

"Por onde passar deixe saudades"
Nem uns dos mais melancólicos tangos argentinos entoariam o fim da carreira de Walter Damián Montillo. Jogar de terno nem sempre requer...
Kevin Muniz
30 de jun. de 20173 min de leitura


Capitão América
O perfilado de hoje do JdT é um grande campeão. Pode não ser o mais técnico dos zagueiros, mas seu currículo e liderança são dignos de...
Carlos Henrique Costa
26 de jun. de 20173 min de leitura


O maior artilheiro humano da história do Santos
O homenageado de hoje fez o que hoje é muito raro de se ver, vestiu apenas dois ternos ao longo de sua carreira, o do Santos e o da...
Túlio dos Anjos
24 de jun. de 20172 min de leitura


Zito, o gerente
José Ely de Miranda, popularmente conhecido como Zito, é o homenageado de hoje do JdT. O volante, um dos maiores e melhores da história...
Lucas Oliveira
16 de abr. de 20172 min de leitura


Ave, César!
Hoje, no tapete sagrado do JdT, trazemos a campo um cara que não era tão midiático, mas que certamente ele marcou sua historia no futebol...
Túlio dos Anjos
1 de abr. de 20172 min de leitura


De jogador a consultor de atores
O sorriso sempre aberto no rosto é marca não só de carisma, mas também da felicidade em saber que, de todos os times em que passou, a...

Kael Ladislau
23 de mar. de 20172 min de leitura


O capitão de Chapecó
Com passagem por grandes clubes do futebol brasileiro e da Europa, o classudo de hoje levava no braço a faixa de capitão. Experiente, o...
Nathália Fiuza
21 de mar. de 20172 min de leitura


"Vestir rubro-negro nem pensar"
Volta e meia o JdT gosta de falar daqueles classudos que vestiram poucos ternos em suas carreiras. Por isso, suas carreiras ficaram...

Kael Ladislau
9 de mar. de 20172 min de leitura


Da Vila para o mundo
Em 1996, aos 11 anos, Diego Ribas, o JDT de hoje, deu o passo mais importante de sua carreira: foi jogar no Santos, depois de uma...
Lucas Oliveira
5 de mar. de 20173 min de leitura


Coutinho: "-Como era a tabelinha com Pelé?-Tabelinha, uai. Um tocava pro outro"
É com essa naturalidade, que um dos maiores gênios do futebol nacional respondia sobre a troca de passes com o seu maior parceiro, Pelé. É claro que falamos de Coutinho, que recusa o apelido de craque. Se reconhece, apenas, como um jogador que sabia se posicionar. Característica, aliás, que não lhe dá orgulho: “Eu tenho orgulho de ter jogado no Santos ”. Apenas isso ele reconhece. Coutinho estreou no Santos bem novo, 14 anos. Ele servia de peça de reposição para a vaga de Pa

Kael Ladislau
14 de fev. de 20172 min de leitura



















