

Fábio Luciano: Xerife da nação
O classudo de hoje do Joga de Terno, apesar de não ser um jogador midiático, veio para quebrar os padrões e mostrar que a classe se faz com um bom futebol. Fábio Luciano jogou em muitos clubes e conquistou alguns títulos importantes na carreira, mas tornou-se um ícone pelo bom futebol apresentado. O torcedor rubro negro sempre vai se lembrar do zagueiro pelo carinhoso apelido de Xerife. Revelado em 1996 pela Ponte Preta , o paulista nascido na cidade de Vinhedo começou a c
Lucas Santos
31 de out. de 20183 min de leitura


Capitão América
O perfilado de hoje do JdT é um grande campeão. Pode não ser o mais técnico dos zagueiros, mas seu currículo e liderança são dignos de...
Carlos Henrique Costa
26 de jun. de 20173 min de leitura


Jogador tático tem seu valor
Quem nunca ouviu falar no jogador tático? Aquele que não é um primor técnico com a bola, mas sem ela é capaz de preencher bem os espaços...
Brunello Amorim
10 de mar. de 20172 min de leitura


Da Vila para o mundo
Em 1996, aos 11 anos, Diego Ribas, o JDT de hoje, deu o passo mais importante de sua carreira: foi jogar no Santos, depois de uma...
Lucas Oliveira
5 de mar. de 20173 min de leitura


O louco Lugano
Para alguns apenas um 'bagre' que deu certo devido seu empenho dentro de campo, para outros simplesmente 'DIOS'. Diego Lugano diverge...
Vinícius Mota
19 de set. de 20162 min de leitura


O holandês voador
Estádio da Fonte Nova, Bahia. Copa do Mundo de 2014 no Brasil. O primeiro jogo do grupo B – terceiro daquela Copa – trazia o confronto...

Kael Ladislau
6 de ago. de 20163 min de leitura


Appiah e mais dez
Por muito tempo a escalação da seleção de Gana era definida por Appiah, capitão da equipe nas copas de 2006 e 2010, e mais dez. Ele...
Túlio dos Anjos
23 de jul. de 20162 min de leitura


Alex: o meio-campo é o lugar dos craques
Alexsandro de Souza, mais conhecido como Alex Cabeção ou Alex10, fazendo jus à careca brilhante e, claro, ao número que estampou seu terno por todas as equipes onde jogou. Mas, se a cabeça chamava atenção, a habilidade com os pés era ainda mais óbvia, fazendo dele o titular absoluto da camisa dez em seus quase vinte anos de carreira no tapete da realeza verde. Embora revelado pelo Coritiba em 1995, foi no Palmeiras e no Cruzeiro que o meia Alex conquistou os principais t
Thalita Neves
15 de mar. de 20162 min de leitura



















