o volante Leandro Ávila chamou a atenção do futebol árabe. Em 2003, ele se assustou ao desembarcar no aeroporto de Riad, na Arábia Saudita. Uma multidão esperava o novo reforço do Al Hilal. A primeira pergunta da imprensa foi: “Você é o novo Rivellino ?”. Ele respondeu que era volante, mas mesmo assim não adiantou. “Você promete muitos gols?”, emendou outro repórter. “Quem me dera ser craque”, respondeu. E f
Julimar Pivatto
10 de set. de 20182 min de leitura


Um ídolo tímido, mas ídolo
Geralmente, ídolos traçam sua glória com a torcida dentro e fora de campo. Com Marcão, não é bem assim. Discreto, passa longe de qualquer...

Kael Ladislau
6 de set. de 20182 min de leitura



















