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  • "Entre brigar e bater o pênalti..."

    O polêmico Luis Fabiano entra no tapete verde do Joga de Terno. Para descrever o campineiro, primeiro temos que explicar um pouco da vida conturbada do mesmo. Viver para Luis Fabiano nunca foi fácil, criado em um bairro pobre da cidade de Campinas e tendo como referência seu avô Benedito, o garoto Fabiano se abriu para o mundo do futebol. Na várzea surgiu e era conhecido como "matador de urubus", devido sua facilidade de fazer gols nos rivais da região onde morava. Tentou peneira no Guarani mas não teve sucesso, um ano mais tarde estaria jogando nas divisões de base da Ponte Preta. Em 98 sagrou vice-campeão da Copa São Paulo diante o Internacional de Porto Alegre, sendo Luis Fabiano eleito artilheiro da competição. Nesse mesmo ano subiu para o profissional da Macaca, participando da competição que levou o time preto e branco a primeira divisão do Paulista. Com um ano no profissional, Luis Fabiano já via sua primeira transação concluída, seu destino era a França. No Rennes teve uma curta passagem e poucas oportunidades em campo. Voltou para o Brasil em forma de empréstimo, desembarcando na capital paulista. Sua história no São Paulo começava, jogando o fino da bola teve média de 0,61 gols pelo tempo que ficou. Para uma jovem promessa os números impressionavam. O tempo foi curto fazendo seu retorno a França que ficaria mais seis meses, mas logo voltaria ao Tricolor Paulista agora em definitivo. Conhecido como jogador de sangue quente, Luís Fabiano viraría ídolo do São Paulo não só pelos gols marcados, mas também pela atítude que tinha dentro de campo. Pela Copa Sulamericana de 2003 o time do Morumbi quando precisava do resultado para passar de fase se viu em uma confusão contra os argentinos. Nesse momento o "fabuloso" não se viu em dúvidas na questão ajudar na briga ou ficar em campo para bater os penâltis. Luis Fabiano era expulso de campo, mas tinha seu grito entoado pelo Cícero Pompeu de Toledo. Essa segunda passagem foi melhor que a primeira, sua média de gols aumentava, agora como realidade Luis Fabiano tinha como média de gols 0,84 gols por partida. De volta a Europa passou pelo clube do Porto, lá não teve o mesmo desempenho que teve no Brasil. Mas conquistaria seu títulos de maior expressão, o campeonato mundial interclubes diante o Once Caldas. No Sevilla virou ídolo, sendo campeão da Copa da UEFA, quando marcou dois gols na final contra o Middlesbrough. Se tornou um dos principais jogadores da equipe muito rápido, onde conseguiu vários títulos individuais e coletivos. Mas sempre compitadas de emoção e confusão em jogos. Entre clubes brasileiros e Europa ele se viu como títular da seleção brasileira. Foi decisivo em alguns jogos da Copa das Confederações de 2009 e Copa do Mundo de 2010, onde se frustrou com o fracasso da seleção diante a Holanda. No ano seguinte voltaria ao Brasil para sua terceira passagem pelo São Paulo. Onde foi campeão da Copa Sulamericana em 2012. Por que joga de terno? Luís Fabiano tem o faro do gol, sabe se impor diante do zagueiro e goleiro. Apesar de ser um centroavante, também sabe sair da área e tentar uns passes. Com o tempo o físico foi piorando e sua capacidade de jogar com o corpo se perdeu. Mas não a bola na rede, ela ainda continua encontrando seu destino. 👤 Luís Fabiano Clemente 👶 8 de novembro de 1980 (35 anos) 🏠 Brasileiro 👕 Ponte Preta, Rennes, São Paulo, Porto, Sevilla, São Paulo, Tianjin Quanjian, Vasco da Gama e Seleção Brasileira 🏆 Torneio Rio-São Paulo 01, Copa Sul-Americana 2012 (São Paulo), Mundial de Clube 04, Supertaça de Portugal 03/04 (Porto), Copa da UEFA 06, 07, Copa do Rei 06/07, 09/10 (Sevilla), Copa América 04, Copa das Confederações 09 (Seleção Brasileira) 👑 Maior Goleador Brasileiro do Século XXI: 2012 - IFFHS, Melhor Centroavante da Europa (European Sports Magazines) 07, Seleção Ideal da Europa (European Sports Magazines) 07, Chuteira de Ouro da Copa das Confederações 09, Bola de Prata da Copa das Confederações 09, Chuteira de Ouro da Revista Placar 03, Melhor centroavante do Campeonato Espanhol: 2007-08, Maior artilheiro da história do Morumbi, Maior artilheiro do São Paulo FC (100 gols em 164 jogos) - no Campeonato Brasileiro Classômetro: 👔👔👔👔👔👔(6,3) #SãoPaulo #Sevilla #PontePreta #SeleçãoBrasileira #CopadoMundo2010 #Brasil #Atacante

  • O maior sul-coreano da história

    Hoje, o JdT presta homenagem a um dos melhores jogadores da historia do futebol asiático, trata-se do sul-coreano Park Ji-sung. Park atuou em poucos clubes durante os 14 anos da sua carreira, ao todo foram quatro clubes. Sua carreira começou no Kyoto Sanga, do Japão. As boas atuações no clube renderam uma vaga na seleção, que era comandada por Guus Hiddink e viria a conquista, em casa, o 4º lugar da competição, campanha de maior relevância para Park. Após a Copa do Mundo de 2002, Hiddink tornou-se técnico do PSV ,e convidou Park para fazer parte da equipe holandesa, no inicio o atleta conviveu com muitas lesões e não conseguiu se firmar no time titular. Na temporada 04-05, com a saída de Robben para o Chelsea, Park ganhou mais oportunidades e rapidamente provou seu valor. Mas foi em Manchester que Park viveu os melhores anos da sua carreira. Acumulando algumas curiosidades como: foi o primeiro asiático a ser capitão do Manchester United quando assumiu a braçadeira de Ryan Giggs quando o substituiu em um jogo pela Champions League em 2005; primeiro sul-coreano a vencer a Premiere League em 2007; e o primeiro jogado sul-coreano a vencer a Champions em 2008, tendo papel importante na equipe, Park foi eleito Homem do Jogo na vitória do United sobre o Barcelona de Lionel Messi. Na temporada 12-13 foi para o Queens Park Rangers. Ficou até o fim da temporada quando o time foi rebaixado para segunda divisão do campeonato inglês. Depois disso, o então técnico do PSV e ex-companheiro de Park no mesmo, Philip Cocu, o levou de volta ao clube onde se destacou, o PSV Eindhoven, onde ele viria a aposentar no dia 3 de maio de 2014 Por que jogava de terno? Park era conhecido por seus dribles rápidos e por ter um volume de jogo veloz, resistente e com uma consistência tática eficaz. É considerado o maior sul-coreano da história, e está entre os melhores asiáticos de todos os tempos 👤 Park Ji-sung 👶 25 de fevereiro de 1981 (35 anos) 🏠 Sul-coreano 👕 Kyoto Sanga, PSV Eindhoven, Manchester United, Queens Park Rangers e Seleção Sul-coreana 🏆(principais) Campeonato Holandês 03 e 05 (PSV); Campeonato Inglês 07, 08, 09 e 11, Liga dos Campeões 08, Mundial de Clubes da FIFA 08 (Manchester United) 👑 Seleção do Campeonato Holandês 05, Melhor jogador asiático na Europa em 07, Seleção da Liga dos Campeões 08 e 11, Seleção da Copa da Liga Inglesa 09 Classômetro: 👔👔👔👔👔👔 (6) #ManchesterUnited #SeleçãoSulcoreana #Meia

  • Hristo Stoichkov: o gigante da pequena Bulgária

    Quando Hristo Stoichkov marcou de cobertura um gol em Andoni Zubizarreta, goleiro do Barcelona, pelas semifinais da Recopa da UEFA de 89 o treinador catalão Johan Cruyff não teve dúvidas e disse "quero ele no meu time". No ano seguinte, o atacante baixinho e invocado saiu do CSKA Sófia para o Barcelona para jogar ao lado de outro baixinho invocado, que você já deve imaginar qual é, e assim fazer uma das melhores duplas de ataque de todos os tempos. Antes de se consagrar pelo principal time da Bulgária, Stoichkov passou por times menores, sempre marcado pelo temperamento explosivo, as confusões dentro de campo a também a promissora habilidade com a bola. A principal delas, pela final da Copa da Bulgária de 85. Stoichkov, então com 19 anos, se envolveu em uma briga generalizada após o jogo. Ele, vários jogadores e até mesmo os times envolvidos foram banidos do futebol. O CSKA se tornou "Vitosha" e o Levski virou "Sredets". Um ano depois o jovem atacante recebeu a anistia e voltou a defender o agora Vitosha, onde conquistou os principais títulos daquele país. Em 89, a punição aos times também foi atenuada e o CSKA Sófia voltou ao seu antigo nome. E foi nesse ano que o caminho dele e do Barcelona se encontraram. Stoichkov aceitou defender o terno vermelho e azul do Barcelona. Mesmo ainda se envolvendo em brigas e suspensões, ele não demorou nada para fazer história no clube. Ali conquistou nada menos que 4 campeonatos espanhóis seguidos e a primeira conquista da Liga dos Campeões do clube em 91/92. Tudo parecia ir bem nessa parceria. O Barcelona colecionava títulos e Stoichkov gols (e cartões) até a contratação de Romário, em 94. Ele seria o 4º estrangeiro no clube enquanto na época o limite permitido para equipes europeias era 3 (os outros dois eram o neerlandês Ronald Koeman e o dinamarquês Michael Laudrup). Mas o que tinha tudo para ser uma grande desavença entre os baixinhos se tornou uma grande amizade e uma dupla de ataque imbatível. Na conquista do campeonato espanhol de 93/94 o Barcelona marcou nada menos que 91 gols em 38 jogos. Naquele mesmo ano a dupla também fez sucesso na Copa do Mundo de 94. Enquanto Romário conduzia a seleção brasileira à conquista do título, o búlgaro surpreendeu o mundo, eliminou a então atual campeã Alemanha nas quartas-de-final e só parou na semifinal contra a Itália. O desempenho fantástico tanto no Barcelona quanto em uma seleção sem qualquer tradição no futebol renderiam a Stoichkov a Bola de Ouro da revista France Football e o segundo lugar no prêmio de melhor jogador do Mundo pela FIFA. E adivinha quem foi o primeiro? Ele mesmo, Romário. Apesar de um ano inesquecível, o que se viu depois disso foi uma vertiginosa queda na carreira. A perda do título da Liga dos Campeões de 93/94 para o Milan minou aquele timaço que encantou o mundo com a dupla Stoichkov/Romário à frente. Um ano depois, em meio a brigas com Cruyff, ele disse adeus ao Barcelona e nunca mais conseguiu ter o mesmo desempenho. Foi para o Parma, voltou ao Barcelona mas, àquela época, Ronaldo em 96/97 e Rivaldo em 97/98 eram as grandes referências do time e uma nova parceria com um jogador brasileiro nunca aconteceu e o jogador que encheu os olhos da torcida e a rede de gols acabou perdendo espaço. Depois continuou rodando pelo mundo até encerrar a carreira em 2004, jogando na modesta liga americana. Por que jogava de terno? Para Franz Beckenbauer ele foi "o melhor búlgaro que vi jogar". Bom, vamos combinar que isso não é lá grande coisa, já que a Bulgária nunca foi uma potência no futebol. Já José Mourinho disse que ele foi "um gigante" e a gente acha essa definição bem melhor. Stoichkov engrandeceu a pequena Bulgária ao levá-la para uma inédita e inesquecível semifinal de Copa do Mundo. Engrandeceu o Barcelona ao colocar o clube de volta ao rumo dos títulos. Engrandeceu todo o futebol com suas arrancadas, dribles desconcertantes e uma potente perna esquerda de onde também saíram muito gols e muitos deles belíssimos. E engrandeceu a si mesmo ao se imortalizar como um dos maiores atacantes de todos os tempos. O baixinho, afinal, era mesmo um gigante. 👤 Hristo Stoichkov Stoichkov 👶 8 de fevereiro de 1966 (50 anos) 🏠 Búlgaro 👕 Hebros Harmanli (BUL) CSKA Sofia (BUL), Barcelona, Parma, Al-Nassr (EAU), Kashiwa Reysol (JAP), Chicago Fire e DC United (EUA) e Seleção Búlgara 🏆 (principais) Liga Búlgara 86/87, 88/89 e 89/90 e Copa da Bulgária 87, 88 e 89 (CSKA Sófia); Campeonato Espanhol 90/91, 91/92, 92/93 e 93/94; Liga dos Campeões da UEFA 91/92, Copa do Rei 97 (Barcelona) US Open Cup 00 (Chicago Fire) e MLS Cup 04 (DC United). 👑 Artilheiro do Campeonato Búlgaro 89 e 90; Chuteira de Ouro 89/90; Jogador Búlgaro do Ano 89, 90, 91, 92 e 94; Chuteira de Ouro da Copa do Mundo FIFA 94; Bola de Bronze da Copa do Mundo FIFA 94; Seleção Da Copa Do Mundo 94; Melhor jogador estrangeiro pela revista Don Balón 94; Ballon d'Or: 94; 2º Melhor jogador do mundo pela FIFA 92 e 94; Seleção da Eurocopa 96; FIFA 100 Classômetro: 👔👔👔👔👔👔👔👔 (8) #CSKASófia #Barcelona #SeleçãoBúlgara #CopadoMundo1994 #Atacante

  • Entra lá e faz!

    Quantos são os reservas nesse Brasil que são tão importantes quanto um titular? Sabe, aquele que vai entrar nos 45 minutos finais e mudar o jogo ou ampliar a vantagem. O aniversariante de hoje é um deles. Tupãzinho (hoje completando 48 anos) ganhou a alcunha de Talismã da Fiel justamente por fazer gols importantes com o terno do Timão depois de sair do banco de reservas. Contudo, seu gol mais famoso foi mesmo como titular, na final do Campeonato Brasileiro de 90, na final contra o São Paulo. Antes de se consagrar com a fanática torcida, Pedro Francisco Garcia começou na base do São Bento-SP. A equipe do interior paulista emprestou o meia-atacante num “pacote” ao Timão, já que a equipe da capital precisava mesmo era de um zagueiro. Fato é que Tupãzinho caiu como uma luva no time que tinha como referência o craque Neto. A agilidade, rapidez e movimentação do camisa 9 deu muita oportunidade para o Craque marcar seus gols. Foi mais ou menos assim que saiu o gol descrito há pouco. Ainda que a jogada envolvesse Fabinho, outro bom jogador daquele Corinthians campeão. Mesmo o craque daquele esquadrão fosse Neto, a torcida considera justa aquele gol ter saído dos pés de Tupãzinho, dada sua entrega e importância no time. Depois de 90, Tupãzinho perdeu a titularidade, mas nunca a importância. Foi assim que ajudou o Timão a conquistar um paulista e a Copa do Brasil em 95. Participou do lance que consagrou outro ídolo do Corinthians, Marcelinho Carioca: foi de Tupã o passe pro Pé de Anjo marcar aquele golaço contra o Santos em plena Vila Belmiro, que rendeu ao artilheiro uma placa oferecida por Pelé em pessoa. Em 96 saiu do Corinthians e foi jogar no Fluminense, sem muito destaque. A partir daí, foi de clube em clube atrás de uma regularidade, que nunca conseguiu. Somente um breve destaque no América Mineiro. Ainda assim, no Meca, era chamado de “Tupãzinho do Corinthians”. Hoje é técnico do Vocem-SP e consagrado como um dos grandes ídolos do Timão. Por que jogava de terno? A agilidade de Tupãzinho foi fundamental para o Corinthians na primeira metade da década de 90. Sua movimentação confundia a defesa adversária, sofria muita falta na entrada da área – o que era primordial para um time que tinha como cobrador alguém como Neto. Sempre foi muito dedicado e quando entrava em campo, conseguia, grande parte das vezes, mudar a partida a favor do Timão. 👤 Pedro Francisco Garcia 👶 07 de julho de 1968 🏠 Brasileiro 👕 São Bento-SP, Corinthians, Fluminense, América-MG, XV de Piracicaba, Matonense-SP, Caldense-MG, Jaboticabal-SP, União Rondonópolis-MT, CENE-MS, Paranavaí-PR, Real Intubiara-GO 🏆 (principais) Campeonato Brasileiro: 90, Copa do Brasil: 95 (Corinthians); Campeonato Brasileiro série B 97 (América-MG) 👑 Sem premiações individuais de destaque Classômetro: 👔👔👔👔👔👔 (6,6) #Corinthians #Brasil #Meiaatacante

  • O foguete molhado da Inglaterra

    Joe Cole, apelido de Joseph John Cole, é um daqueles jogadores que foram postulantes a craques no começo da carreira. Principalmente na Inglaterra do começo do século XXI que buscava reestruturar sua seleção, em busca de novas conquistas. É certo que o nosso classudo de hoje, teve algum sucesso na carreira, entretanto os ingleses esperavam mais de Cole. Revelado no West Ham em 98, era o destaque e a surpresa dos Hammers na Premiere League, durante as cinco temporadas que jogou por lá. As boas atuações renderam a Cole a convocação para Seleção Inglesa para disputar a Copa do Mundo de 02. Na ocasião, o escrete inglês foi eliminado nas quartas-de-final pelo Brasil. Depois da passagem com o terno branco da Inglaterra e disputar 150 jogos pelo West Ham, foi contratado pelo Chelsea em 03. Pouco tempo após a contratação de Joe Cole, Roman Abramovich torna-se dono do clube londrino e injeta alguns milhões nos cofres. Nos Blues, do lado de estrelas como Lampard, Terry e Drogba, foi tricampeão da Premiere League. Aos 29 anos, a "eterna promessa" inglesa encerra seu ciclo com o terno do Chelsea e começa sua trajetória no Liverpool. As lesões começam a perseguir Cole e as boas atuações vão desaparecendo. Com passagem pouco empolgante nos Reds, é emprestado ao Lille e assim inicia a derrocada de uma carreira que parecia mais promissora. Da França, volta ao clube que o mostrou para o futebol. No West Ham teria a chance de encerrar sua carreira jogando grandes competições. Não foi o que aconteceu. Na segunda passagem com o terno dos Hammers, foram apenas 37 jogos e logo foi cedido ao Aston Villa. Por lá, só 16 jogos e aí se aventurou no soccer dos Estados Unidos no Tampa Bay Rowdies. Como percebem, depois da saída do Chelsea, a carreia de Joe Cole não deslanchou. Pouca regularidade e muitas lesões. Com todas as glórias e bons contratos de outrora, poderia ter encerrado sua carreira. Mas Cole é apaixonado por jogar futebol e em 15/16 desfila nos tapetes da terceira divisão inglesa, pelo Coventry City. Por lá é o principal jogador, líder em campo e tem achado seus golaços de falta. Na temporada que passou, terminou na 8ª colocação, mas chegou a vislumbrar o acesso à segundona inglesa. Depois de promessa, Joe Cole talvez não tenha se tornado um craque, mas é daqueles jogadores que logo se vê ser um apaixonado por futebol. Por que joga de terno? Porque teve grandes conquistas na Inglaterra. Além de sua velocidade e habilidade, exercia diferentes funções no campo de ataque dos times em que jogou. Apesar de eterna promessa, teve suas glórias e contribuiu também com a Seleção Inglesa. 👤 Joseph John Cole 👶 8 de novembro de 1981 (34 anos) 🏠 Inglês 👕 West Ham, Chelsea, Liverpool, Lille, Aston Villa, Coventry Club e Seleção Inglesa. 🏆 (principais) Campeonato Inglês: 04/05, 05/06, 09/10; Copa da Inglaterra: 06/07, 08/09, 09/10, Copa da Liga Inglesa: 04/05, 06/07 (Chelsea). 👑 Jogador do ano do Chelsea 08 Classômetro: 👔👔👔👔👔👔 (6,2) #Chelsea #WestHam #SeleçãoInglesa #CopadoMundo2002 #CopadoMundo2006 #CopadoMundo2010 #Meiaatacante

  • O artilheiro que voltou

    Primeira fase da Copa Libertadores de 2005 e o zagueiro argentino Desábato sai da partida entre São Paulo e Quilmes algemado sob acusação de racismo contra um atacante brasileiro. De classe, o caso não teve nada, mas ficou marcado na trajetória do jogador que sairia campeão do torneio naquele ano e que hoje é figura na página do JdT. Estamos falando de Edinaldo Batista Libânio, o Grafite. Grafite chegou ao Santa Cruz em 2001 sem ter passado por categorias de base, segundo ele. "Controle de bola, passe, cabeceio, eu não tive nada disso. Aprendi na várzea, aprendi a jogar futebol na vida. Não tive essa divisão de base que falam no futebol". Teve identificação imediata com o tricolor do Arruda e sua torcida, principalmente pelos gols (tanto os marcados quanto os perdidos). Foram 16 gols em 22 jogos, o que não evitou o rebaixamento da equipe para a série B de 2002. Depois dali, teve rápidas passagens pelo Grêmio e Anyang Cheetahs, da Coréia do Sul. Já pelo São Paulo, viu seu nome explodir no cenário nacional, não apenas pelo caso citado aqui, mas também pelas conquistas. O atacante viveu uma relação de amor e ódio com a torcida tricolor. Em 2004, foram dele os dois gols na vitória de 2 a 1 contra o Juventus, rebaixando a equipe da Mooca e salvando o rival Corinthians do rebaixamento no Campeonato Paulista, o que deixou boa parte dos torcedores irritada. Porém, em 2005, a redenção viria melhor que o esperado. Mesmo com lesão, foi peça importante em um ano glorioso para a equipe, sagrando-se campeão paulista, da Copa Libertadores e do Mundial de Clubes da Fifa. O auge da carreira internacional ainda estava por vir. Pelo Wolfsburg, da Alemanha, Grafite foi um dos destaques, ajudando os lobos a conquistarem o primeiro título alemão de sua história, na temporada 08/09, sendo também o artilheiro da competição com 28 gols. Formando dupla com Edin Džeko, bateu a meta de cinquenta e três gols marcados por Gerd Müller e Uli Hoeneß (atuando pelo Bayern de Munique, na temporada 72/73), registrando cinquenta e quatro. Na temporada seguinte, ainda foi responsável pela primeira vitória da equipe alemã na Liga dos Campeões da UEFA, quando fez um hat-trick contra o CSKA, de Moscou, na partida de abertura do evento. Ainda em 2010, o centroavante faria parte da polêmica seleção de Dunga, quando seu nome foi cotado no lugar de Neymar ou Ganso. Mas em campo mesmo, foram apenas seis minutos, sem contar os acréscimos. Em 2015, Grafite volta para solo brasileiro e para o time de coração, Santa Cruz. O reencontro do camisa 23 com a torcida coral foi de muita comemoração. Participou do elenco que levou a equipe pernambucana de volta à elite do futebol brasileiro, também ajudou a levantar a taça da Copa Nordeste e do campeonato estadual, sendo o artilheiro nas duas competições, e ainda o estadual de 2016. Apesar da campanha irregular do Santa Cruz no Brasileirão deste ano, Grafite tem a vice artilharia, com oito gols até o momento. Mas o atacante já disse que abriria mão de sua marca para ver o clube em melhor posição. “Não adianta nada estar na fase boa e não estar vencendo. Eu preferia não estar brigando pela artilharia e a equipe brigando, pelo menos, na parte intermediária da tabela”, falou o craque! Por que joga de terno? Só perde gol quem tenta fazer, e esse faz muitos! Grafite veste o terno porque joga com a bola e sem, sabe se posicionar e tem postura de quem resolve em campo, faz o que tem que ser feito. 👤 Edinaldo Batista Libânio 👶 2 de abril de 1979 (37 anos) 🏠 Brasileiro 👕 Matonense, Ferroviária, Santa Cruz, Grêmio, Anyang Cheetahs (KOR) , Goiás, São Paulo, Le Mans (FRA), Wolfsburg (ALE), Al-Ahli (UEA), Al-Saad (QAT) e Seleção Brasileira. 🏆 (principais) Copa Libertadores da América 05, Mundial de Clubes da FIFA 05 (São Paulo), Campeonato Alemão 08/09 (Wolfsburg), Campeonato Emiratense (Al-Ahli), Copa do Nordeste (Santa Cruz). 👑 Bola de Prata 03, Jogador do Ano do Campeonato Alemão 09, Futebolista Alemão do Ano 09, Craque da Copa Nordeste 16. Classômetro: 👔👔👔👔👔(5,5) #SantaCruz #Wolfsburg #SeleçãoBrasileira #Brasil #CopadoMundo2010 #Atacante

  • O carrapato colombiano

    Freddy Rincón fez parte da maior geração de jogadores da Colômbia. Conquistou grandes títulos em equipes do Brasil e teve breve passagem pela Europa. O colombiano conhecido por seu temperamento explosivo é o destaque de hoje do Joga de Terno. O volante surgiu para o futebol na metade dos anos oitenta, quando se destacou em equipes interioranas da Colômbia. Conhecido por sua garra dentro de campo, Rincón sofreu por impulsos acontecido em horas erradas. Foi chamado de "Ruincon" pela torcida do Palmeiras quando chegou ao Brasil. Mas por outro lado, nessa mesma época, já era estrela da Seleção Colombiana. Na seleção atuou ao lado de Valderrama, Valencia e Asprilla. Esteve em campo em 84 nas partidas com a camisa amarela tendo se destacado no 5 x 0 diante a Argentina dentro do Monumental de Nuñes. No Corinthians viveu dias de glórias fazendo parte de uma das maiores gerações da equipe. Foi bi campeão brasileiro e campeão do mundo (segundo a FIFA) ao lado de Marcelinho, Ricardinho, Luizão e Dida. Rincón faz parte do imaginário corinthiano até hoje, sinônimo de raça e sangue dentro de campo. Deixou saudades na fiel torcida! Após o Corinthians passou por Santos, Cruzeiro e retornou ao Parque São Jorge, em uma breve passagem, onde encerrou sua carreira como jogador. Logo após a “aposentadoria” virou técnico de futebol e perambulou por alguns times brasileiros de pequena expressão. Por que jogava de terno? Não era um jogador habilidoso, mas sabia muito bem o que fazer com a bola. Tinha certa qualidade na saída de jogo e marcava como poucos, um verdadeiro tanque no meio de campo. 👤 Freddy Eusebio Rincón Valencia 👶 14 de agosto de 1966 (49 anos) 🏠 Colômbiano 👕 Atlético Boenaventura, Tolima, Independiente Santa Fé, América (COL), Palmeiras, Napoli, Real Madrid, Palmeiras, Corinthians, Santos, Cruzeiro, Corinthians, América de Cali (COL) e Seleção Colombiana 🏆 (principais) Copa Colombia 89 (Independiente Santa Fé), Campeonato Colombiano 90, 92 (América) Campeonato Brasileiro 98, 99, Campeonato Mundial de Clubes da FIFA 2000 (Corinthians) 👑 Bola de Prata 99 Classômetro: 👔👔👔👔👔👔 (6,5) #Corinthians #AméricadeCali #SeleçãoColombiana #CopadoMundo1994 #Volante

  • O pé de anjo

    Subúrbio carioca, 1985: um menino franzino com então 14 anos de idade chama a atenção nos campeonatos juvenis da cidade vestindo a camisa do Madureira. Os olhos dos grandes clubes do Rio de Janeiro se voltam para Marcelo Pereira Surcin que, em breve, se tornaria o Marcelinho Carioca. O jovem Marcelo acabou desembarcando no Flamengo e, na Gávea, encontrou os também jovens Djalminha, Júnior Baiano e Paulo Nunes. Com eles, formou uma das maiores gerações formadas dentro do clube e que, com o tempo, não seria tão bem aproveitada. Em 1990 conquistou a primeira Copa São Paulo da história do clube Carioca e ascendeu de vez ao elenco profissional. Fato que não seria problema para Marcelinho: já havia substituído um tal de Zico em um Fla-Flu abarrotado de gente no Maracanã em 1988. Detalhe: com apenas 17 anos. Com o terno rubro-negro conquistou títulos expressivos como a Copa do Brasil de 1990 e o Campeonato Brasileiro de 1992. Porém, sua imagem ficaria marcada pela perda de um pênalti na final da Copa dos Super Campeões da Libertadores em 1993 contra o São Paulo. Mal sabia ele que aquele seria apenas o primeiro pênalti que lhe traria dores de cabeça. Ainda em 1993 a diretoria do Flamengo negociou o jogador, contra a sua vontade, com o Corinthians. Foi em São Paulo onde incorporou o apelido Carioca ao nome. No dia de sua apresentação disse: "Quero marcar minha passagem aqui. Vim para o Corinthians para ser campeão!". A identificação com a torcida é imediata e uma passagem gloriosa estava começando. É bem verdade que podemos dividi-la em duas partes. A primeira tem seu auge no título da Copa do Brasil de 1995. Em 1997 é vendido ao Valencia, da Espanha, por 7 milhões de dólares. Porém não se adapta e amarga a reserva. Fato que o levou a querer voltar para o Brasil. Ao saber da vontade do jogador, Eduardo José Farah, presidente da Federação Paulista de Futebol na época, comprou o passe de Marcelinho junto ao Valencia e depois criou o "Disque Marcelinho" para o qual, ao custo de três reais por ligação, os torcedores de São Paulo, Palmeiras, Santos e Corinthians deveriam ligar e escolher o futuro do jogador. Com 62,5% das ligações, Marcelinho voltou ao Corinthians nos braços da massa para fazer história. De 1998 a 2001 foi o ídolo maior de um time recheado de estrelas. Ao lado de Rincón, Vampeta e Ricardinho, formou um dos meio campos mais temidos do futebol brasileiro no fim da década de 90 e começou a colecionar títulos: os Paulistas de 1999 e 2001, os Brasileiros de 1998 e 1999 e a Copa do Mundo de Clubes de 2000. Mas falha seguidamente na luta pelo título dos sonhos dos corintianos: a Copa Libertadores da América. Pior: em 1999 e 2000 as eliminações são para o maior rival Palmeiras. Ainda pior: Marcelinho para no goleiro Marcos na última cobrança nas disputas de pênaltis da semifinal de 2000. Após briga com Ricardinho em 2001, deixa o clube do Parque São Jorge e passa por Santos, Gamba Osaka do Japão, Vasco da Gama (onde é Campeão Carioca em 2003), Al Nasr da Arábia Saudita, Ajaccio da França e Brasiliense. Volta ao Corinthians em 2006, mas já sem o brilho de antes. Joga pouco jogos durante o ano e tem seu contrato rescindido a pedido do então técnico Emerson Leão. Em 2007, o Santo André oficializou sua contratação para a disputa do Campeonato Brasileiro da série B, onde Marcelinho foi peça fundamental para o acesso. No dia 13 de Janeiro de 2010, se retirou do futebol na vitória do Corinthians sobre o Huracán da Argentina por 3 a 0 em amistoso realizado no estádio do Pacaembu. Por que jogava de terno? Marcelinho foi o grande ídolo de um dos maiores times da história do Corinthians. Colecionou títulos e a admiração dos corintianos. Foi um meia de ligação criador de jogadas, artilheiro e um exímio batedor de faltas, que certamente deixa saudades no futebol brasileiro. 👤 Marcelo Pereira Surcin 👶 1 de fevereiro de 1971 (45 anos) 🏠 Brasileiro 👕 Flamengo, Corinthians, Valencia, Santos, Gamba Osaka (JAP), Vasco da Gama, Al-Nasr (EAU), Ajaccio (FRA), Brasiliense, Santo André e Seleção Brasileira 🏆 (principais) Copa do Brasil 90 e Campeonato Brasileiro 92 (Flamengo), Copa do Brasil 95, Campeonato Brasileiro 98 e 99 e Copa do Mundo de Clubes 00 (Corinthians) 👑 Bola de Ouro: 99, Bola de Prata 94, 99 e 03 Classômetro: 👔👔👔👔👔👔👔 (7) #Flamengo #Corinthians #SeleçãoBrasileira #Brasil #Meia

  • Luca Toni e seu terno fora de moda

    Luca Toni nunca foi uma unanimidade com a camisa 9, mas uma coisa ninguém discute, o italiano sabia como fazer gol. Não tinha muita técnica, nem saía tanto da área para buscar o jogo, ficava lá dentro esperando a bola chegar pra empurrar pra dentro da rede. Características de um centroavante clássico, mas em extinção. Segundo o próprio teria dito “Hoje em dia, os centroavantes não estão mais na moda”. Revelado pelo Modena, em 94, Toni rodou por diversos clubes italianos mas só foi se destacar no futebol 10 anos depois, quando foi artilheiro da série B com o terno do Palermo. A melhor fase da carreira viria em 2006, quando marcou 33 gols e recebeu a Chuteira de Prata. 31 pela Fiorentina e 2 pela Seleção Italiana na Copa do Mundo, quando a Azzurri foi campeã. A despedida dos gramados veio pela penúltima rodada dessa temporada. Jogando pelo Hellas Verona, ele entrou e marcou, de pênalti e com direito a cavadinha, o primeiro gol da vitória por 2x1 contra a campeã Juventus. A escolha foi proposital, Toni queria agradecer a torcida que o acolheu já em fim de carreira. Ao fim da partida aplaudiu e foi aplaudido de pé pelos torcedores que viram também o time ser rebaixado nesta temporada. A despedida de Toni é também a de mais um centroavante clássico da Itália, que já revelou nomes como Paolo Rossi e Giuseppe Meazza. O 4-4-2, muito comum na época que Toni começou a jogar futebol deu lugar ao 4-2-3-1 e um tal de "falso 9" no ataque. "Quando eu estava na seleção, todos os atacantes estavam marcando 20, 25 gols por temporada. Agora não temos mais um centrovante que seja titular em um grande time”, disse Toni. Por que jogava de terno? Infelizmente essa declaração do Toni também se aplica ao resto do mundo do futebol. Quantos centroavantes matadores -como era Luca Toni- ainda existem aqui no Brasil? Quantos fazem mais de 20 gols por temporada? E nas seleções? Toni, de fato, não foi um grande craque, mas sabia fazer gol. Jogou por 15 clubes e fez gol em todos eles. E por mais que a gente goste sempre de um futebol bem jogado, o momento máximo do jogo é mesmo quando a bola balança as redes, né? 👤 Luca Toni 👶 26 de maio de 1977 (39 anos) 🏠 Italiano 👕 Modena (ITA), Empoli (ITA), Fiorenzuol (ITA), Lodigiani (ITA), Treviso Vicenza (ITA), Brescia (ITA), Palermo (ITA), Fiorentina (ITA), Bayern de Munique (ALE), Roma (ITA), Genoa (ITA), Juventus (ITA), Al-Nasr (EAU), Hellas Verona (ITA) e Seleção Italiana 🏆 (principais) Serie B 04 (Palermo), Campeonato Alemão: 07/08 e Copa da Alemanha: 07/08 (Bayern de Munique) e Copa do Mundo 06 (Seleção Italiana) 👑 Chuteira de Ouro: 05/06, Seleção da Copa do Mundo 06 Artilheiro da Serie B 03/04 (29 gols), Artilheiro da Serie A 05/06 (31 gols) Artilheiro da Bundesliga 07/08 (24 gols) Artilheiro da Copa da UEFA 07/08 (10 gols), Artilheiro Serie A TIM 14/15 (22 gols) Classômetro: 👔👔👔👔👔 (5,3) #Palermo #Fiorentina #SeleçãoItaliana #CopadoMundo2006 #Atacante

  • Precisamos falar sobre Gilmar Rinaldi

    Quando as entrevistas coletivas do, agora então, ex-técnico Dunga começavam, os presentes já sabiam que uma pergunta poderia ser respondida não pelo comandante da seleção, mas sim pelo seu braço direito, o coordenador-geral Gilmar Rinaldi. Assim como Dunga, Gilmar fora anunciado logo após a trágica copa de 2014, a fim de reestruturar a seleção e cicatrizar as feridas do 7x1. Não deu certo. O envolvimento do ex-goleiro gerou polêmicas por conta de seu passado como empresário de jogadores. Muito apontaram que alguns jogadores selecionados em algumas convocações teriam envolvimento com Rinaldi. Contudo, sabemos desse passado recente do, agora, cartola. Mas poucos sabem que há não muito tempo, Gilmar fora um goleiro de respeito e que fizera parte daquela grande seleção de 94. Seu primeiro ano como profissional já foi na temporada de 1979, de cara, campeão brasileiro pelo Internacional, mesmo sendo um dos suplentes de Manga. Ainda ficou no colorado pra ser tetra-campeão gaúcho entre 81 e 84. Sua regularidade como titular o levou para o São Paulo, onde conquistou seu primeiro título brasileiro como titular, em 86. No final da década de 80, entre um título e outro pelo tricolor paulista, viu sua titularidade abalada com a chegada de Rojas e, posteriormente, Zetti. Já aos 32 anos, viu sua chance de voltar ao terno número 1 com o Flamengo, em 91. A boa forma o fez ser, mais uma vez, campeão brasileiro em 92. A regularidade prosseguiu até 94, o levando a ser um dos três goleiros convocados para a copa dos Estados Unidos. Campeão, viu uma oportunidade para jogar no Japão, onde encerrou carreira em 1999. Penduradas as chuteiras, Gilmar voltou a usar terno, mas dessa vez terno de fato. Ainda em 99, retornou ao rubro-negro carioca como superintendente de futebol. A passagem de Rinaldi pelo Flamengo foi marcada pela discussão, pela imprensa, com o craque Romário. O baixinho negava as multas aplicadas pelo superintendente, que exigia ainda que o camisa 11 comparecesse a todos os treinos durante o dia. O que sabemos que o baixinho sempre se negava. Com razão ou não no caso contra Romário, fato é que Gilmar se tornou um dos retratos do fracasso que foi a segunda era-Dunga. Sempre rebatendo opiniões de jornalistas e comentaristas na imprensa, resultando polêmicas. Hoje, fica impossível não falar do Gilmar três vezes campeão brasileiro sem nos lembramos do cartola, vestindo ternos de dúvidas quanto a sua capacidade. Uma pena! Por que jogava de terno? Gilmar sempre fizera parte de escretes campeões: seja jovem no Inter de 79 como veterano na Seleção de 94. Sempre se postou bem sob a meta, imprimindo respeito a quem o encarece dentro da área. Mereceria sempre ser lembrado por suas conquistas dentro de campo. Talvez não seja. 👤 Gilmar Luis Rinaldi 👶 13 de janeiro de 59 (57 anos) 🏠 Brasileiro 👕 Internacional, São Paulo, Flamengo, Cerezo Ozaca-JAP e Seleção Brasileira 🏆Campeão Brasileiro: 79 (Internacional), 86 (São Paulo), 92 (Flamengo). Copa do Mundo de 94 (Seleção Brasileira). 👑 Bola de Prata Revista Placar: 86 e 89 Classômetro: 👔👔👔👔👔👔 (6,1) #Internacional #SãoPaulo #SeleçãoBrasileira #Brasil #CopadoMundo1994 #Goleiro

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