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  • Koeman: o maior artilheiro entre os defensores

    O perfilado de hoje do JdT é um dos jogadores de defesa mais técnicos já vistos pelo futebol. O holandês Ronald Koeman desfilou elegância e classe com os ternos vestidos ao longo de sua vitoriosa carreira. Com passagens destacadas por grandes clubes como Ajax, PSV e Barcelona, além da seleção, o líbero colecionou títulos e se tornou o defensor com mais gols na história do esporte: balançou a rede 239 vezes em 17 anos de atividade. Sua trajetória de gols e troféus começou num modesto clube da Holanda: o Groningen. Foi lá que, em 1980, Koeman deu o pontapé inicial da sua carreira. Estreou com 17 anos e 183 dias, tornando-se o terceiro jogador mais jovem da história do time. A idade era mero detalhe levando em conta o desempenho da então promessa: em três temporadas, fez 33 gols em 90 jogos, chegando à seleção holandesa e ao gigante Ajax . Koeman ficou em Amsterdam por dois anos, e, apesar do bom desempenho individual, não foi capaz de impedir que o PSV conquistasse o campeonato nacional naquelas temporadas. Nem mesmo a chegada de Johan Cruyff tirou os títulos dos rivais. Para completar o desgosto da torcida do Ajax, Koeman se transferiu justamente para o PSV em 1986 e ali deu início a uma parceria de sucesso com outro mítico treinador holandês: Guus Hiddink. Juntos, eles mantiveram a superioridade doméstica do time de Eindhoven com mais três campeonatos nas temporadas seguintes e deram ao PSV um título inédito que o solidificou como um gigante do futebol holandês: a Copa Européia de 1988, batendo o Benfica na final. Nesta mesma temporada, o PSV também ganhou a Copa da Holanda, completando assim a conquista da tríplice coroa. Mas aquele ano prometia ainda mais para Ronald Koeman... Na Eurocopa disputada na Alemanha Ocidental, o defensor experimentou na seleção holandesa outra parceria vencedora com mais um técnico monstruoso: Rinus Michels. E desta vez, a Laranja Mecânica não deixou o troféu escapar. Após bater os anfitriões nas semis com direito a gol de Koeman, a Holanda venceu a União Soviética por 2 a 0 na grande final e conquistou aquele que é seu único grande título até hoje. De quebra, Koeman foi para a seleção do torneio, junto de seu parceiro defensivo Frank Rijkaard. Depois daquele ano perfeito, Koeman saiu do PSV no auge em 1989. Além dos canecos, o defensor fez gols e mais gols durante a sua passagem pela equipe: só pelo campeonato holandês, foram 51 tentos em 98 jogos. A temporada 1987-88 foi especialmente produtiva, rendendo 21 gols para Koeman na liga, o seu recorde durante a carreira. Também faturou o prêmio de melhor jogador holandês em 1987 e 88. De Eindhoven, ele partiu para Barcelona para reencontrar Johan Cruyff no “Dream Team” grená do começo dos anos 90. Ao lado de craques como Romário , Stoichkov, Michael Laudrup e Guardiola, Koeman conquistou quatro campeonatos espanhóis consecutivos entre 1991 e 94 e a primeira Copa Européia do Barça em 1992. Inclusive, foi dele o gol do título na final contra a Sampdoria no Wembley. Na temporada 1993-94, chegariam a final do torneio novamente, mas seriam batidos pelo Milan. Pelo menos, Koeman foi um dos artilheiros daquela edição, com 8 gols. No Barcelona, o líbero artilheiro se tornou ídolo e fez sua fama como um dos grandes batedores de falta e pênaltis do futebol mundial. Até hoje, detém o recorde de mais penalidades convertidas consecutivamente no campeonato espanhol, totalizando 25. Após mais de 200 partidas e 90 gols marcados pelos catalões, Koeman deixou o clube um ano depois de se aposentar da Laranja Mecânica. Voltou ao seu país em 1995 para encerrar a carreira pelo Feyenoord, tornando-se um dos poucos jogadores a defender os três maiores times holandeses. Em Rotterdam, Koeman capitaneou o Feyenoord por mais duas temporadas, mas não levantou taças com a equipe. Pendurou as chuteiras em 1997 e em 2000 iniciou sua carreira de técnico no Vitesse, após ter sido auxiliar na Holanda e no Barcelona. Como treinador, Koeman também tem feito sucesso, com títulos e destaque em passagens por clubes como Ajax, PSV e Southampton. Atualmente, comanda o Everton. Por que Koeman jogava de terno? Dotado de extrema habilidade para um jogador de defesa, Ronald Koeman era capaz de exercer com maestria as funções de zagueiro, volante, e, em especial, líbero. Além de ser um defensor completo, Koeman tinha ótimo passe e visão de jogo. Ao longo da sua carreira, o holandês ficou famoso pela precisão extrema na cobrança de faltas e pênaltis, ganhando o apelido de “rei das bolas paradas”. Também era competente na bola aérea e bom finalizador de longa distância. Igualmente magistral em impedir e fazer gols. 👤 Ronald Bristo Koeman 👶 21 de março de 1963 🏠 Holandês 👕 Groningen HOL, Ajax HOL, PSV HOL, Barcelona ESP, Feyenoord HOL, Seleção Holandesa 🏆 Copa da Holanda 1985-86 (Ajax), Campeonato 1986/87, 1987/88 e 1988/89 (PSV), Copa Européia 1987/88 (PSV), Copa da Holanda 1987/88 e 1988/89 (PSV), Eurocopa 88 (Holanda) Copa do Rei 1989/90 (Barcelona), Campeonato 1990/91, 1991/92, 1992/93 e 1993/94 (Barcelona), Copa Européia 1991/92 (Barcelona); Como técnico: Copa da Holanda 2001/02 (Ajax), Campeonato 2001/02 e 2002/03 (Ajax), Campeonato 2006/07 (PSV), Copa do Rei 2007/08 (Valencia) 👑 Jogador Holandês do Ano 1987 e 1988, Seleção da Euro 1988, Artilheiro da Copa Européia de 1993-94 (Barcelona), Melhor Técnico do Campeonato Holandês 2011/12 (Feyenoord) Classômetro: 👔 👔 👔 👔 👔 👔👔 👔 (8,5) #Ajax #PSV #Barcelona #Feyenoord #SeleçãoHolandesa #Zagueiro #CopadoMundo1990 #CopadoMundo1994

  • Honda: "Quando eu crescer eu não quero ser - eu vou ser - o melhor jogador do mundo"

    Certa vez um garoto escreveu essa frase em uma redação de sua escola no Japão, apesar de não ter chegado ao patamar de melhor do mundo, o garoto acertou outras coisas da sua redação. Sobre o menino, era ninguém menos do que Keisuke Honda. Quando criança Honda tinha o sonho de se tornar um grande jogador a nível mundial, mas ele tinha em mente que para isso ele havia de treinar muito. Seguiu os passos de seus familiares ligados ao esporte e não desistiu do seu sonho. Em sua redação ele dizia que tinha o sonho de jogar a Série A na Europa, e no ano de 2014 tornou-se realidade, Honda chegava ao Milan para vestir o terno de número 10 da equipe. Antes de chegar a Itália o japonês brilhou no CSKA Moscou, VVV-Venio, e Nagoya Grampus. Além de claro ser um dos destaques da sua seleção. Pela seleção nipônica os seus melhores momentos foram na Copa do Mundo de 2010, onde ele foi importante na classificação do Japão para as oitavas de final, sendo inclusive citado por alguns como um dos melhores jogadores da fase de grupos. E no ano seguinte na Copa da Ásia, onde foi eleito o melhor jogador da competição vencida pela sua equipe. Por que Honda jogava de terno? Canhoto, habilidoso e que bate bem na bola. Essas são as principais características que fizeram de Keisuke Honda um bom jogador a nível mundial, e um dos maiores ídolos da Ásia. 👤 Keisuke Honda 👶 13 de junho de 1986 🏠 Japonês 👕 Nagoya Grampus, VVV-Venlo, CSKA RUS, Milan ITA, Seleção Japonesa 🏆 Copa da Rússia 11 e Campeonato Russo 13 (CSKA Moscou); Copa da Ásia 11 e Copa Kirin 07, 09 e 11 (Seleção Japonesa); 👑 Jogador japonês do Ano em 2010 e Melhor jogador Copa da Ásia de 2011 Classômetro: 👔👔👔👔👔👔👔 (6,5)

  • Cris: de Belo Horizonte a Lyon, símbolo de glórias

    Os torcedores do Cruzeiro e do Olympique Lyonnais guardam em comum boas recordações de um zagueiro. Seguro nas jogadas e com ótima cobertura, o classudo conquistou títulos importantes, fez parte de uma campanha inesquecível no Brasil e ainda cravou o seu nome no futebol francês. Quem desfila no tapete verde do JdT nessa segunda-feira é Cristiano Marques Gomes, que você provavelmente conhece como o zagueirão Cris. Revelado pelo Corinthians , foi na equipe paulista que Cris iniciou sua trajetória profissional em 1995. Quatro anos depois, esteve envolvido em uma troca que até hoje rende assunto nas resenhas por aí. Cruzeiro e Corinthians trocaram zagueiros: João Carlos foi para a equipe alvinegra e Cris chegou em Belo Horizonte para vestir o terno azul e branco. Na Toca da Raposa conviveu ao lado de craques e formou uma dupla defensiva memorável com Edu Dracena. Defendeu o Cruzeiro durante cinco anos e em 2003 integrou o esquadrão azul que conquistou a Tríplice Coroa. Cris foi fundamental no Campeonato Brasileiro, ocupando o lugar de Luisão, que deixou a equipe cruzeirense no meio da temporada para jogar no Benfica. O zagueiro foi um dos líderes do time azul, com muita confiança em campo e no vestiário. As boas atuações do classudo em Minas Gerais chamaram a atenção da Europa. Foi emprestado ao alemão Bayer Leverkusen, onde teve uma rápida passagem. Em 2004, transferiu-se para o Lyon, da França, onde se tornaria ídolo. O zagueiro defendeu as cores da equipe francesa até 2012 e participou de várias campanhas campeãs no Campeonato Francês ao longo desse tempo. Cris é um dos símbolos de uma era muito vitoriosa do Lyon, que contava ainda com Juninho Pernambucano, Edmílson e Benzema. A boa fase na França ainda deu a Cris a oportunidade de vestir o terno da Seleção Brasileira: o zagueiro conquistou a Copa América de 2004 e disputou o mundial de 2006, na Alemanha. Da França, Cris foi para o Galatarasay, da Turquia, em 2012. Depois de um ano, o zagueiro retornou ao futebol brasileiro. Indicado pelo técnico Vanderlei Luxemburgo, assinou com o Grêmio. Cris não permaneceu muito tempo em Porto Alegre e foi negociado com o Vasco no mesmo ano. O retorno ao Brasil não foi tão bom e o zagueiro pendurou as chuteiras em 2013. Por que Cris jogava de terno? Apelidado de “policial” na França, Cris era rápido e certeiro nos desarmes, dominando a defesa. O capitão jogava com raça e intimidava seus adversários. O classudo é, até hoje, uma das figuras mais importantes da história do Lyon, sendo um dos símbolos das grandes vitórias da equipe na década passada. Tanto no Brasil como na Europa, o classudo foi um dos melhores em sua posição. 👤 Cristiano Marques Gomes 👶 03 de junho de 1977 🏠 Brasileiro 👕 Corinthians, Cruzeiro, Bayer Leverkusen ALE, Lyon FRA, Galatarasay TUR, Grêmio, Vasco da Gama, Seleção Brasileira 🏆 (principais) Campeonato Brasileiro 98 (Corinthians); Copa do Brasil 00 e 03, Campeonato Brasileiro 03 (Cruzeiro); Campeonato Francês 05, 06, 07 e 08, Copa da França 08 e 12 (Olympique Lyonnais); Copa América 04 (Seleção Brasileira) 👑 Sem títulos individuais de destaque Classômetro: 👔👔👔👔👔👔👔 (7,1)

  • Burruchaga: se a sua estrela não brilha não venha apagar a minha

    Existem jogadores predestinados. Eles estão no lugar certo, na hora certa, pra fazer a coisa certa. Em 1986, a Argentina foi do céu ao inferno no Mundial. De desacreditada a uma seleção que, comandada por Don Diego, chegou ao título de maneira heroica (e polêmica). Entre gols de mão e jogos armados, a história conta que Maradona carregou a Albiceleste nas costas. O que não está errado. Mas haviam outros bons jogadores naquela seleção. Dois anos antes, em 1984, o Independiente chegava a mais uma decisão de Libertadores. Contra um Grêmio atual campeão da competição. Nos dois cenários um meia, com característica muito próxima do que é chamado hoje de meia moderno, que pisa na área, chegava e decidia. Jorge Burruchaga tinha estrela. Em 86, recebeu um passe açucarado de Maradona para dar o título da Copa do Mundo para a Argentina, aos 38 do segundo tempo. Em 84, no jogo de ida, no Estádio Olímpico, também recebeu um passe em profundidade para balançar as redes e fazer o único gol do último título da competição para o Rey de Copas. Nascido na periferia, infância difícil como de grande parte dos grandes craques do Terceiro Mundo. Chegou a ajudar a pintar torres de iluminação do Monumental para tirar uns trocados e ajudar a família. Foi dispensado da base do River Plate aos 13 anos. Pensou em desistir. Um olheiro do Arsenal de Sarandí quis o pequeno Jorge que dois anos depois seria contratado pelo Independiente. Foram 235 jogos com o terno Rojo, 72 gols marcados e uma passagem para a França. Ficou sete anos e 140 jogos nos Canários até sua ida ao Valenciennes, onde jogou apenas um temporada, suficiente para se envolver em uma polêmica. O Olympique de Marseille foi acusado de subornar jogadores, para vencer o Valenciennes com facilidade e se poupar para a decisão da Liga dos Campeões daquele ano. Burruchaga disse que foi procurado, mas que não aceitou o valor de 250 mil francos. Por que Burruchaga jogava de terno? Ter técnica e raça podem fazer um grande jogador, mas a estrela o transforma em uma lenda. Apenas os jogadores que tem estrela ficam para história e Burruchaga foi um deles que será lembrado para sempre como o heroi da Argentina em 1986. 👤 Jorge Luis Burruchaga 👶 9 de outubro de 1952 🏠 Argentino 👕 Arsenal de Sarandí, Independiente, Nantes, Valenciennes e Seleção Argentina 🏆 Copa Libertadores 1984, Copa Intercontinental 1984, Recopa Sul-Americana 1985 (Independiente) e Copa do Mundo 1986 (Seleção Argentina). Classômetro: 👔👔👔👔👔👔👔 (7,9)

  • Um becão de luvas

    Se um dia existisse uma seleção composta apenas por jogadores-problema do futebol nacional, certamente Fábio Costa iria defender a meta de tal plantel, pois apesar dos momentos bonitos da carreira do ex-arqueiro santista, suas condutas extracampo foram prejudiciais a um desenvolvimento maior como atleta. Porém, nada que o faça desmerecer o título de Classudo. Fábio Costa é o segundo goleiro que mais vestiu o terno do Peixe na história, apenas atrás do lendário Manga, mas antes de ser um ídolo (com seus "poréns") no Santos , o mesmo foi revelado no Vitória. Quatro anos atuando na sua terra natal foram suficientes para conquistar a projeção nacional que todo garoto almeja após estrear no profissional. Rumo a Santos. Ainda garoto e na sua segunda temporada pelo time de Pelé, Fábio Costa já era campeão brasileiro fazendo parte do time que tinha como estrelas Diego e Robinho! Mesmo com seu jeito difícil de lidar, a relação entre torcida e atleta sempre foi de harmonia, até o guarda-redes se transferir para o Timão. Dentro de um elenco milionário e polêmico, o Classudo de hoje demorou a ter sequência de jogos no time do então treinador Passarela. Mas está lá na história! Mais uma vez campeão brasileiro e com sua marca deixada no Corinthians , e também nas pernas de Tinga. Um ano após a conquista da liga nacional pelo Coringão, Fábio retornou ao Santos e é neste momento onde sua imagem começa a se deteriorar com atitudes violentas contra companheiros de equipe e torcida, e que tiveram reflexo dentro de campo! Empréstimos, afastamentos, lesões e o banco foram o sepultamento do goleiro no clube. Ainda com passagens por Atlético Mineiro e São Caetano, o hoje empresário de jogadores tinha um temperamento explosivo, mas a entrega sempre foi nítida. A quem diga que era um zagueiro na posição errada, as divididas pelo chão com os atacantes eram um espetáculo à parte, às vezes um sinônimo de penalidade máxima, porém ninguém o intimidava e, por isso, se tornou um detentor do amor e ódio das torcidas dos clubes em que jogou. Por que jogava de terno? Fábio Costa não foi um goleiro exuberante, mas tinha eficácia nas suas atuações, que fizeram vestir o terno alvinegro santista por 350 oportunidades divididas em duas passagens. Com o pavio curto, mas muito guerreiro dentro de campo. Um jogador aguerrido que anda em falta nos dias de hoje, principalmente na sua posição. 👤 Fábio Costa 👶 27 de Novembro de 1977 🏠 Brasileiro 👕 Vitória; Santos; Corinthians; Atlético-MG e São Caetano. 🏆 (Principais) Copa do Nordeste 97 e 99 (Vitória); Campeonato Brasileiro 02 (Santos); Campeonato Brasileiro 05 (Corinthians). 👑 Seleção do Campeonato Brasileiro 05. Classometro: 👔👔👔👔👔👔 (6,1) 📷 Valeska Silva / Globoesporte.com #Santos #Corinthians #AtléticoMG #Vitória

  • Paco Gento: Señor UEFA

    Qual o jogador com mais títulos da Copa dos Campeões? Se você respondeu Cristiano Ronaldo ou Di Stéfano , você quase acertou pois o classudo de hoje também jogou pelo Real Madrid, não só o maior campeão da UEFA como também o maior campeão espanhol, são essas as façanhas do classudo deste artigo: Francisco “Paco” Gento. Paco Gento iniciou a carreira profissional aos 19 anos em 1952 pelo Racing Santander, em apenas uma temporada já despertou o interesse do Real Madrid, que impulsionado pela propaganda do General Franco formou o primeiro time de galácticos em 1953 com a chegada de Di Stéfano. Com o terno merengue Gento disputou 18 temporadas em alto nível, se não era o principal jogador do elenco, com certeza era peça chave tanto do clube como da seleção espanhola. Até o ano de 2013 Gento era o futebolista espanhol com mais títulos na carreira, superado por Xavi, quando o mesmo conquistou seu 25° título. Talvez algum jogador um dia o alcance em número de títulos na copa dos campeões, finalista em oito edições, Paco conseguiu conquistar seis títulos, mas é praticamente impossível que algum outro atleta consiga ser campeão nacional por doze vezes. Em 1962 nosso classudo junto a Puskas liderou a seleção espanhola na Copa do Mundo, apesar de ser considerado um dos elencos mais fortes da Espanha, não conseguiram passar da primeira fase pois estavam no grupo da “morte” junto de Brasil, México e Tchecoslováquia. Na partida contra a seleção canarinha Gento deu muito trabalho a Djalma Santos, era difícil para o lateral brasileiro parar o espanhol na velocidade. Apesar de termos vencido a partida por 2 a 1 o resultado poderia ser outro se o árbitro da partida não tivesse se equivocado ao assinalar uma falta fora da área quando Nilton Santos na verdade tinha cometido penalti. Inclusive na sequência Puskas marcou um gol de bicicleta, mas o árbitro anulou por jogo perigoso. Nosso classudo encerrou a carreira em 1971 com 24 títulos, duas participações em Copas do Mundo e o status de maior jogador espanhol do Século XX, após o falecimento de Di Stéfano foi eleito presidente de honra do Real Madrid. Por que Paco Gento jogava de terno? Paco Gento foi um dos melhores pontas da história, era extremamente veloz e ousado, adorava dar passes de letra e também de calcanhar, cobrava escanteio, tinha grande visão de jogo e controle de bola. Há um vídeo no YouTube de todas as vezes que Gento tocou na bola durante a partida contra o Brasil em 62, neste vídeo é possível ver que ele infernizou a vida de Djalma Santos, inclusive driblou nomes como Didi e Garrin cha . 👤 Francisco Gento López 👶 21 de Outubro de 1933 🏠 Espanhol 👕 Racing Santander, Real Madrid ESP e Seleção Espanhola 🏆 (Principais) Campeonato Espanhol: 53/54, 54/55, 1956/57, 57/58, 60/61, 61/62, 62/63, 63/64, 64/65, 66/67, 67/68, 68/69, Copa dos Campeões: 55/56, 56/57, 57/58, 58/59, 59/60, 65/66 (Real Madrid) Eurocopa 64 (Seleção Espanhola) 👑 (Principais) Golden Foot Legends Award : 2004, World Soccer : Os 100 maiores jogadores de todos os tempos (81°) Classômetro: 👔👔👔👔👔👔👔👔 (8,6) 📷 Diario As

  • Obdulio Varela: El Negro Jefe

    "Se você olha friamente, como jogador, Obdulio Varela não foi um dos melhores, nem um dos piores. Mas era como esses atores que quando entram em cena, têm presença. Estava e quando estava, o campo era distinto. E isso foi decisivo no Maracanã, para que o Uruguai ganhasse contra essa besta de 200 mil cabeças que rugia. Ele levou adiante a luta, e depois teve a dignidade e a nobreza de escapar da comemoração dos uruguaios no hotel, para ir beber com os vencidos.” O escritor uruguaio Eduardo Galeano, assim descreve um dos maiores jogadores de todos os tempos da Celeste Olímpica e Peñarol , aquele pediu aos companheiros mais raça, mais alma e principalmente que não olhassem para as arquibancadas, tomando a bola para si e esfriando o jogo, após o gol de Friaça; aquele que fez seus brados ecoarem em meio a uma multidão emudecida após o gol de Ghiggia, conduzindo o Uruguai ao segundo título mundial, em 1950. Culpar Barbosa pelo fracasso brasileiro é leviano, já que do outro lado, havia o capitão Obdulio Varela, a besta fera que amarrava suas chuteiras com as veias e não com cadarços, como dissera Nelson Rodrigues, testemunha ocular do Maracanazo. De origem pobre e humilde, Obdulio trabalhava desde criança e já demonstrava, não somente capacidade e talento em clubes locais e torneios de bairro, mas também a consciência sobre as condições sociais e o racismo estrutural que o cercava. Nessa época, Obdulio vivia num casebre que anos depois serviria de morada para Luizito Suárez. Vendo que o futebol poderia lhe dar melhores condições de vida, inicia a carreira em 1936 no modesto Deportivo Juventud, tomando o posto de capitão com apenas 18 anos. Em 1938 o Montevideo Wanderers compra seu passe e Varela enfrenta o Peñarol pela primeira vez no Estádio Centenário, vencendo por 2 a 1. Após seis temporadas jogando no time considerado na época como a terceira força, transfere-se para o Peñarol em 1943, veste o terno aurinegro e torna-se capitão e ídolo carbonero, conquistando seis títulos nacionais, sendo eleito o melhor jogador uruguaio cinco vezes, em seis edições. Jogou pela última vez pelo Peñarol num amistoso contra o América-RJ , no Rio de Janeiro. Debutou na Seleção Uruguaia na Copa América de 1939 realizada no Peru, porém não conseguiu levar a Celeste Olímpica ao título, perdendo na final para a seleção anfitriã. Entretanto, sua primeira conquista com a seleção não tardaria, vindo a ser campeão e eleito o melhor jogador da Copa América de 1942, onde as sete seleções participantes jogaram entre si em turno único, vencendo o Uruguai com doze pontos. O ápice na seleção veio com a conquista da Copa do Mundo 1950 , escrevendo seu nome na história como um dos capitães mais imponentes e respeitados de todas as Copas do Mundo. Junto à Schiaffino e Ghiggia, foi protagonista do Maracanazo, onde seu posicionamento, lançamentos e frieza psicológica foram fundamentais para a conquista do segundo título mundial do Uruguai. O classudo dispensaria o terno, da mesma forma que se recusou a usar camisas com patrocínio, a ganhar mais que seus companheiros por ser capitão, e a aceitar subornos e presentes. Líder sindical, El Negro Jefe encabeçou uma greve pelo reconhecimento do sindicato e contra os baixos salários dos jogadores, além da lei do passe, que mantinha os mesmos, atados aos clubes, sem poder de negociação. Se Godín e companhia apoiaram uma paralisação do campeonato uruguaio em 2017, por melhor distribuição de direitos de imagem, tenham certeza que o ato de Obdulio em 1948 serviu como inspiração e referência para tal. Ainda que tenha conquistado títulos e reconhecimento mundial, faleceu pobre, sem usufruir de boas condições que o futebol poderia ter lhe propiciado. Em entrevista dada a certa emissora, Diego Lugano resumiu em poucas palavras a importância de Obdulio para o futebol e para o povo uruguaio. Ao ser questionado se brincava de ser Obdulio Varela na infância, o zagueiro apenas disse “que não se poderia brincar de ser deus”. Por que Obdulio Varela jogava de terno? Volante central destro, aguerrido e imortalizado com a camisa 5, Obdulio Varela possuía forte poder de marcação e senso de localização, sendo um exímio distribuidor de bolas e dono de potentes chutes à longa distância. Não era considerado um jogador excepcional, refinado, mas compensava pela liderança, forte personalidade dentro de campo e pelo controle psicológico que possuía e exercia como capitão, orientando os demais companheiros de time a não temerem o adversário, qualquer que fosse. Características que também demonstraria fora das quatro linhas, posicionando-se politicamente e socialmente diante de desigualdade sociais. 👤 Obdulio Jacinto Muiños Varela 👶 20 de setembro de 1917, faleceu em 2 de agosto de 1996, aos 78 anos. 🏠 Uruguaio 👕 Deportivo Juventud, Montevideo Wanderers, Peñarol e Seleção Uruguaia 🏆Campeonato Uruguaio 44, 45, 49, 51, 53 e 54 (Peñarol); Copa América 42, Copa do Mundo FIFA 50 (Seleção Uruguaia). 👑 Ordem de Mérito da FIFA 94. Classômetro: 👔👔👔👔👔👔👔👔 (8,3) 📷 Popperfoto/Getty Images

  • Franco Baresi: O líbero implacável

    Um jogador que está no hall de craques do futebol mundial não pelos seus gols, dribles plásticos ou passes geniais. Baresi, nosso classudo de hoje, marcou época no futebol italiano por sua inteligência tática e precisão cirúrgica nos desarmes. Fazia roubadas de bola parecerem jogadas plásticas! Com sua frieza foi comandante da defesa do Milan por 20 anos, ídolo incontestável que encheu a sala de troféus do time. Um líbero notável que dificilmente será igualado no futebol. Aliás, a posição de líbero já está em desuso nos esquemas táticos atuais. O jogador que jogava na sobra, com certa liberdade para partir ao ataque, já não aparece com tanta frequência. Baresi tinha habilidades que o tornavam excepcional na posição. Porque é necessário uma qualidade para distribuir o jogo, aliado a entendimento tático e até finalização quando pintasse a oportunidade de aparecer no campo de ataque. Foi jogando assim pelo Milan, com o terno de número 6, que Baresi tornou-se um ídolo. Chegou ao clube com 14 anos e só saiu dele na aposentadoria, aos 37 anos. Os números do classudo no clube impressionam: são duas décadas de serviços prestados, 719 partidas disputadas e 21 títulos conquistados. A idolatria com o defensor foi tanta que em sua despedida, no ano de 97, o clube rubro negro de Milão aposentou o número 6 junto. Na Azzurra, Baresi foi campeão do mundo aos 22 anos, quando ainda era uma promessa da Itália. Nas outras Copas do Mundo que disputou, já era protagonista e líder nas temidas defesas italianas em 90 e 94. Porém, faltou sorte ao líbero para conquistar novamente o mundo com sua seleção. Em 90, a zaga da Seleção Italiana era quase intransponível, só foi derrotada pela Argentina na semifinal e em uma disputa de pênaltis. Em 94 chegou a final, contra o Brasil. Baresi entrou em campo mesmo contundido com a missão de parar Bebeto e Romário. Até conseguiu, porque Romário disse após o jogo que fora a marcação mais implacável que sofrera na carreira. Mas novamente nas penalidades a Itália foi derrotada. E desta vez, nosso classudo errou uma das cobranças. Por que Baresi jogava de terno? Baresi foi um gênio tático. Não é exagero nenhum dizer isso. Assim como não é dizer que foi um dos maiores zagueiros da história do futebol mundial. Era baixo para sua posição, mais um gigante na marcação. Além de tudo isso, colecionou títulos e glórias; tanto no Milan quanto na Seleção Italiana. Por isso o "Senhor Milan" - como é chamado pelos rossoneros -, tem seu nome imortalizado no futebol da Itália. 👤 Franchino Baresi 👶 8 de maio de 1960 🏠 Italiano 👕 Milan ITA e Seleção Italiana 🏆 (principais) Campeonato Italiano 78/79, 87/88, 91/92, 92/93, 93/94 e 95/96; Champions League 88/89, 89/90 e 93/94; Mundial Interclubes 89 e 90 (Milan); Copa do Mundo 82 (Seleção Italiana). 👑 Bola de Prata da France Football 89, Melhor jogador do Campeonato Italiano 90, Jogador do século do Milan 99, FIFA 100 04. Classômetro: 👔👔👔👔👔👔👔👔 (8,8)

  • Di Stéfano: a flecha loira

    O nosso classudo de hoje é uma lenda argentina. Mas esqueça Messi e Maradona - ao menos por enquanto. Vamos falar de Alfredo Estéfano Di Stéfano Laulhé. A ''Flecha Loira'' não conquistou 8 Bolas de Ouro ou liderou a Argentina em um título da Copa do Mundo, mas Alfredo entortava os zagueiros com a facilidade de Lionel e percorria o campo inteiro com a velocidade de Diego. Antes de ser eternizado como um dos maiores da história, é preciso lembrar que ele não queria ser jogador. Queria ser aviador, mas o incentivo do pai o fez começar vitoriosa carreira no tapete verde do River Plate. Mesmo com a habilidade em marcar gols e sua incrível velocidade já evidentes como ponta-esquerda, não teve espaço no time e foi emprestado ao Huracán, onde recebeu o apelido que o marcara por suas características já notadas no River. Na volta ao time que o revelou, já sem alguns craques, foi integrado ao elenco principal e conquistou de vez a torcida dos "Millonários", como é conhecido o time da capital argentina. Mas uma greve no futebol argentino em 1948 paralisou o campeonato e fez vários jogarem irem para o exterior. Di Stéfano optou por um outro Millonários, da Colômbia. E aí os gols se tornaram cada vez mais recorrentes. Como se não bastasse, aprimorou sua capacidade em dar passes, marcar e chutar com as duas pernas, se tornando cada vez mais completo. Seu esforço foi recompensado. Em uma excursão pela Europa, o Millonários venceu o Real Madrid por 4x2 com dois gols dele. E se você conhece um pouco da história de Di Stéfano sabe que é impossível falar do Real Madrid sem falar do craque argentino e vice-versa. Começam então os anos que o marcariam para sempre como um dos maiores da história. O Real Madrid o contrata em 1953 e ele deixa o Millonários como o maior artilheiro da história do clube com 267 gols em 292 partidas. No time madrilenho pode, enfim, realizar o sonho de aviador e alçar voos mais altos e levar o Real Madrid ao topo. O time, que até então não era nem a maior força de Madrid, se tornara uma pedra no sapato dos times espanhóis, sobretudo o Barcelona, começando ali a rivalidade que segue até hoje. Com o terno do Real Madrid, Di Stéfano foi nada menos que 5 vezes artilheiro da La Liga e ajudou o time a ser campeão 5 VEZES CONSECUTIVAS da Copa dos Campeões da Europa (atual Liga dos Campeões). Nas duas últimas conquistas, atuou ao lado de Ferenc Puskás , outro mito do futebol, de quem era amigo pessoal. Já sentindo o peso da idade e insatisfeito com o banco de reservas, deixou o time após 11 temporadas já com o status de maior jogador que havia passado por lá e permanece até hoje. Terminou a carreira no Español, em 66, com mais de 800 gols marcados na carreira. Ainda foi treinador de diversos clubes sem muito sucesso e presidente honorário do Real Madrid de 2000 a 2014, ano em que faleceu, aos 88 anos. Agora sim, você já pode voltar a falar de Messi e Maradona como grandes nomes do futebol argentino, mas jamais se esqueça de Di Stefano, que nunca teve a mesma mídia. Nunca disputou uma Copa do Mundo, aliás, foi a Copa do Mundo que nunca recebeu Di Stéfano e, mesmo assim, foi o maior jogador da era pré-Pelé, para alguns foi até o maior de todos, como disse Joaquín Peiró, que jogou pelo Atlético de Madrid "para mim, o número 1 é Di Stéfano. Aqueles que o viram, viram. Aqueles que não o viram, perderam". Por que Di Stéfano jogava de terno? "Se Pelé foi o violinista principal, Di Stéfano foi a orquestra inteira". (Helenio Herrera, ex-técnico do Barcelona). 🚹 Alfredo Estéfano Di Stéfano Laulhé 👶 4 de julho de 1926. Faleceu em 7 de julho de 2014, aos 88 anos 🏠 argentino/colombiano/espanhol 👕 River Plate ARG, Huracán, Millonarios, Real Madrid ESP e Espanyol ESP. 🏆 Campeonato Argentino 45 e 47 (River Plate); Campeonato Colombiano 49, 51 e 52; Copa da Colômbia 53 e Pequena Taça do Mundo 53 (Millonarios); Mundial Interclubes 60, Liga dos Campeões da UEFA 55/56, 56/57, 57/58, 58/59 e 59/60, Pequena Taça do Mundo 56, Campeonato Espanhol 54, 55, 57, 58, 61, 62, 63 e 64 e Copa do Rei 62 (Real Madrid). 👑 Bola de Ouro da Revista France Football 57 e 59; Jogador espanhol do ano 57, 59, 60 e 64; 2º Maior Jogador do Século XX pelo Grande Júri FIFA 00; FIFA 100 04. Classômetro: 👔👔👔👔👔👔👔👔👔 (9)

  • Casillas: "Campeão do mundo não pode acabar no Porto"

    A declaração é polêmica. Dita pela mãe de Iker Casillas após o filho concretizar sua transferência para o Porto. E também injusta, é verdade. De fato, Casillas sofria com más atuações e a impaciência da torcida e não é tão raro assim vermos campeões do mundo jogando em times de menor expressão. O Porto, aliás, foi escolha dele, mas mãe é mãe. Afinal, por que foram perguntar a opinião da mãe dele sobre isso? Porque essa foi uma transferência bastante turbulenta, que envolveu guerra de egos, problemas com o presidente, com a torcida e uma saída pela porta dos fundos depois de mais de 25 anos dedicados ao Real Madrid . Iker Casillas Fernández chegou ao Real com 9 anos de idade. Depois de crescer e se desenvolver por 8 temporadas nas categorias de base do clube, foi promovido ao time principal, em 1998, então com 17 anos e no mesmo ano já teve as primeiras oportunidades sob as traves. Mas a titularidade mesmo só veio anos depois. Aos 23 minutos do 2º tempo da final da Liga dos Campeões 01/02 o então goleiro César Sánchez sofreu uma lesão na mão e coube a Casillas garantir o título para o time merengue com defesas importantes. A partir daí e durante 10 temporadas a meta do Real Madrid nunca foi de outra pessoa senão dele. Sua importância para o time era tão vital que além das luvas começou a usar também a braçadeira de capitão na temporada 10/11. Àquela altura ele já era um dos maiores ídolos do clube, com diversos títulos de equipe e individuais. Além da liderança dentro de campo, também possuía influência fora dele. Mas toda essa sólida relação começou a desmoronar em 2013. As lesões, as más atuações ( e os desentendimentos com o treinador José Mourinho) fizeram Casillas assistir novamente a partida do banco reservas, algo que ele parecia ter esquecido, depois de tantos anos dentro de campo. Em 2014 a marca de 700 jogos foi ofuscada por mais uma série de falhas, atuações muito aquém do esperado e mais vaias da torcida, que parecia não ter mais paciência para ele. E a diretoria também, que entendia que o tempo para ele já havia acabado. Sem espaço no clube, foi vendido ao Porto em 2015. Saiu sem jogo de despedida, ou qualquer outra devida homenagem à história do jogador. Apenas uma coletiva emocionada de adeus. Para a mãe de Casillas e parte da torcida e imprensa, a situação poderia ter sido evitada pelo presidente Florentino Perez que parecia claramente querer se livrar dele. Já a outra parte acredita que, além das péssimas últimas temporadas no Real Madrid, o jogador também possuía poder demais dentro do clube e que isso estaria desgastando a relação entre os jogadores. Por que Casillas jogava de terno? É um dos maiores ídolos de um dos maiores times do mundo. No auge, Casillas chegou até a desbancar a lenda Gianluigi Buffon. Mas enquanto o italiano ainda se mantém intacto na Juventus, o espanhol não conseguiu manter o alto nível e em uma vertiginosa queda na carreira, perdeu espaço, status, apoio e também o time que defendeu por mais de duas décadas. Talvez essa história pudesse ter tido um outro desfecho, se houvesse um presidente mais disposto a conversar e um goleiro mais disposto a ceder. Ou o contrário. Não dá pra dizer quem está certo nessa história, as versões são muitas, você decide em quem quer acreditar. Mas o que ninguém discorda é que Casillas será pra sempre um dos maiores goleiros do Real Madrid. 🚹 Iker Casillas Fernández 👶 20 de maio de 1981 🏠 Espanhol 👕 Real Madrid ESP, Porto POR e Seleção Espanhola 🏆 (títulos principais) Campeonato Espanhol 00/01, 02/03, 06/07, 07/08 e 11/12; Copa do Rei 10/11 e 13/14; Liga dos Campeões da UEFA 99/00, 01/02 e 13/14; Copa Intercontinental 02 e Copa do Mundo de Clubes FIFA 14 (Real Madrid); Eurocopa 08 e 12 Copa do Mundo FIFA 10 (Seleção Espanhola). 👑 Jogador revelação do Campeonato Espanhol 99/00, Time do Ano da UEFA 07, 08, 09, 10, 11 e 12; Melhor Goleiro do Mundo 08, 09, 10, 11 e 12; Melhor Goleiro do mundo pela FIFA 08, 09, 10, 11, 12; Melhor Goleiro do Campeonato Espanhol 09 e 12; Equipe da Copa do Mundo 10; Real Ordem de Mérito Esportivo 09; Luva de Ouro 10; Equipe da Euro 08, 12. Classômetro: 👔👔👔👔👔👔👔👔 (8)

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