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  • Oscar, o "Belo"

    Em 1954 a Europa sediava sua primeira Copa do Mundo no pós-guerra, e a FIFA, sediada na Suíça, comemorava seu 50º aniversário. No dia 20 de junho o mundo acompanhava (apenas uma força de expressão) extasiado a fantástica seleção húngara golear a poderosa Alemanha Ocidental por 8x3, revelando ao mundo jogadores como Gyula Grosics, Nándor Hidegkuti, Jósef Bozsik, Zoltán Czibor, Ferenc Puskas e Sándor Kocsis, este último autor de 4 gols na partida e que terminaria a competição com incríveis 11 gols em apenas 5 jogos. Neste mesmo dia, na pequena cidade de Monte Sião (Minas Gerais), nascia Oscar, filho de pai taxista e mãe costureira. Poucos dias depois de completar 28 anos, a vida o colocaria diante de outro atacante matador, Paolo Rossi, que com 3 gols decretou a queda da aclamada seleção brasileira, no que passou a ser conhecido como “a tragédia de Sarriá”. Esta história poderia ter outro final, se o veterano goleiro Dino Zoff não tivesse feito, nos instantes finais, uma espetacular defesa depois de uma cabeçada certeira de Oscar. Oscar começou sua carreira amadora na Associação Atlética Monte-Sionense, inicialmente como goleiro, depois como zagueiro central, e passou pelo time de Águas de Lindóia. Aos dezesseis anos foi levado para a Ponte Preta, mas sua estreia no time profissional, em um jogo contra o Santos, só ocorreu em 72. Destaque da equipe, foi convocado para para a Seleção Brasileira juvenil, campeã sul-americana em 74. Dois anos depois de sua estreia, Oscar participou de um jogo histórico, também contra o Santos, quando enfrentou novamente o Santos no jogo de despedida do Rei Pelé na Vila Belmiro. Tornou-se, assim, o “último marcador de Pelé no campeonato paulista. Destaque na “Macaca”, Oscar formou com Polozzi uma das melhores zagas da história do time, sendo o xerife do vice-campeonato de 77 e, pela primeira vez, foi convocado para a seleção brasileira. Titular em todos os jogos ao lado de Amaral, do rival campineiro Guarani, Oscar, chamado de “Belo” pelos companheiros, consolidou sua fama de excelente zagueiro e passou a despertar o interesse de vários clubes, como já havia acontecido com o Palmeiras, Cruzeiro e Corinthians. Em 79, já formado em Fisioterapia pela PUC de Campinas, Oscar transfere-se para o New York Cosmos, ajudando a Ponte a aliviar seus problemas financeiros. Não se deslumbrou com a megalópole Nova York, não se tornou frequentador assíduo dos melhores restaurantes e casas noturnas e, depois de apenas sete meses, retornou ao Brasil, agora para envergar o terno do São Paulo F. C. Considerado “um dos jogadores mais bem pagos do futebol brasileiro” à época, Oscar fez sua estreia no tricolor, já como capitão, ajudando a aplicar uma goleada por 4 x 0, em jogo amistoso contra o Palmeiras, placar que se repetiria no jogo seguinte contra o Corinthians, pelo campeonato paulista. Os títulos foram obtidos de imediato, com dois paulistas (81 e 82), formando uma zaga considerada intransponível com o uruguaio Dario Pereyra. Vice-campeão brasileiro em 81, Oscar foi novamente convocado para a seleção brasileira e disputou a Copa do Mundo no ano seguinte, titular em todas as partidas, tendo marcado um dos gols na vitória contra a Escócia, na primeira fase do torneio. De volta ao São Paulo, só conseguiu novos títulos no campeonato paulista de 85 e no campeonato brasileiro de 86, quando participou de sua terceira Copa do Mundo, desta vez na reserva de Júlio César. No ano seguinte, depois de desentendimentos com o técnico Cilinho, o zagueiro rescindiu seu contrato e, aos 32 anos, transferiu-se para o Nissan Motors (Japão), time pelo qual foi bicampeão nacional em 88 e 89. Encerrou a carreira de jogador em 90, tendo sido treinador de várias equipes no Brasil, Japão e Arábia Saudita. Atualmente é agente Fifa autorizado e possui um centro de treinamentos em Lindóia (SP). Por que Oscar jogava de terno? Clássico e excelente nas bolas aéreas, tanto na defesa quanto no ataque, Oscar era um zagueiro que anulava os ataques adversários com jogadas de categoria, mas também não se furtava a dar chutões em caso de necessidade. Destacou-se por sua impressionante capacidade de roubar bolas ao adversário sem cometer faltas e, nas jogadas aéreas de ataque era mortal, tendo feito 13 gols pelo São Paulo e dois pela Seleção Brasileira 👤 José Oscar Bernardi 👶 20 de junho de 1954 🏠 Brasileiro 👕 Ponte Preta, New York Cosmos EUA, São Paulo, Nissan Motors JAP, Seleção Brasileira 🏆 (principais) Campeonatos Paulista 80, 81, 85 e 87 e Campeonato Brasileiro 86 (São Paulo); Campeonato Japonês em 88 e 89 (Nissan Motors) 👑 Bola de Prata da Revista Placar (77) Classômetro:👔👔👔👔👔👔👔 (7,0) #PontePreta #SãoPaulo #SeleçãoBrasileira #Brasil #CopadoMundo1982 #CopadoMundo1986 #Zagueiro

  • Adílio: o camisa 8 rubro-negro

    O JdT de hoje volta aos anos 70 para relembrar a vitoriosa carreira de um ídolo da torcida flamenguista. Ao lado de Andrade e Zico, formou uma trinca clássica no meio-campo, tornando-se um colecionador de títulos. Adílio, exímio camisa 8, desfilou no tapete verde sempre com classe, raça e comprometimento à camisa que vestia. Foi descoberto jogando bola com os amigos na comunidade da Cruzada de São Sebastião. Adílio, que já costumava pular os muros do CT de treinamento para acompanhar o Flamengo, foi integrado as categorias de base do clube depois de passar pela Usina de talentos. Cria da casa, despontou com o terno rubro-negro em 77 e aos vinte e um anos já era titular absoluto. Com muito vigor físico e boa movimentação, ajudava a dar velocidade à saída de bola e ainda aparecia como uma peça extra no ataque. Já nos anos 80, ao lado do refinado volante e do craque da camisa 10, o classudo participou das conquistas da Taça Libertadores, do Campeonato Brasileiro e do Mundial de Clubes. Habilidoso e criativo, a estrela de Adílio brilhou também em momentos decisivos. O craque balançou as redes em sete finais - os mais importantes contra o Liverpool, em Tóquio e contra o Santos, no campeonato nacional de 83. Ao todo foram 617 jogos defendendo as cores do Flamengo, sendo o terceiro jogador que mais atuou pelo clube (ficando atrás apenas de Júnior e Zico). Além disso figura o Top 12 de artilheiros. Um ídolo que merece reverências. Perdeu espaço na Gávea ao final dos anos 80, transferindo-se para o Coritiba, onde teve uma discreta passagem. Jogou ainda no futebol equatoriano e na volta ao Brasil atuou por times menores do Rio de Janeiro até pendurar as chuteiras. Trabalhou como técnico das categorias de base do Flamengo. Com a Seleção Brasileira não teve muitas oportunidades, vestindo a amarelinha apenas em dois amistosos. Por que Adílio jogava de terno? Com excelente visão de jogo, Adílio tratava muito bem a bola com belos passes e chutes certeiros. O estilo clássico e habilidoso do craque é lembrado por muitos com saudade. Cravou seu nome na história do Flamengo por seu talento e dedicação ao clube, sendo decisivo nos momentos de glória. 👤 Adílio de Oliveira Gonçalves 👶 15 de maio de 1956 (61 anos) 🏠 Brasileiro 👕 Flamengo, Coritiba, Barcelona EQU, Alianza Lima PER, América de Três Rios, Friburguense, Barreira e Seleção Brasileira. 🏆 (principais) Taça Libertadores 81, Mundial de Clubes 81, Campeonato Brasileiro 80, 82 e 83, Campeonato Carioca 78, 79, 81 e 86 (Flamengo) 👑 Bola de Prata da Revista Placar 77 e 78 Classômetro: 👔👔👔👔👔👔👔 (7,5) #Flamengo #SeleçãoBrasileira #Brasil #Meia

  • Tarciso: o Flecha Negra

    Veloz e certeiro, características óbvias para alguém que carrega esse apelido. José Tarciso de Souza marcou época no imortal Grêmio campeão mundial em 83. Vestindo o terno tricolor gaúcho, foram 13 anos sendo uma das referências do time porto-alegrense, o transformando até hoje no jogador que mais vezes ostentou a vestimenta do time. O flecha negra, nascido em Minas Gerais, começou sua carreira no América do Rio , como um centro-avante nato. Mas, em 73, quando foi para o Rio Grande do Sul, sua velocidade o fizeram ser deslocado para a direita, como um verdadeiro ponta. Mesmo não estando na posição natural, Tarcíso não deixou de marcar seus gols. Na longa carreira no time gaúcho, foram 226 ao todo, o transformando no segundo artilheiro da história do Grêmio. Na vitoriosa campanha gaúcha da Libertadores de 83 e mundial do mesmo ano, o Flecha Negra foi deslocado para a esquerda. É que do outro lado, surgia uma promessa chamada Renato Portaluppi. Ainda assim, o artilheiro continuou desmonstrando a frequente habilidade e velocidade. Obviamente, seus desfiles pelo tapete verde do então Olímpico lhe renderam algumas convocações para a Seleção Nacional: foram 8 jogos e apenas um gol. Depois de sua longa passagem pelo Grêmio, Tarciso ainda jogaria no Cerro, Coritiba e nos modestos Goiânia e São José. Depois de sua aposentadoria, em 90, abriu uma escola de futebol e, hoje, é vereador em Porto Alegre. Por que Tarciso jogava de terno? Goleador, o Flecha Negra tinha como principal característica a velocidade, o que o vez ser deslocado para os lados da área e, ainda sim, não deixar de ser importante naquele time do Grêmio da década de 80. Hoje, é o classudo que mais vestiu o terno tricolor. 👤 José Tarciso de Souza 👶 15 de setembro de 1951 (65 anos) 🏠 Brasileiro 👕 América-RJ, Grêmio, Goiás, Cerro Porteño, Coritiba, Goiânia, São Jose-RS e Seleção Brasileira. 🏆 Campeonato Gaúcho: 77, 79, 80, 85 e 86; Campeonato Brasileiro: 81; Taça Libertadores da América: 83; Copa Intercontinental: 83 (Grêmio). Campeonato Goiano: 86 (Goiás) e Campeonato Paraguaio: 87 (Cerro Porteño). 👑 Sem títulos individuais de destaque. Classômetro: 👔👔👔👔👔👔 (6,5)

  • Catanha: o voo da gaivota

    Famoso pelo seus gols e a forma inconfundível de celebrá-los, o voo da gaivota acompanhou por muitos anos a carreira de Henrique Guedes da Silva, mais conhecido como Catanha, um ritual que nunca podia faltar em suas comemorações. Suas condições de goleador implacável ainda quando atuará no Brasil, vestindo a camisa do CSA entre os anos de 1993 e 1995, logo ganharam fama em terras espanholas, onde se destacou vestindo as camisas de Celta de Vigo e Málaga, com quem conquistou a Copa Intertoto da UEFA, em 2000. A consagração do atacante na Espanha veio quando ele foi convidado para se naturalizar e vestir a camisa da Fúria no mesmo ano. Formado nas categorias de base do Fluminense, Catanha iniciou sua carreira profissional no São Cristóvão (1991 a 1994), e após jogar 2 temporadas pelo União São João, foi contratado pelo CSA de Alagoas, como artilheiro, tendo marcado 31 gols no Campeonato Alagoano de 1994. Ainda jogou pelo Paysandu em 1995, até assinar com o Belenenses de Portugal. Em 1997/1998, iniciou uma trajetória de 8 anos pelo futebol espanhol, jogando por Salamanca, Leganés (empréstimo), Málaga e, principalmente, Celta de Vigo. Em 2004, jogou pelo Krylya Sovetov da Rússia, e após uma segunda passagem pelo Belenenses em 2005, voltou ao Brasil no mesmo ano para jogar no Marília e no Atlético Mineiro. Regressaria à Espanha em janeiro de 2006, contratado pelo Linares. Voltou novamente ao Brasil em 2010 para defender o Corinthians Alagoano no campeonato local e na Copa do Brasil. Em seguida, voltou ao CSA onde atuou no Campeonato do Nordeste e na segunda divisão local. Encerrou a carreira pela primeira vez em 2012, quando jogava pelo Sport Atalaia, onde chegou como principal atração do time. Após 4 anos parado, quando chegou a candidatar-se à presidência do CSA (posteriormente abandonou a candidatura), o atacante confirmou sua volta aos gramados pelo Sete de Setembro, com o objetivo de evitar o rebaixamento da equipe à Segunda Divisão alagoana. Ainda em 2016, voltou a jogar na Espanha, assinando com o Dos Hermanas, da Tercera División onde joga ao lado de seu filho, Pedro Guedes, e também trabalha como auxiliar-técnico. Antes, exerceu a função de jogador e treinador do Zénit de Torremolinos, time da Segunda Divisão da Andaluzia (uma das divisões regionais do futebol espanhol). O desempenho de Catanha pelo Málaga - e, posteriormente, pelo Celta de Vigo - credenciaram-no a naturalizar-se espanhol em 2000, estreando pela Seleção em outubro, contra Israel, em jogo válido pelas Eliminatórias da Copa de 2002. Ele ainda disputaria 2 partidas no mesmo ano. Em sua curta passagem pela Fúria, Catanha tornou-se o terceiro negro (e o segundo brasileiro) a atuar pela Seleção. Por que Catanha jogava de terno? Tendo alcançado voos imagináveis, Catanha conquistou seu espaço no Jdt por sua categoria e poder de finalização no arremate final, artilheiro por onde passou, o voo da gaivota marcou e encantou muitas torcidas. 👤 Henrique Guedes da Silva 👶 6 de Março de 1972 (45 anos) 🏠 Brasileiro/Espanhol 👕 São Cristóvão, União São João, CSA, Paysandu, Marília, Atlético Mineiro, Corinthians-AL, CSA, Sport Atalaia, Sete de Setembro-AL, Belenenses-POR, Salamanca, Leganés-ESP, Málaga, Celta de Vigo, Krylya Sovetov-RUS, Linares-ESP, Unión Estepona, Zénit de Torremolinos, Dos Hermanas e Seleção Espanhola 🏆 Campeonato Alagoano: 94 (CSA), Campeonato Mineiro: 95 (Atlético-MG), 2ª Divisão Espanhola: 99 e Copa Intertoto da UEFA: 2000 (Málaga) 👑 Sem prêmios individuais importantes Classômetro: 👔👔👔👔 (4,0) #AtléticoMG #SeleçãoEspanhola #Brasil #Atacante

  • Falha de Cobertura: Compromisso com a verdade!

    Humor, entretenimento, jornalismo e esporte. Hoje em dia isso é cada vez mais presente no dia a dia do brasileiro. Mas poucos sabem fazer com qualidade, sem piadas clichês ou apelativas. Um dos poucos que conseguem é o Falha de Cobertura. E você PRECISA conhecer esse programa! O Falha de Cobertura é um programa do pessoal da TV Quase, que também produz “O último programa do Mundo”, “Décimo Andar”, “Choque de Cultura” e "Irmão do Jorel". Com humor que muito lembra “Hermes e Renato”, essa galera saiu do falecido “Rock Gol de Mesa” da também falecida MTV. Mas vamos ao Falha (mas recomendamos MUITO que vocês assistam aos outros programas): é uma mesa redonda comandada pelo Craque Daniel (Daniel Furlan) e comentada por Cerginho da Pereira Nunes (Caito Mainier). A dupla, toda segunda (normalmente) lança um programa novo em seu canal do Youtube: ou falando da rodada passada, de um assunto em alta ou dos piores times de determinados clubes (os caras desenterram uns “classudos” por lá que só vendo!). Craque Daniel é claramente uma paródia aos boleiros cada vez mais presentes nas mesas redondas desse Brasil varonil. Em sua “biografia” está que ele quase foi com a seleção de Lazaroni para a copa de 90, se não fosse uma lesão na coxa esquerda adquirida quando fora correr para pegar um ônibus. Seus comentários é o que norteia o programa (que é dele e ele gosta de deixar isso claro!), sempre potencializando o ponto fraco de cada jogador/time com um olhar aguçado de quem “enxerga” craques de 8 anos de idade e, com o “Projeto Passaporte Ucrânia”, manda as promessas para o Leste Europeu. Já Cerginho do Falha de Cobertura é o grande ponto forte do Falha, apesar de claramente (e propositalmente) ser o coadjuvante. Cerginho é uma figura inocente e iletrada, que se deixa levar por Craque Daniel. Apesar disso, seus comentários, pertinentes a detalhes que certamente “a grande mídia” não vê, dão o ar graça. Apesar de não ter estudo, o personagem possui um diploma em “Escultura em Sabonete” e hoje busca o reconhecimento de comentarista fazendo um curso de jornalismo a distância. A dupla leva o programa sempre de forma muito descontraída, sem piadinhas forçadas e mostrando que os personagens não estão ali para isso (apesar de fazê-las seriamente). Ora ou outra há participações especiais, como Rafinha Bastos (Falha de Cobertura 23, que tem um ótimo vídeo só de bastidores!), João Canalha (Falha 30 e 31). Alguns episódios são num modelo retrô, simulando uma determinada época para falar de um assunto em voga daquele período. Há ainda o “Prêmio Lucas Mugni” ao final do Brasileirão, dado aos piores jogadores do Campeonato Brasileiro. Vale a pena assistir a Falha de Cobertura? Vale e vale muito! O Falha de Cobertura é um programa que foge do estereótipo tanto do humor esportivo quanto do jornalismo. A começar pelo cenário, que ao fundo tem um CGI tosco com fotos de baixa resolução do assunto abordado, uma mesa (sim redonda) com uma toalha que a sua tia poderia ter doado e em cima dela uma jarra de água e dois copos de vidro (o do Daniel sempre cheio, com o craque bebendo sempre. Já o do Cerginho é quase sempre vazio, para racionar e economizar). Enfim, cenário, roupa, tudo é pensando para parecer tosco mesmo. E é muito bom. Para não só falar bem, o único mal é esperar uma semana para um episódio e ter um programa de 3 minutos (“Falha de cobertura 120 – A Liderança escondida do Atlético/GO”). Mas geralmente são maiores, alguns chegando a 40min. Não tem uma regra. Se você nunca assistiu, pode começar com qualquer episódio, todos estão no youtube. Mas se quiser começar bem, assista a “FALHA DE COBERTURA 32: Brasil 1x7 Alemanha (Copa 2014)”. Ela foi feita exatamente após aquele fatídico jogo e é MUITO BOM. PS.: o programa não é recomendado a fãs de David Luiz. 🎥 Falha de Cobertura 👤🎥 Daniel Forlan e Caito Mainier (TV Quase..) 📅 2014 - 💻 Youtube Avaliação: 🎬🎬🎬🎬🎬🎬🎬🎬🎬 (9,5)

  • Gary McAllister: se não puder ser o melhor faça o melhor que puder

    A lei natural da vida de um jogador de futebol diz que o seu auge técnico chega ali próximo dos 25 anos. E quanto melhor e mais técnico, melhores contratos em melhores times. A partir dos 30, porém, o corpo já começa a dar sinais de desgaste, não aguenta mais o ritmo de treinos. Aos 35 isso já fica bem evidente. O banco de reservas se torna mais frequente. Sem poder jogar tanto e render o mesmo que jogadores mais jovens, a tendência agora é assinar contratos mais modestos com times idem. Não foi o que aconteceu ao classudo de hoje. Estamos falando de Gary McAllister . Poucos são os leitores que vão se lembrar quem foi Gary McAllister. Há motivos para isso. Boa parte de sua carreira ele passou na segunda divisão da Inglaterra. O escocês começou em 81 como atacante nas categorias de base do Motherwell, time que leva o nome de sua cidade natal, mas o desenvolvimento das habilidades no domínio da bola e no passe fez com que ele recuasse um pouco no campo para jogar no meio, sem que perdesse sua veia goleadora. Assinou com o Leicester em 85 e não conquistou títulos de relevância, mas se destacou individualmente na segunda divisão inglesa, sendo eleito por 2 temporadas como parte do time ideal da competição. Pelo Leeds United, agora na primeira divisão, ajudou o time a conquistar a campeonato inglês na temporada 91/92 mas viu o time ser rebaixado no ano seguinte. Permaneceu no clube até 96 para então vestir o terno do modesto Coventry City. Na virada do milênio, a idade chegava, a habilidade com a bola já não era a mesma e a curva descendente em sua carreira já era evidente. Eis que então, aos 35 anos, Gary McAllister foi parar no Liverpool. Nenhum torcedor dos Reds duvidava que ele tivesse habilidade para vestir aquele terno vermelho, mas estranharam ver um jogador ser contratado já em fim de carreira. O fato é que, apesar do pouco tempo em que permaneceu no Anfield, Gary conquistou a simpatia dos fãs e dos jogadores mais jovens, que viam nele uma fonte de inspiração e incentivo. Se dentro de campo não participava muito - era reserva de ninguém menos que Steven Gerrard - fora dele contribuía com sua experiência de veterano e, assim, junto ao restante do elenco, aumentou sua galera de troféus e o número de times por onde deixou saudade. Por que Gary McAllister jogava de terno? Por Leeds e Leicester, Gary McAllister realizou mais de 200 jogos em cada e se tornou ídolo da torcida. Se consagrou como um meio de campo goleador com habilidades no passe e na bola parada. Aos 35 anos assinou com o Liverpool e, apesar de ter pouco jogado, mostrou ser um bom líder e referência aos mais jovens. 👤 Gary McAllister 👶 25 de dezembro de 1964 (52 anos) 🏠 Escocês 👕 Motherwell, Leicester ING, Leeds United ING, Coventry City, Liverpool ING e Seleção Escocesa 🏆 (Títulos principais) Campeonato Escocês 84/85 (Motherwell); Campeonato Inglês 91/92 (Leeds); Copa da Liga Inglesa 01 e Copa da Inglaterra 01 Copa da UEFA 01 (Liverpool) 👑 Time do ano da 2ª Divisão Inglesa 88/89, Time do ano do Campeonato Inglês 91/92 e 93/94, Hall da Fama do futebol escocês 2016 Classômetro 👔👔👔👔👔👔 (6,2)

  • A classe e elegância de Mauro Silva

    No início dos anos 1990, um time alvinegro do interior de São Paulo encantou o Brasil. O Bragantino foi campeão paulista em 90 e vice-campeão brasileiro no ano seguinte. Se o clube não conseguiu manter a boa fase nos anos seguintes, pelo menos conseguiu revelar grandes nomes do futebol brasileiro, como o “pofexô” Vanderlei Luxemburgo e o classudo e discreto volante Mauro Si lva. E é este o escolhido de hoje do JDT. Mauro Silva vestiu o terno de apenas três clubes durante os 19 anos de carreira. Ao contrário do qu e muitos pensam, seu primeiro clube foi o Guarani, onde em 1989 foi vice-campeão paulista. No ano seguinte, que ele ficou conhecido nacionalmente ao chegar no Clube Atlético Bragantino. Em 1991, ele levou o prêmio Bola de Ouro da Placar, como melhor jogador do Campeonato Brasileiro. No ano seguinte, foi Bola de Prata. Es se desempenho chamou a atenção dos espanhóis e, em 1992, apresentou-se no La Coruña. E sobram motivos para confirmar porque ele virou ídolo por lá. Em 13 temporadas, somou 471 jogos, sendo o segundo jogador que mais vestiu a cami sa do Dépor, atrás apenas de Fran, que foi contemporâneo de Mauro Silva. Foi neste período que o La Coruña viveu os melhores anos, conquistando o único título espanhol da história, na temporada 1999/00. Em uma eleição feita durante as comemorações de 110 anos do clube, em novembro de 2016, Maurão foi escolhido o maior jogador da história. Ele, inclusive, já virou nome de rua na cidade espanhola. A história c om a Seleção Brasileira co meçou quando ainda defendia o Bragantino. Em 1991, foi titular no vice-campeonato da Copa América. Mas foi em 1994 que se consagrou para os brasileiros. Foi titular durante as sete partidas da Copa do Mundo e um dos grandes responsáveis pelo forte sistema defensivo no tetracampeonato mundial. No total, tem 58 jogos com a amarelinha. Por que Mauro Silva jogava de terno? Discreto, eficiente e muito disciplinado, Mauro Silva foi referência dentro e fora de campo. Ele se acostumou a jogar rodeado de jogadores muito mais técnicos e habilidosos. Consciente disso, compensava com muita dedicação, disciplina tática e conseguia desempenhar, de forma muito eficiente, o papel dentro de campo. A idolatria que conquistou no La Coruña se deu também pela fidelidade que demonstrou, recusando propostas de clubes maiores. Quando teve uma lesão detectada no tornozelo, que acabou encerrando sua carreira em 2005, teve uma proposta do presidente do Depor para renovar por mais quatro anos, mas recusou por entender que não poderia ter o mesmo desempenho. 👤 Mauro da Silva Gomes 👶 12 de fevereiro de 1968 🏠 Brasileiro 👕 Guarani, Bragantino, La Coruña ESP e Seleção Brasileira. 🏆 Campeonato Espanhol 00 e Copa da Espanha 95 e 02 (La Coruña), Campeonato Paulista 90 (Bragantino), Copa do Mundo 94 e Copa América 97 (Seleção Brasileira). 👑 Bola de Ouro Placar 91, Bola de Prata Placar 92 e 9º melhor jogador do Mundo pela Fifa 94. Classômetro: 👔👔👔👔👔👔👔 (7,2) 📷 Getty Images

  • Di Natale: "Il Tóto de Údine"

    O classudo de hoje é um dos maiores goleadores da Itália nos últimos tempos, Antonio Di Natale. Di Natale nasceu em Nápoles apesar de ter iniciado sua carreira no futebol no norte da Itália, sendo aceito para as categorias jovens do Empoli. Em meados de 1996 chegou aos profissionais, porém foi emprestado 3 vezes para o Iperzola, Varese e Viareggio, respectivamente. Demorou a se firmar no Empoli, porém na temporada 99-00 conseguiu se destacar apesar da modesta campanha no campeonato, onde o Empoli terminou em nono lugar na Série B do Campeonato Italiano. Na temporada 01-02 ajudou sua equipe a conquistar o acesso à 1ª divisão italiana, terminando em quarto lugar no campeonato. Destaque do time, Di Natale terminou o campeonato como artilheiro da equipe, marcando 16 gols dos 60 que o clube marcou. Na temporada seguinte seguiu como artilheiro da equipe, porém desta vez o Empoli quase acabou rebaixado, ainda assim marcou 13 gols. Na temporada 03-04 seu time fez uma péssima campanha e acabou sendo rebaixado, porém Totò permaneceu na Série A, quando a Udinese o contratou para a temporada seguinte, dando início a uma bela história. Em sua primeira temporada na Udinese, ajudou o clube a conquistar o quarto lugar no Campeonato Italiano e uma vaga na Liga dos Campeões, competição que o clube de Udine não disputava há tempos, sendo essa temporada 04-05 uma das mais positivas em sua passagem. Essa temporada individual de Di Natale só foi superada pela 09-10 quando o jogador fez 29 gols na Série A, contribuindo com 54% dos gols da Udinese nesse campeonato. Além disso, venceu o prêmio de Futebolista Italiano do Ano e ainda ficou em segundo lugar junto de Didier Drogba na disputa da Chuteira de Ouro da UEFA, perdendo apenas para Lionel Messi que então havia marcado 34 gols. Não menos importante, na temporada seguinte Di Natale continuou como um dos maiores goleadores da Série A com 28 gols em 36 jogos, média de 0,78 gols por jogo, a melhor da Itália e terceira melhor da Europa. Ao decorrer das seguintes temporadas a média de gols foi diminuindo e o jogador começou a cogitar sua aposentadoria, o que acabou sendo anunciado que ao fim da temporada 13-14 deixaria o futebol, porém considerou a sua decisão e pendurou as chuteiras ao fim da temporada seguinte, colocando um ponto final nos seus 10 anos de Udinese levando seus 227 gols na mala, deixando saudade no coração dos torcedores friulani. Por que Di Natale jogava de terno? Marcar tantos gols e jogar por mais de uma década num mesmo clube, ainda mais este sendo de menor expressão na Itália é pra poucos. Totò Di Natale deixou sua marca na Udinese, não só pelos gols mas também pela dedicação e entrega que mostrou durante sua passagem pelos friulani. Goleador nato e jogador de poucos clubes, mais um italiano para a nossa galeria de classudos. 👤 Antonio Di Natale 👶 13 de outubro de 1977 🏠 Italiano 👕 Empoli ITA, Iperzola ITA, Varese ITA, Viareggio ITA, Udinese ITA e Seleção italiana 🏆 Sem títulos de destaque por equipe. 👑 Oscar del Calcio 2012, Artilheiro do Campeonato Italiano 09/10, 10/11. Classômetro: 👔 👔 👔 👔 👔 👔 (6,0)

  • Renato Gaúcho: Renight

    Semana passada nós discutimos com os classudos que nos seguem na nossa pagina do Instagram (@jogadeterno) quem foi melhor: Romário ou Ronaldo. Hoje a pergunta é: quem foi mais boleiro nos anos 90, Romário ou Renato Gaúcho ? Ambos curtiam as praias e noites cariocas, futevôlei, fugiam de treinamento, sempre eram vistos com mulheres diferentes, brigas em campo, polêmicas fora dele e gols. Gols demais. O nome completo do classudo de hoje é Renato Portaluppi, nome que ele tem usado atualmente já que praticamente todo jogador que vira técnico ganha nome e sobrenome. Mas como aqui só vamos falar da carreira dele como jogador, será apenas Renato Gaúcho mesmo, nome que o consagrou em uma época que era muito comum a alcunha do jogador ser ligada ao estado dele (Juninho Pernambucano, Júnior Baiano, Marcelinho Paraíba, etc), e como é evidente, ele começou a carreira no Rio Grande do Sul, com o terno do Grêmio, ainda em 82. No ano seguinte o atacante já era campeão da Libertadores e da Copa Intercontinental, com direito aos dois gols da vitória na final contra o Hamburgo, da Alemanha. Aí o cara deslanchou, foi convocado pra Copa do Mundo de 86 mas cortado por indisciplina por Telê Santana. E esse foi só um dos casos polêmicos envolvendo o jogador. Como ele fazia gol pra caramba conseguia se manter em alto nível em equipes de ponta. Foi para o Flamengo em 87 e ajudou o time a ser campeão do Módulo Verde do Campeonato Brasileiro. E recebeu a Bola de Ouro da Placar como melhor jogador da competição. Depois, trocou as praias cariocas - das quais sempre foi frequentador assíduo - pelo clima europeu da Itália, na Roma, sua única passagem por um clube fora do Brasil. De lá, voltou pro Flamengo, foi pra Copa em 90 até parar no Botafogo. Você se lembra dele lá? Os botafoguenses que se lembram talvez queiram esquecer. Fez um péssimo início no Brasileiro de 91 e foi emprestado ao Grêmio. Quando voltou, no ano seguinte, o Glorioso estava em ótima fase no Brasileiro de 92. Na final, o confronto contra o antigo clube, o Flamengo, que venceu o primeiro jogo por 3x0. No dia seguinte à derrota, os jornais e TVs mostravam Renato em um churrasco comemorativo na casa de Gaúcho, antigo companheiro dos tempos de rubro-negro. Pegou mal demais e o afastamento foi imediato. Da praia para as montanhas de Minas, vestiu também os ternos de Cruzeiro e Atlético-MG. Aí bateu aquela saudade da maresia, sol escaldante, mulheres de biquini e tudo aquilo que ele sempre curtiu. E foi defender o Fluminense. Mais uma vez se via enfrentando o Flamengo, na final do Campeonato Carioca de 95. Só que dessa vez a história foi diferente. De um lado Romário, o melhor jogador do mundo naquele ano, do outro Renato Gaúcho. O jogo estava 2x2 e o título estava indo para a Gávea. Aílton recebeu a bola, avançou, cortou o zagueiro Jorge Luiz para um lado, cortou para o outro e mandou pra área. Ali, parado, Renato fez apenas um pequeno movimento com o tronco, o suficiente para a bola bater na sua barriga e morrer na rede. E estava então eternizada a barriga de Renato Gaúcho. Gol que oficialmente não existe, já que na súmula o juiz anotou o gol para Aílton. No ano seguinte, viu o Fluminense ir muito mal no Campeonato Brasileiro. Era um dos líderes da equipe e prometeu que se ele fosse rebaixado andaria pelado na rua. Bem, de fato o Fluminense não jogou a série B em 97 depois que o rebaixamento foi anulado devido ao "caso Ivens Mendes" de manipulação de resultados, o suficiente para ele não cumprir a promessa. Para completar as histórias curiosas envolvendo Renato Gaúcho, ele foi encerrar a carreira no Bangu, já em 99. A ideia do time era ser campeão carioca em anos múltiplos de 33, como havia sido em 33 e 66. O atacante, já em fim de carreira, era o grande nome e esperança de gols. O resultado? Penúltimo lugar e o fim da superstição do Bangu e da carreira do jogador. Por que Renato Gaúcho jogava de terno? Versátil, mulherengo, bom finalizador, provocador, técnica pra jogar e pra pular o muro da concentração. Sabia prender a bola quando precisava e quando não precisava também. Conhecia o caminho do gol e o caminho da praia. E, claro, artilheiro. Poderia ser Romário, mas é Renato Gaúcho. Você pode achar um absurdo ele ser comparado ao Baixinho com uma nota tão diferente no nosso Classômetro. Mas o futebol dos anos 90 nos trouxe grandes nomes que além de jogarem muita bola também eram folclóricos. Romário era um deles. Renato Gaúcho também. Porque o futebol também é história. E essa cara tem muitas pra contar. 👤 Renato Portaluppi 👶 9 de setembro de 1962 (54 anos) 🏠 Brasileiro 👕 Grêmio, Flamengo, Roma (ITA), Botafogo, Fluminense, Cruzeiro, Atlético-MG, Bangu e Seleção Brasileira. 🏆 (principais) Libertadores da América 83 e Copa Intercontinetal 83 (Grêmio); Módulo Verde da Copa União 87 e Copa do Brasil 90 (Flamengo); Copa América 89 (Seleção Brasileira). 👑 Artilheiro da Copa Europeia/Sulamericana 83, 7º Melhor jogador do Mundo pela revista World Soccer 84, Bola de Prata pela revista Placar 84, 87,90, 92 e 95 e Bola de Ouro 87. Classômetro: 👔👔👔👔👔👔👔 (7,2)

  • Xabi Alonso: "Por toda a vida, foi um sonho para nós. Todos os grandes jogadores levantaram essa taça

    Que sonho é este que eleva o status de um jogador para o de atletas de nível tão alto com Zizou, Pelé e Maradona? A Copa do Mundo é um título para poucos, e o jogador de hoje é campeão mundial e mais um pouco. Xabier Alonso Olano, ou simplesmente Xabi Alonso defende as cores do Bayern de Munique atualmente. Ele tem origem basca e começou sua trajetória no futebol pela Real Sociedad, porém logo foi emprestado ao SD Eibar sem sequer atuar pelos profissionais. Retornou ao fim da temporada 2000-01, para agora sim tornar-se protagonista em seu clube. Atuou como titular durante três temporadas, sendo eleito uma das grandes revelações da La Liga na temporada 2002-03 onde a Real Sociedad por pouco não conquistou o título espanhol, ficando apenas 2 pontos atrás do Real Madrid. Na temporada 2004-05 o Liverpool o contratou a pedido do técnico Rafa Benítez e logo de cara foi eleito a melhor contratação do ano ao lado de seu conterrâneo Luis Garcia. Eram companheiros de clube e seleção, ao lado de seu novo companheiro Pepe Reina. Xabi se destacou no Liverpool e tornou-se peça fundamental na conquista da Liga dos Campeões UEFA já na sua primeira temporada na terra da Rainha. Ao decorrer desta temporada ainda foi campeão da Supercopa da UEFA e vice-campeão do Mundial de Clubes da FIFA, em partida memorável para a torcida são-paulina, perdendo a final do campeonato para o São Paulo por 1x0. Pelo Liverpool ainda conquistou a Copa da Inglaterra e a Supercopa. Em 4 de agosto de 2009, Alonso foi anunciado pelo Real Madrid como novo reforço para a temporada 2009-10. Em sua passagem pelo Real sempre teve destaque no meio-campo, e por lá permaneceu por cinco temporadas, participando das conquistas de vários títulos como o Campeonato Espanhol, na temporada 2011-12, a Liga dos Campeões na temporada 2013-14 e também as Copas do Rei de 2011 e 2014. Porém no dia 28 de agosto de 2014 em uma rápida negociação o volante de 32 anos foi anunciado pelo Bayern de Munique, com contrato válido por 2 anos. Em dezembro de 2015 ampliou seu vínculo com o clube até 2017. Sua estréia com a Seleção Espanhola foi em 30 de abril de 2003, num amistoso com o Equador onde a Fúria venceu por 4x0. Alonso ajudou a seleção e chegar às fases finais da Euro 2004 e da Copa do Mundo de 2006, marcando o primeiro gol da Espanha na copa, abrindo a goleada por 4-0 na estreia no torneio, contra a Ucrânia, em junho de 2006 . Em 29 de junho de 2008, Alonso foi, junto a sua equipe, campeão da Euro 2008. Jogou como capitão na terceira partida da fase de grupos, contra a Grécia, sendo eleito o melhor jogador da partida. Participou das eliminatórias do torneio, como reserva na maioria das partidas. Seu ápice na Seleção Espanhola foram os títulos da Eurocopa de 2008 e 2012 além da Copa do Mundo de 2010 disputada na África do Sul. Em 2014 anunciou sua aposentadoria da Seleção após a Copa, colocando um ponto final na vitoriosa passagem pela seleção de seu país. Por que Xabi Alonso jogava de terno? Xabi Alonso foi um volante de extrema qualidade técnica nos principais fundamentos para um jogador da sua função, tem como principal arma os passes e arremates de média a longa distância. O raciocínio e o reflexo o tornam diferenciado, fazendo com que a falta de velocidade seja compensada nestes quesitos. Xabi é daqueles que devem dizer que quem corre é a bola, seu futebol de classe o faz ingressar na galeria dos jogadores que jogam de terno. 👤 Xabier Alonso Olano 👶 25 de novembro de 1981 🏠 Espanhol 👕 Real Sociedad (ESP), Eibar (ESP), Liverpool (ING), Real Madrid (ESP), Bayern de Munique (ALE) e Seleção Espanhola 🏆 Liga dos Campeões da UEFA 04/05, Copa da Inglaterra 05/06 (Liverpool); Campeonato Espanhol 11/12, Copa do Rei 10/11, 13/14, Liga dos Campeões da UEFA 13/14 (Real Madrid); Campeonato Alemão 14/15, 15/16, e 17/17, Copa da Alemanha 15/16 (Bayern de Munique); Eurocopa 08 e 12, Copa do Mundo 2010 (Seleção Espanhola). 👑 Equipe da Eurocopa 2012 e Time do Ano da UEFA 2012. Classômetro: 👔 👔 👔 👔 👔 👔 (7,4)* *nota reavaliada #RealMadrid #Liverpool #BayernMunique #SeleçãoEspanhola #CopadoMundo2006 #CopadoMundo2010 #CopadoMundo2014 #Volante

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