

O gajo artilheiro
Você conhece Pedro Miguel Carreiros Resende? Imagino que não. Este é o nome de Pauleta, atacante português que tem em seu currículo...
Brunello Amorim
29 de mar. de 20172 min de leitura


Dr. Colorado
Se você acha que pra jogar de terno tem que estar do meio campo pra frente, reveja seus conceitos. Hoje o JdT traz ao nosso tapete...
Túlio dos Anjos
25 de mar. de 20172 min de leitura


O Artista
A camisa branca da Seleção Alemã de Futebol, com o número 7, o cabelo grande como ícone à lá MacGyver, o rosto imberbe, o ar franzino, a...
Kevin Muniz
24 de mar. de 20172 min de leitura


De jogador a consultor de atores
O sorriso sempre aberto no rosto é marca não só de carisma, mas também da felicidade em saber que, de todos os times em que passou, a...

Kael Ladislau
23 de mar. de 20172 min de leitura


"Na minha idade, tudo aquilo parecia um conto de fadas"
O título do texto é a frase do atacante sueco Henrik Larsson sobre fazer parte da equipe do Barcelona campeã da Champions League 05/06....
Brunello Amorim
22 de mar. de 20172 min de leitura


O capitão de Chapecó
Com passagem por grandes clubes do futebol brasileiro e da Europa, o classudo de hoje levava no braço a faixa de capitão. Experiente, o...
Nathália Fiuza
21 de mar. de 20172 min de leitura


O coração rossonero
O futebol italiano é marcado pela atenção à defesa, pelo apreço à tática, e, em alguns casos simbólicos, pela entrega em campo até a...
Carlos Henrique Costa
20 de mar. de 20174 min de leitura


Zagueiro de chuteira preta e bigode
Além do terno, alguns outros aspectos fazem parte de um legítimo classudo à moda antiga. A chuteira preta se fazia essencial, já o bigode...
Lucas Martins
19 de mar. de 20172 min de leitura


O Carrasco
A década de 80 marcou seu nome no futebol Carioca: O Flamengo, da "Era Zico", conquistou o Brasil, a América e o Mundo. O Vasco da Gama...
Caio César
18 de mar. de 20173 min de leitura


"Muito prazer, eu sou Edílson, o Capeta"
Se você não conhece o classudo de hoje então muito cuidado, pois ele pode dar uma "caneta" em você. Ele também é capaz de fazer embaixadinhas no meio do jogo contra o maior rival e dar início a uma confusão generalizada. De jogador abusado nós gostamos, se essa ousadia for feita dentro de campo então, melhor ainda. É com satisfação -e uma certa dose de nostalgia- que anunciamos Edílson, o "Capetinha" e sua carreira vitoriosa, polêmica e folclórica. Quando Edílson chegou no

Rafael Camara
17 de mar. de 20173 min de leitura



















