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  • O melhor daquele jogo

    Da lateral esquerda para o meio de campo, Felipe Jorge Loureiro, ou apenas Felipe, cravou sua sina nos gramados e chega entrosado para compor o hall dos classudos aqui no JdT. O canhoto saiu das categorias de base do Vasco da Gama em 1996 como uma das melhores revelações de uma equipe que dali viveria alguns anos de glórias. Até 2002, Felipe levou o Campeonato Brasileiro duas vezes (97 e 00), Campeonato Carioca (98), Liberadores da América (98), Torneio Rio-São Paulo (99) e a Copa Mercosul (00), tornando-se depois o jogador mais vitorioso da história cruzmaltina. "O Vasco jogou muito melhor, massacrou. Eu tenho a consciência de que fui o melhor [daquele jogo]”. Aquele jogo seria a decisão do Mundial de Clubes, no qual o Vasco enfrentou o Real Madrid em Tóquio em 98. Felipe foi o verdadeiro maestro, protagonizando lances e jogadas espetaculares que não refletiram no placar da equipe, amargando a derrota por 2 a 1. Mesmo sendo o atacante espanhol Raúl o premiado, para a torcida, Felipe era sim o melhor em campo e consagrado um de seus grandes ídolos. Um dos maiores dribladores e laterais de sua geração, o jogador não se afirmou na Seleção Brasileira na mesma proporção em que destrinchava suas habilidades, mas ainda assim tem no currículo uma Copa América (04) sob o comando de Parreira. Nessa época, Felipe atuava como meia e mostrava sua versatilidade conquistando o título carioca pelo Flamengo em cima do seu ex-clube, o Vasco, após uma partida sensacional. Antes disso, passou por clubes como Palmeiras, Atlético MG e Galatasaray, na Turquia. Depois de altos e baixos no time da Gávea, Felipe chegava ao rival Fluminense onde até viveu boa fase em 2005, mas foi ofuscado por episódios conturbados e ainda pela chegada de Petkovic, que acabou assumindo o papel principal nas Laranjeiras. Teve tempo para virar ídolo no Qatar quando atuou pelo Al-Saad antes de voltar ao Vasco e conquistar a inédita Copa do Brasil em 2011. Mas, tanto o time quanto o jogador oscilavam muito e Felipe aposentou-se no Fluminense, em 2014. Atualmente comanda o Tigres do Brasil ao lado de Pedrinho, ex-companheiro dos tempos áureos de Vasco. Por que jogava de terno? Para entender o porquê, basta rever a decisão do Mundial de 98 entre Real Madrid e Vasco. Habilidade, técnica, velocidade e dribles, tudo ali, fora o passeio de Felipe. 👤 Felipe Jorge Loureiro 👶 2 de setembro de 1977 (39 anos) 🏠 Brasileiro 👕 Vasco, Palmeiras, Atlético MG, Galatasaray, Flamengo, Fluminense, Al-Saad e Seleção Brasileira 🏆 Campeonato Brasileiro 97 e 00, Campeonato Carioca 98, Copa Libertadores da América 98, Torneio Rio-São Paulo 99, Copa Mercosul 00, Copa do Brasil 11 (Vasco); Campeonato Carioca 04 (Flamengo); Liga do Qatar 05/06 e 06/07, Qatar Crown Prince Cup 06 e 08, Emir of Qatar Cup 07; e Copa América 04 9Seleção Brasileira). 👑 Seleção Campeonato Brasileiro 97 e 98, Craque do Campeonato Carioca 04 Melhor Jogador Primeira Divisão Nacional do Qatar: 05/06 e 06/07, Melhor Jogador da Qatar Crown Prince Cup: 05/06 e 07/08, Melhor Jogador da Emir Of Qatar Cup 06-07, Melhor Jogador da Copa do Brasil 04 e 11; e Seleção do Campeonato Carioca: 04, 11 e 12. Classômetro: 👔 👔 👔 👔 👔 👔 👔 (7) #Vasco #Flamengo #Fluminense #SeleçãoBrasileira #Brasil #Lateral #Meia

  • "Se tivéssemos Alessandro Nesta, não seria preciso jogar. Seríamos declarados campeões por pate

    Com essa frase o que mais podemos dizer sobre o classudo de hoje? Adjetivos não faltam para elogiá-lo, elegante e exuberante são dois apenas. Espanta-se ao dizer que o mesmo é um zagueiro. O cara de hoje é Alessandro Nesta, ídolo do Milan e um dos grandes zagueiros que a Itália forneceu ao esporte bretão. Antes de chegar ao estrelato no Milan, Nesta foi descoberto por Francesco Rocca, um olheiro da Roma que viu o potencial no então meio-campo (isso mesmo) do time U.S. Cinecittà. Tudo certo para ingressar nas categorias menores da Roma, porém seu pai, torcedor da Lazio recusou a proposta para o rival de seu time. Em 1985, Nesta chegou às categorias de base da Lazio jogando como atacante, tendo sido recuado para o meio-campo e até se consolidar na defesa, até protagonizou um Dérbi contra Totti no sub-12. Durante a sua formação, foi convocado diversas vezes para as camadas jovens da Azzura. Subiu aos profissionais em 1993 e logo chamou a atenção dos torcedores da Lazio, onde num treinamento acabou quebrando a perna do craque Paul Gascoigne. Nesta assumiu o capitaneio da Lazio em 1997, e ajudou sua equipe a vencer a Coppa Italia de 1998 derrotando o Milan, inclusive marcando um gol na final. Ainda conquistou títulos importantes como o raro Scudetto, nome fantasia do Campeonato Italiano, antes de ser vendido pouco antes da temporada 02/03 começar. Neste momento, a Lazio passava por um grave momento financeiro, que a obrigou a vender seus melhores jogadores, e Nesta foi um deles. O Milan desembolsou cerca de 30 milhões de euros pagos em 3 anos. Chegou contrariado pois estava deixando a sua equipe de coração, logo de cara deu a seguinte declaração: “Eu me vi em uma realidade que não era minha. Na coletiva com Adriano Galliani, eu estava com um rosto que seria visto em um funeral, porque era como eu me sentia”. Porém Nesta iniciou a trajetória no clube rossonero da melhor maneira possível e Franco Baresi, lendário jogador do Milan profetizou sobre Nesta logo em sua chegada à Milão, dizendo que não havia ninguém melhor que Nesta na Itália à época e que o clube pode descansar pois esta posição estará coberta por muito tempo, tal profecia iniciou com Nesta sendo campeão da Liga dos Campeões da UEFA formando uma das mais cascudas defesas da Europa, junto de Costacurta, Maldini e Kaladze. No ano seguinte, conquistou o segundo Scudetto da sua carreira. Após uma vitoriosa passagem pelo Milan, Nesta anuncia em maio de 2012 que deixaria o Milan, afirmando que a Série A estava num nível difícil para ele, que vinha enfrentando uma série de lesões nas temporadas anteriores, e assim encerrou sua passagem pelo Calcio na partida contra o Novara, vencida por 2x1. Nesta rumou à MLS dos Estados Unidos para atuar pelo Montreal Impact para atuar por uma temporada pelo clube americano e acabou se aposentando em outubro de 2013. Porém um ano depois, Ele acabou cancelando a sua aposentadoria para atender um apelo do amigo e ex-companheiro de seleção Marco Materazzi, então técnico do Chennaiyin FC, pois o clube sofria com as lesões de seus defensores, irônico, não?! Nesta atuou até o fim do ano de 2014 até a eliminação de seu time no Campeonato Indiano, aposentando-se de vez do futebol. Por que jogava de terno? Alessandro Nesta foi um dos melhores zagueiros dos últimos anos, entraria numa lista de melhores zagueiros da época facilmente. Combinava força e técnica, a facilidade para executar desarmes em pé ou nos carrinhos era coisa fora do comum, Nesta tinha uma potência incrível para antecipações e ótimo tempo de bola para recuperar a pelota. Porém não era só um destruidor, tinha muita qualidade nos fundamentos para ajudar na saída de bola. Sua classe e elegância no futebol combinam com o terno escolhido para ele entrar na nossa galeria. 👤Alessandro Nesta 👶 19 de março de 1976 (40 anos) 🏠 Italiano 👕 Lazio, Milan-ITA, Montreal Impact-EUA, Chennaiyin-IND, Seleção Italiana. 🏆 Principais tíulos: Campeonato Italiano 99/00 (Lazio); Campeonato Italiano 03/04, 10/11; Liga dos Campeões 02/03, 06/07 (Milan); Campeonato Canadense 13 (Montreal Impact); Copa do Mundo FIFA 06 (Itália). 👑 FIFA 100, Oscar del Calcio - Jovem Futebolista: 98 Classômetro: 👔 👔 👔 👔 👔 👔 👔 👔 (8,0) #Lazio #Milan #CopadoMundo1998 #CopadoMundo2002 #CopadoMundo2006 #SeleçãoItaliana

  • Brilhou (n)a Estrela Solitária

    Hoje a equipe do Botafogo atravessa uma boa fase. Depois de enfrentar a série B em 2015, hoje o Fogão vê a chance real de ir para a Libertadores ano que vem. Ainda que a fase seja boa, os mais saudosos, porém não tão velhos que não puderam ver a máquina do Botafogo na década de 60, ainda se lembram do poderoso time formado em 2007. E entre aquele time que marcou época vestindo a camisa da Kappa e patrocínio da Liquigás, se destaca o nome de Lúcio Flávio. E como o JdT gosta de destacar o que há de melhor no jogador, vamos lembrar a melhor fase da carreira do jogador que ainda hoje atua, mas pelo ABC. Revelado pelo Paraná, Lúcio rodou por alguns clubes de elite sem se firmar em nenhum. Poucos vão se lembrar dele vestindo a camisa do Internacional ou São Paulo, por exemplo. Foi no São Caetano em 2004 que ele se destacou. Primeiro ajudando o clube a conquistar o inédito e único grande título do Azulão, o Campeonato Paulista daquele ano. A notoriedade dos passes precisos do meia chamou a atenção do Botafogo. Em 2006 ele foi contratado por empréstimo junto a outros jogadores que formariam o que ficou conhecido como "Carrossel Alvinegro" no ano seguinte. E esses apelidos só são dados a times que realmente se destacam. Entre nomes consagrados e desconhecidos o time de Cuca contava também com Diguinho, Zé Roberto, Jorge Henrique, Túlio e Dodô. Ainda que não tenha sido brilhante e conquistado apenas Taça Rio de 2007, o time jogava bonito, com um meio de campo entrosado- com a liderança de Lúcio Flávio- e lá na frente os gols do artilheiro Dodô. Em 2008 algumas peças novas chegaram e o time continuou engrenado, e dessa vez Lúcio Flávio entrava em campo com a braçadeira de capitão. Os títulos, mais uma vez, não vieram e o time foi, aos poucos, sendo desmanchado. Mas o futebol vistoso de Lúcio Flávio e companhia ainda deixa saudades em General Severiano. E essa talvez talvez também traga saudades a ele, pois disso nunca mais foi o mesmo. Em 2008 deixou o alvinegro do Rio para defender o de Santos. A identificação com a torcida botafoguense foi tanta que na despedida ele disse, emocionado, que aquela tinha sido a decisão mais difícil da carreira dele. E se ele soubesse que o desempenho no Santos fosse tão abaixo do esperado talvez nem tivesse ido, já que voltou ao Botafogo ainda em 2009 e, mais uma vez não correspondeu. A média de gols foi muito menor e o time também já não era mais o mesmo. A partir daí Lúcio virou nômade, sempre jogando em clubes de menor expressão e com atuações idem. Hoje veste o terno do ABC, Por que joga de terno? Lúcio Flávio foi o "cérebro" e líder de uma das melhores equipes do Botafogo deste século, talvez a melhor. Cadenciava o jogo e ditava o ritmo da equipe além de ser também o cobrador de faltas do time, o que sabia fazer bem. Muitas qualidades para poucos títulos e uma carreira que vai chegando ao fim sem ser aquilo que se desenhava quando ele despontou para o futebol nacional. 👤 Lúcio Flávio dos Santos 👶 3 de fevereiro de 1979 (37 anos) 🏠 Brasileiro 👕 Paraná, Internacional, São Paulo, Coritiba, Atlético-MG, São Caetano, Al-Ahli (EAU), Botafogo, Santos, Atlas, Vitória, Paraná, ABC. 🏆 Campeonato Paranaense 97 (Paraná); Campeonato Paulista 04 (São Caetano); Campeonato Carioca 06 e 10 (Botafogo) Campeonato Potiguar 16 (ABC). 👑 Craque do Campeonato Carioca 08 Classômetro: 👔👔👔👔 (4,8) #Paraná #Botafogo #Santos #Meia #Brasil

  • Charlton, Sir Bobby Charlton

    Em 1958, a sensação do Manchester United era o Busby Babies, um seleto time de jovens promessas que já ensaiava tocar o terror digno dos Diabos Vermelhos, quando um acidente aéreo levou embora oito jogadores da equipe de Matt Busby. Entre os sobreviventes, um homem que virou clássico para contar suas peripécias: Bobby Charlton, ou Sir Robert Charlton. A ascensão de sua carreira foi também a do time, reestruturado em função de Charlton, que se tornou um dos primeiro centroavantes do futebol a atuar como um meia armador, voltando para chamar o jogo para si, articulando as jogadas ora para esquerda, ora pela direita. Suas visão de jogo, rapidez e habilidade o faziam sobrar em campo e garantiu na década de 60 títulos nacionais, europeus e ainda uma vaga na seleção da Inglaterra. Em 1966, a Inglaterra chegava pela primeira vez a uma final de Copa do Mundo contra Alemanha, um adversário simbólico para Charlton, já que o acidente acontecera em Munique quase dez anos antes. O zagueiro alemão Beckenbauer e Charlton travaram um duelo à parte em um jogo com lances conturbados. Mas, no apito final, foi o seleto time de craques britânicos que conquistou o primeiro e único campeonato mundial da Inglaterra até os dias de hoje. Um ano e meio depois de levantar a Jules Rimet, Charlton ainda ergueria a taça da Liga dos Campeões da UEFA pelo Manchester, consagrando uma época fértil de suas atuações nos gramados. Mesmo aposentado por quatro décadas, Bobby Charlton ainda é dono de números impressionantes que não foram batidos: é o maior artilheiro da história da seleção inglesa com 49 gols em 106 jogos e o maior artilheiro da história do Manchester United com 249 gols em 758 jogos. Relutante em sair de perto dos gramados, ainda tentou uma carreira como técnico. Não obteve sucesso, mas cravou sua participação na diretoria do Manchester, da FIFA, bem como em outras questões do Futebol pela Inglaterra e pelo mundo. Por que jogava de terno? Bobby Charlton era completo por saber jogar com e sem a bola. Visão e previsão de jogadas o tornavam imbatíveis quando associadas aos seus passeios e lindos dribles e gols. Tudo isso somado à sua postura de gentleman em campo. Em 1994, foi condecorado pela Rainha Elizabeth II com o título de Sir, por sua notável carreira e personalidade. É ou não é o maior fair-play que você respeita? 👤 Robert Charlton 👶 11 de Outubro de 1937 🏠 inglês 👕 Manchester United, Preston North End e Seleção Inglesa 🏆 Principais títulos: Campeonato Inglês 56/57, 64/65 e 66/67; Copa da Inglaterra 62/63; Liga dos Campeões da UEFA 67/68 (Manchester United); Copa do Mundo 66 (Seleção Inglesa) 👑 Bola de Ouro FIFA 66; All Star Team FIFA 66 e 70; Futebolista do Ano FWA 65/66, Honra ao Mérito PFA 74, Time do Século XX FIFA 94; Hall da Fama Futebol Inglês 02; FIFA 100 04. Classômetro: 👔👔👔👔👔👔👔👔👔 (9) #ManchesterUnited #Meiaatacante #CopadoMundo1958 #CopadoMundo1960 #CopadoMundo1966 #CopadoMundo1970

  • Simplesmente Verdugo

    Pedro Rocha foi um dos maiores jogadores do mundo nos anos 60. Reconhecido internacionalmente pelo seus títulos. Foi considerado entre os cinco melhores jogadores do mundo por Pelé. No início dos anos 70 desembarcaria no Morumbi para reestruturar a equipe dentro de campo pós construção do estádio. O "Verdugo" como era chamado foi um gênio da bola. Iniciou sua carreira pelo Peñarol, durante toda sua extensa passagem pelo clube Pedro foi o principal jogador. Pela equipe preta e amarela foi campeão nacional sete vezes, tri campeão da libertadores e bi-campeão mundial. Além de todos esses feitos foi o único jogador uruguaio a disputar quatro copas do mundo. No São Paulo chegou em um pacote de respeito. Gérson, Pablo Forlán, Toninho Guerreiro e Pedro Rocha desembarcaram no Morumbi para formar o time que traria de volta ao clube os títulos. Com problemas de adaptação e uma 'supo , t, a' perseguição por parte de Gérson, logo passou a encantador os gramados brasileiros. No Tricolor do Morumbi ainda ganharia dois campeonatos paulistas, saindo meses antes do início do Brasileiro de 77 em uma reformulação da equipe, não participou da campanha do primeiro título brasileiro do clube. É importante ressaltar que ao lado de Pelé, Rivellino e Ademir da Guia fez em São Paulo o quarteto de camisas 10 máximos de seus clubes entre o ano de 70 a 74. No final da sua carreira permaneceu no Brasil e jogaria ainda no Coritiba, Palmeiras e Bangu. Partindo assim para o México e encerrando-a no Al-Nassr da Arábia Saudita. Por que jogava de terno? Pedro jogava fácil, dava dribles curtos e acertava vários passes apurados. Um dos seus maiores pontos fortes e surpreendentes era o cabeceio. Sempre aparecia dentro da área para cabecear seco no chão em direção ao gol. Fez mágica na primeira metade de sua carreira. Na segunda metade levou o São Paulo de volta aos títulos. Um gênio. 👤 Pedro Virgilio Rocha Franchetti 👶 3 de dezembro de 1942 🏠 Uruguaio/Brasileiro 👕 Peñarol, São Paulo, Coritiba, Palmeiras, Bangu, Deportivo Neza, Monterrey, Al-Nassr e Seleção do Uruguai 🏆 Principais tíulos: Campeonato Uruguaio 59, 60, 61, 62, 64, 65, 67 e 68, Copa Libertadores da América 60, 61 e 66, Mundial Interclubes 61 e 66, Recopa dos Campeões Intercontinentais 69 (Peñarol) 👑 Melhor jogador do Campeonato Su-Americano (atual Copa América) 67, Bola de Prata 73 Classômetro: 👔👔👔👔👔👔👔👔👔 (8,5) #Peñarol #SãoPaulo #SeleçãoUruguaia #Meia #Meiaatacante #CopadoMundo1962 #CopadoMundo1966 #CopadoMundo1970 #CopadoMundo1974

  • O último imperador asteca

    Cuauhtémoc foi o último imperador do Reino Asteca e também é o primeiro nome do classudo de hoje, Cuauhtémoc Blanco. Ídolo do América e um dos grandes futebolistas da história do México. Blanco é natural da Cidade do México, e iniciou sua história profissional aos 17 anos de idade em seu clube de coração, o América nos início dos anos 90. E sempre se destacou pela habilidade com ambas as pernas, impressiona a habilidade de Blanco em utilizar a esquerda e a direita para passes de longe alcance e a qualidade nas finalizações. Em 1997 foi repassado ao Necaxa por empréstimo de uma temporada, onde marcou 13 gols em 28 jogos. Voltou ao América e permaneceu no time da capital até 2000, quando foi novamente emprestado, desta vez ao Real Valladolid da Espanha, primeira experiência de Blanco fora de seu país. Passou por problemas internos nestes 2 anos emprestados ao modesto clube espanhol, não conseguiu atuar em tantos jogos e consequentemente não marcou tantos gols. Voltou ao América para disputar a temporada de 2003, e em 2004 acabou sendo mais uma vez emprestado para o Veracruz por uma temporada sem tanto destaque e ao fim dessa temporada voltou para o América. Em abril de 2007 teve seu passe adquirido pelo Chicago Fire, e ao 34 anos, sentindo-se em plena forma, rumou aos Estados Unidos. Marcou golaços em suas passagem pela terra do Tio Sam, mas em 2009 não teve seu contrato renovado e acabou voltando ao seu país natal para jogar em times de menor expressão. Pela seleção do México, disputou 122 partidas e marcou 22 gols. Disputou 3 Copas do Mundo e ainda foi campeão da Copa das Confederações em 1999. Em 2006 deixou de disputar a Copa do Mundo na Alemanha por conta de problemas com o então técnico da Seleção, Ricardo la Volpe, que insistia em escalá-lo mais recuado do que habitualmente Blanco atuava. Por que jogava de terno? Blanco é sem dúvidas um dos maiores futebolistas da história do México. O que chama a atenção em sua carreira, é que ela foi basicamente feita inteira no seu país natal, mesmo que não fosse apenas no América. Habilidoso e goleador, deixou sua marca em seu clube de coração e na Seleção Mexicana, onde é o 3º maior artilheiro da história da seleção de seu país. 👤 Cuauhtémoc Blanco Bravo 👶 17 de janeiro de 1973 (43 anos) 🏠 Mexicano 👕 Club América do México, Necaxa, Real Valladolid-ESP, Veracruz, Chicago Fire-EUA, Santos Laguna, Irapuato, Dorados de Sinaloa, Lobos de la BUAP, Puebla e Seleção do México. 🏆 Principais tíulos: Copa dos Campeões da CONCACAF 2005, Campeonato Mexicano 2005, Supercopa do México (América); Copa das Confederações 1999, Copa Ouro 1996/98 (Seleção Mexicana). 👑 Artilheiro do Campeonato Mexicano 1998 – 16 gols. Classômetro: 👔👔👔👔👔👔👔 (7,2) #CopadoMundo1998 #CopadoMundo2002 #CopadoMundo2010 #Atacante

  • Esse negro maravilhoso

    “Esses negros maravilhosos que saem tocando” durante a partida entre França e Suíça na Copa do Mundo de 2014, Luís Roberto destacou a qualidade do meio campo francês enquanto a Suíça era goleada pelos franceses. Um dos gols da partida foi feito por ele, que após um erro na saída de bola dos suíços Benzema tocou para Matuidi que vinha em muita velocidade. Blaise Matuidi nasceu em Toulouse, e começou sua carreira na equipe reserva do Troyes, jogando a quinta divisão do campeonato francês, mas foi logo chamado para equipe principal que na temporada 04/05 disputava a segunda divisão. Matuidi se firmou na equipe principal apenas na temporada 05/06 já na primeira divisão, era o motor de arranque da equipe. Após uma passagem pelo Saint-Étienne, Blaise assinou contrato com o PSG, para suprir a carência deixada pela aposentadoria de Makélélé. Aos poucos ele ganhou a titularidade absoluta, e tornou-se um dos pilares da equipe. Com as boas atuações vieram as chances na seleção, é figurinha certa na atual seleção francesa, e fez parte também das equipes de base nacional. Apesar de ser volante, Matuidi contabiliza 8 gols pela seleção. Por que joga de terno? Matuidi é muito forte na defesa, e seu condicionamento físico faz com que ele além de fazer o papel de volante possa ser um elemento surpresa no ataque. Sua inteligência tática e comprometimento com a equipe fazem de dele um belo jogador. 👤 Blaise Matuidi 👶 9 de abril de 1987 (29 anos) 🏠 Francês/Angolano 👕 Troyes, Saint-Étienne, Paris Saint-Germain e Seleção Francesa 🏆 (principais) Campeonato Francês 13, 14, 15, 16 (PSG) 👑 (Sem informações) Classômetro: 👔👔👔👔👔👔👔 (6,8) #PSG #SeleçãoFrancesa #CopadoMundo2014 #Volante

  • Francisco "Chique" Arce

    Em meio a tantos craques brasileiros que jogavam nos clubes do Brasil no anos 90, vez ou outra a gente via um gringo se destacando entre eles. Quase sempre latino, seja ele quem fosse sabia que precisaria jogar muita bola se quisesse ser titular em algum grande clube naquela época. E se quisesse ser um dos melhores cobradores de falta em terra de Alex, Juninho Pernambucano e Marcelinho Carioca ele teria que jogar muito mais. Pois foi com todos os méritos que Arce conseguiu tudo isso e ser um dos melhores laterais direitos a passar pelo Brasil e um dos maiores ídolos da história de Paraguai. Muito antes de vestir o primeiro terno brasileiro, Francisco Javier Arce Rolón, o "Chiqui" para os paraguaios, viu sua vida mudar por causa de um técnico brasileiro. Em 92 Paulo César Carpegiani foi o técnico escolhido para comandar a equipe do Cerro Porteño -o primeiro clube da carreira de Arce, que o defendia desde 89- e resolveu mudar o esquema tático. Arce, que era meia, passou a atuar como lateral-direito e Gamarra, que era volante, virou zagueiro. Nem precisa dizer que essa escolha de Carpegiani deu muito certo para ambos, né? Em 95, enfim ele é contratado pelo Grêmio de Luiz Felipe Scolari. Juntos vencem a Libertadores de 95, o Campeonato Brasileiro de 96 e a Copa do Brasil de 97. No mesmo ano ambos mudam de terno e vão para o Palmeiras. E na equipe paulista mais títulos de expressão: Copa do Brasil de 1998, Mercosul de 1998 e a Taça Libertadores da América de 1999. Em ambos os times Arce era considerado uma peça na lateral direita e ainda hoje é respeitado pelas duas equipes. Depois do Palmeiras foi para o Gamba Ozaka, do Japão, sem o mesmo sucesso de antes. Encerrou a carreira em 2006 depois de sucessivos problemas de lesões. Atualmente é treinador da Seleção de Paraguai, cargo que ocupa pela segunda vez. Com contrato até o fim das Eliminatórias, tem a difícil missão de levar Portugal para a Copa de 2018. Como jogador, disputou a Copa de 98 e 2002. Por que jogava de terno? Como lateral-direito, sabia fazer muito bem a sua obrigação, chegar à linha de fundo e cruzar com precisão. Mas para além das funções de lateral, ele era um exímio finalizador. Com o pé calibrado, Arce batia faltas e pênaltis muito bem. Só no Palmeiras fez 57 gols em 247 jogos. Guardou a bola na rede quase 90 vezes ao longo da carreira, um número expressivo para um lateral. 👤 Francisco Javier Arce Rolón 👶 Paraguaio 🏠 2 de abril de 1971 (45 anos) 👕 Cerro Porteño, Palmeiras, Grêmio, Gamba Osaka (JAP), Libertad, 12 de Octubre e Seleção Paraguaia. 🏆 Títlulos principais: Campeonato Paraguaio 91, 92 e 94 (Cerro Porteño) Copa Libertadores da América 95, Campeonato Brasileiro 96 e Copa do Brasil 97 (Grêmio), Copa Mercosul 98, Copa do Brasil 98, Copa Libertadores da América 99 e Copa dos Campeões 2000 (Palmeiras). 👑 Sem títulos individuais de destaque Classômetro: 👔👔👔👔👔👔👔 (7,2) #Palmeiras #Grêmio #CerroPorteño #SeleçãoParaguaia #Lateral

  • O eterno "capita" do futebol

    A tarde de ontem começou mais triste para o futebol mundial. Morreu no Rio de Janeiro Carlos Alberto Torres. O “Capita”. Tido como o maior capitão que o futebol brasileiro já teve - e por que não o mundo? - despediu-se da vida vítima de um infarto fulminante. Tem seu nome cravado na história do esporte bretão, já que foi um defensor completo. Era um primor taticamente, implacável na marcação, inteligente e veloz dentro de campo. Fora das quatro linhas? Líder nato. Com estas qualidades, Carlos Alberto Torres desfilou, literalmente, pelos tapetes verdes do mundo. Desde os 16 anos no futebol, honrou grandes ternos, como: Fluminense, Santos, Botafogo, Flamengo e Seleção Brasileira. Ah, a seleção da Copa de 70! Foi por lá que o nosso classudo recebeu a alcunha de “Capita”. Era ele o líder máximo das estrelas. Para citar algumas: Clodoado, Gérson, Jairzinho, Tostão, Rivelino e Pelé. Conta-se que o capitão era o único que ousava a chamar a atenção do rei do futebol. Na goleada por 4 a 1 em cima da Itália, o último gol foi uma pintura do futebol-arte. Depois de uma troca de passes envolventes e movimentação que mais parecia uma dança, Pelé achou o espaço vazio e passou a bola. Em plenos pulmões, o "Capita" chegou finalizando, de peito de pé e estufou as redes italianas. Golaço que tirou um nó na garganta do nosso classudo, que levantou a taça de campeão do mundo e a trouxe para o Brasil em definitivo. Não foi só na seleção canarinho que Carlos Alberto Torres marcou época. Revelado no Fluminense, assumiu a lateral-direita logo que subiu das categorias de base. O destaque nas Laranjeiras chamou a atenção do Santos e o fez se tornar mais uma estrela da década de ouro do alvinegro praiano. Em 74, o Capita não pode ir a mais uma Copa do Mundo devido uma lesão no joelho. A idade já chegava e o corpo já dava sinais de cansaço. Era muito tempo de futebol intenso. Já consagrado, porém sem a mesma explosão, voltou ao Fluminense para ser bicampeão Carioca 75/76. Ao fim da década de 70, juntou-se a Backenbauer e Pelé para encerrar a carreira dentro da cancha no New York Cosmos. Mas o futebol era a vida de Carlos Alberto Torres. Por isso, assumiu o comando técnico do Flamengo em 83. E a estreia não podia ser melhor! Foi campeão brasileiro com o rubro-negro. De 83 até 2005 treinou inúmeros times brasileiros, estrangeiros e até as seleções de Omã e Azerbaijão. A história do Capita no banco não teve as mesmas glórias dentro das quatro linhas. Referência no futebol mundial, Carlos Alberto Torres viveu os últimos anos da sua vida como comentarista. Até o último domingo, esteve presente ao vivo no programa Troca de Passes, do Sportv. O coração que pulsava tão forte pelo futebol, de repente, parou. As lembranças é que nunca pararão. O Capita é eterno. Por que jogava de terno? "Foi o melhor lateral-direito que vi jogar", palavras de Zico. O Capita era mesmo diferenciado. Taticamente perfeito. Líder nato. Usou a faixa direita do campo como ninguém. Era pra defender? Tava lá. Era pra atacar? Tava lá também. Quando faltava na técnica, sobrava na vontade. Respeitado mundialmente, poderia ostentar a faixa de capitão em uma seleção mundial. 👤 Carlos Alberto Torres 👶 17 de junho de 1944, falecido em 25 de outubro de 2016 🏠 Brasileiro 👕 Fluminense, Santos, Botafogo, Flamengo, New York Cosmos e Seleção Brasileira. 🏆 Como jogador: Campeonato Carioca 64, 75 e 76 (Fluminense), Recopa Sul-Americana 1968, Campeonato Brasileiro 65 e 68, Campeonato Paulista 65, 67, 68, 69 e 73, Torneio Rio-São Paulo 1966 (Santos); Copa do Mundo 70 (Seleção Brasileira). Como técnico: Campeonato Brasileiro 83 (Flamengo), Campeonato Carioca 84 (Fluminense) e Conmebol 93 (Botafogo). 👑 Sem prêmios individuais de destaque Classômetro: 👔👔👔👔👔👔👔👔 (8,7) #Fluminense #Santos #Botafogo #Flamengo #NewYorkCosmos #SeleçãoBrasileira #Brasil #Lateral #CopadoMundo1970

  • Um mito adormecido

    Vanderlei Luxemburgo, para muitos um falso mito, para outros um grande treinador que se estivesse no auge até hoje seria um semideus. Luxa se graduou em educação física, foi auxiliar técnico em três clubes. Fez o “ABC” de um treinador ideal para os dias atuais lá no início dos anos oitenta. Passou por grandes clubes brasileiros e até o Real Madrid. Ganhou quase tudo, mas hoje ainda é contestado. Se tornou treinador a partir de 83, iniciando as atividades pelo Campo Grande e daí em diante ficou entre Arábia, Rio e Espírito Santo até 89. Naquele ano Luxa chegou ao modesto Bragantino do interior de São Paulo. Lá seria alçado ao hall dos grandes técnicos da história do futebol brasileiro. No Bragantino foi campeão da série B em 89 e campeão paulista em 90. Deixando o esquadrão da terra da lingüiça em plenas condições de ser vice-campeão brasileiro em 1991. Sua primeira conquista com um grande clube foi com o Palmeiras. Em 1993 começou a organizar o time da era Parmalat no qual seria bi campeão brasileiro. Em 96 depois de breves passagens por Flamengo e Paraná, voltou ao alviverde paulista para dar forma ao ataque dos 100 gols (Rivaldo Djalminha; Müller e Luizão), lendário time palestrino que ainda permeia na imaginação de seus torcedores. No Corinthians venceu o campeonato nacional em 98 e no ano seguinte seria campeão da América pela seleção brasileira. Os anos 90 para Luxemburgo foram anos de glória, coisa que pouco iria se repetir a partir de então. Passou por alguns escândalos no Corinthians e na seleção brasileira, em 2002 de volta ao Palmeiras foi responsabilizado pela queda para a série B. Já em 2003 daria a volta por cima e faria um dos times mais emblemáticos da década, o Cruzeiro de Alex e companhia. Com a raposa foi multicampeão e levando até hoje na camisa celeste a tríplice coroa. No ano seguinte iria ao Santos se juntar à equipe já consagrada de Robinho e Diego, para vencer novamente o Campeonato Brasileiro. No começo do ano seguinte chegaria ao Real Madrid, onde por problemas internos de elenco não conseguiu engrenar o seu trabalho. Voltaria ao Santos no final da temporada para então ser bi campeão paulista nos anos seguintes. Em 2008 desembarcaria no verdão para ser campeão paulista novamente. Luxemburgo nunca ganhou uma Libertadores da América e sobre isso disse: “As pessoas me criticam por eu nunca ter conquistado uma Libertadores. Mas isso não me machuca. Dizem que para se vencer Libertadores tem de dar pontapé, praticar anti-jogo. Eu prefiro buscar esse título jogando futebol envolvente e bonito, como todas as minhas equipes têm demonstrado.” A partir de 2008 sofreu uma queda na sua média de títulos, mas salvou o Flamengo de um rebaixamento em 2010 e vem acumulando fracassos por clubes brasileiros. O último clube que dirigiu foi o chinês Tianjin Songjiang em 2016. Por que treina de terno? Literalmente Luxa treina de terno, sempre na estica comandou diversos esquadrões. O Corinthians mais vencedor, o Palmeiras mais avassalador, o Cruzeiro de Alex e o Santos de Robinho e Diego. Além disso levou o Bragantino a outro patamar no início dos anos 90. Foi um mito que hoje anda adormecido. 👤 Vanderlei Luxemburgo da Silva 👶 10 de maio de 1952 (64 anos) 🏠 Brasileiro 👕 Campo Grande, Rio Branco - ES, Friburguense, Al-Ittihad, Democrata-MG, Fluminense, Al-Shabab, Bragantino, Flamengo, Guarani, Ponte Preta, Palmeiras, Paraná, Santos, Corinthians, Cruzeiro, Real Madrid, Atlético-MG, Flamengo, Fluminense, Grêmio, Flamengo, Cruzeiro, Tianjin Songjiang e Seleção Brasileira 🏆 Principais tíulos: Campeonato Brasileiro - série B 89 (Bragantino), Campeonato Brasileiro 93 e 94 (Palmeiras), Campeonato Brasileiro 98 (Corinthians), Campeonato Brasileiro 03, Copa do Brasil 03 (Cruzeiro) Campeonato Brasileiro 04 (Santos), Copa América 99 (Seleção Brasileira) 👑 (Sem informações) Classômetro: 👔 👔 👔 👔 👔 👔 👔 👔 (8,0) #Palmeiras #Corinthians #Cruzeiro #RealMadrid #SeleçãoBrasileira #Brasil #Técnico #Santos

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