

Pavão fez um passe e depois morreu
O título parece manchete de jornal e é mesmo. Foi assim que um dos principais cadernos esportivos de Portugal noticiava a morte do um dia...

Kael Ladislau
11 de out. de 20182 min de leitura


Paco Gento: Señor UEFA
Qual o jogador com mais títulos da Copa dos Campeões? Se você respondeu Cristiano Ronaldo ou Di Stéfano , você quase acertou pois o classudo de hoje também jogou pelo Real Madrid, não só o maior campeão da UEFA como também o maior campeão espanhol, são essas as façanhas do classudo deste artigo: Francisco “Paco” Gento. Paco Gento iniciou a carreira profissional aos 19 anos em 1952 pelo Racing Santander, em apenas uma temporada já despertou o interesse do Real Madrid, que im
Victor Rodrigues
10 de out. de 20182 min de leitura


Vanderlei Paiva: O carregador de piano
Aplicada a um jogador de futebol, a expressão "carregador de piano" significa alguém que “carrega o time nas costas”. Fazendo o trabalho mais pesado, correndo muito e sendo o encarregado de tomar a bola do adversário para que os verdadeiramente talentosos possam criar as jogadas ofensivas de sua equipe. Em outras palavras, sacrifica-se e é pouco valorizado pela crítica, embora, geralmente, garanta um lugar no coração dos torcedores por sua entrega, dedicação e raça. Vanderlei
Luiz Loureiro
7 de out. de 20182 min de leitura


Marcos Senna: Brasileiro de alma espanhola
O classudo deste artigo é um brasileiro com alma espanhola. Marcos Senna começou no Rio Branco, em 99, vestiu o terno do Corinthians e foi campeão Brasileiro e também do Mundial de 2000. No Brasil, ainda fez parte do grande time do São Caetano, vice da Libertadores, em 2002. Mas foi vestindo amarelo em outro país que este Senna fez sucesso. Com o manto do Villarreal , o jogador desfilou pelos gramados espanhóis durante 11 temporadas. Pelo submarino amarelo, foram 363 partid
Igor Machado
7 de out. de 20182 min de leitura


Rodrigo Gral: o Santo Gral
O classudo de hoje é um atacante daqueles matador. Com mais de 600 gols, o jogador coleciona quase 20 clubes na carreira. Entre eles, dois clubes se destacam: o que o revelou e o do coração. O Joga de Terno de hoje conta um pouco da história de Rodrigo Gral. Rodrigo Gral foi revelado pelo Grêmio em 1995. E uma situação o tanto curiosa o fez chamar a atenção do Felipão, comandante gremista na época. Ainda jogando pelo juvenil do Grêmio, o grupo estava auxiliando no treinamen
Diorgnes Lima
5 de out. de 20182 min de leitura


Fernando Botelho: a história do primeiro
Alguns jogadores têm sua classe revelada devido a fatores históricos. Não que a classe técnica, as jogadas bonitas sejam menos importante. Acontece que esses classudos históricos assumem a reverência de serem precursores no futebol, na posição e/ou no clube. É o caso do personagem de hoje, Fernando Botelho, o Fernandinho, que carrega em nome o fato de ser o primeiro goleiro profissional do Flamengo. Fernandinho, falecido em julho de 18, era sócio do clube do Flamengo desde s

Kael Ladislau
4 de out. de 20182 min de leitura


El Vasco, o empatador olímpico
Hoje tentaremos sair dos cânones brasileiros e argentinos que jogaram de terno pelos gramados sul-americanos. Já ouviu falar dos grandes...
Iasmin Gomes
3 de out. de 20182 min de leitura


O substituto
O classudo de hoje do Joga de Terno teve que lidar por muitos anos com o banco de reservas, entretanto, sempre que jogava se destacava...
Lucas Santos
2 de out. de 20184 min de leitura


Lahm - O Capitão do 7x1
O cara de hoje jogou 3 Copas do Mundo e levantou a taça do mundial de 2014. Uma lenda da seleção alemã e o capitão no sádico 7x1. Ganhou...
Luiza Boareto
1 de out. de 20182 min de leitura


"O melhor companheiro que tive foi Oliver Bierhoff; era perfeito" (Amoroso)
Quando escrevemos sobre Amoroso aqui no Joga de Terno, o título era "Amoroso faz esquecer Bierhoff". Hoje, como vamos contar a história do alemão, nada mais justo que colocar essa declaração do próprio Amoroso no título. Oliver Bierhoff é filho de um magnata do setor de energia da Alemanha e, como um dos herdeiros, poderia ter seguido os passos do pai. Se tivesse feito isso, a Seleção da Alemanha teria perdido um dos seus principais goleadores. Começou a carreira em 1986

Rafael Camara
30 de set. de 20182 min de leitura



















