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  • Sérgio Conceição

    De onde vos escrevo este texto, da cidade de Coimbra, em Portugal, há um estádio com o nome deste classudo. Para quem o conheceu como jogador, poderá confirmar que não era a elegância propriamente dita dentro do campo. Era sim, um jogador de uma vontade inesgotável com o propósito de se superar a cada meta que ia atingindo. A sua classe define-se pela maestria com que guiou a sua carreia, começando nas camadas jovens do clube da minha cidade (a Académica de Coimbra) e acabando o seu percurso nos melhores palcos do futebol europeu. Apesar de nas camadas jovens ser sempre o melhor jogador da sua equipa, demorou ainda três anos enquanto profissional para chegar a um grande clube português: O FC Porto em 1996. Rapidamente se percebeu que era um jogador que encaixava na perfeição com a identidade do clube pelo seu espírito lutador. Após excelentes exibições, o Calcio (Campeonato Italiano) piscou o olho a este jovem do futebol português, mais concretamente o técnico Sven Eriksson, treinador da Lazio naquela altura que constituiu um grupo fortíssimo com nomes como Christian Vieri, Fernando Couto, Marcelo Salas, Stankovic, Mihalovic, verón, Diego Simeone, Ravanelli. Lista extensa, não é? Pois é, só podia dar em título italiano.A Lazio nunca mais venceria o campeonato até o dia de hoje. Sérgio Conceição foi tão marcante no futebol italiano que por lá ficou até 2004, por passagens pelo Parma e Inter de Milão e de novo Lazio. Pela Seleção nacional fez 56 jogos e marcou 12 golos, três deles recordados até hoje por todos os portugueses num jogo em que o extremo não deu chances para Oliver Kahn com um hat-trick a contar para a Eurocopa 2000. Sérgio Conceição deixou de representar a seleção portuguesa em 2004, tendo o mesmo revelado que Scolari simplesmente deixou de contar com o ponta para as contas da equipa. Sérgio voltaria ao FCPorto em 2017, desta vez como treinador, onde acaba de se tornar vencedor do campeonato português. Por que jogava de terno? Era um ponta capaz de infernizar qualquer defesa, tanto pela sua capacidade técnica como também pelo seu espirito de lutador, nunca dando como perdido nenhum lance. Inteligente, bom executante e um jogador com habilidade para assistir os colegas, Sergio tornou-se um ponta de referencia no futebol europeu. 👤 Sérgio Paulo Marceneiro da Conceição 👶 15 de Novembro de 1974 (43 anos) 🏠 Português 👕 Académica de Coimbra, Penafiel, Leça, Felgueiras, Porto, Lazio, Parma, Inter Milão, Standard Liege, Al Qadsia, PAOK, Seleção Portuguesa 🏆 Campeonato Português 97, 98, 04 (Porto), Copa de Portugal 98 (Portugal), Campeonato Italiano 00 (Lazio), Taça Italiana 00, 04 (Lazio), Taça UEFA 99 (Lazio) 👑 Sem prêmios individuais de destaque Classômetro: 👔 👔 👔 👔 👔 👔 👔 (7,1) 📷 Tribuna Expresso #Meiaatacante #SeleçãoPortuguesa #Porto #CopadoMundo2002

  • Um imperador na Sampdoria

    Diego Maradona já classificou nosso classudo de hoje como o marcador mais chato contra o qual já jogara. Também não é para menos, Pietro Vierchwood vem da escola italiana de futebol e, por suas origens e trajetória na década de 80, ganhou a alcunha de Zar, palavra italiana para Czar. O filho de um ex-combatente do Exército Vermelho começou cedo sua carreira, nas categorias de base da Romanese e depois no Como, fazendo sua primeira partida na série A italiana em 1980. Em cinco temporadas, foram seis gols em 115 jogos, o suficiente para ser contratado pela Sampdoria. Mas, porque o time estava na segunda divisão e o contrato permitia que Vierchwood se recusasse a jogá-la, ele foi emprestado à Fiorentina e depois à Roma, onde conquistou um título nacional. De volta à Sampdoria em 1983, o zagueiro não só encontrou o melhor período em sua carreira como também fez parte da época mais vitoriosa da equipe doriana. Foram 358 partidas e 25 gols vestindo o terno blucerchiati e um série de títulos, entre eles quatro Copas Itália, uma Recopa e o campeonato italiano histórico de 1991, cravando seu nome no esquadrão imortal que registrou uma campanha sensacional de 20 vitórias, onze empates e apenas três derrotas nas 34 partidas. O Zar virou sinônimo de implacabilidade e força e, mesmo depois dos 30, já na era pós Samp, anotou passagens por Juventus, participando da equipe que levou a Liga dos Campeões 95/96; Milan e Piacenza, onde mesmo não levando títulos teve passagem memorável quebrando recordes. Pela seleção italiana, foram 45 jogos, dois gols e três participações em Copa do Mundo, estando na seleção campeã de 82, mas apenas como reserva. Uma expulsão em um jogo pela série A do campeonato italiano marcou o fim de sua carreira como jogador aos 41 anos. Arriscou ainda como técnico de alguns clubes. Por que jogava de terno? O império de Vierchwood vinha de sua força, impulsão e velocidade, impressionante para um jogador alto como ele. Como bom integrante da escola italiana, a técnica era predominante sobre a habilidade, mas era certeiro na defesa do terno que vestia. 👤 Pietro Vierchowod 👶 6 de abril de 1959 (59 anos) 🏠 Italiano 👕 Como, Fiorentina, Roma, Sampdoria, Juventus, Milan, Piacenza, Seleção Italiana 🏆 Campeonato Italiano 83 (Roma) e 91(Sampdoria), Copa Itália 85, 88, 89 e 94 (Sampdoria), Liga dos Campeões 95/96 (Juventus) e Copa do Mundo 82 (Seleção italiana - reserva) 👑 Sem prêmios individuais de destaque Classômetro: 👔👔👔👔👔👔👔 (7,2) 📷 Bob Thomas (Getty) #Sampdoria #SeleçãoItaliana #Zagueiro #CopadoMundo1982 #CopadoMundo1986 #CopadoMundo1990

  • Uma flor na lama

    Já falamos sobre Zinedine Zidane aqui no Joga de Terno, inclusive é uma das maiores bandeiras dessa gíria do futebol que cerca jogadores de grande qualidade. Zizou batizou o seu primeiro filho de Enzo (e ainda não era nos anos 2000 onde virou um nome comum nos cartórios). Você sabe o motivo? Enzo Francescoli Uriarte. Após a Copa de 1950, o Uruguai sofreu com um futebol feio, pobre e extremamente violento. Alguns dizem que Francescoli surgiu como “uma flor no meio da lama”. Com elegância e uma técnica muito apurada, desfilava em campo e encantava os torcedores. Começou sua carreira aos 19 anos no Montevideo Wanderers. Com a camisa dos bohemios, ganhou o apelido de El Príncipe em referência ao ex-jogador e também revelado pelo clube, Aníbal Ciocca. Foram 74 jogos em 2 anos, 20 gols e a convocação para a Copa América de 1983. A Copa América de 1983 foi a última edição sem sede fixa. O Uruguai foi líder do grupo A, com Chile e Venezuela. Nas semifinais, vitória sobre o Peru por 1 a 0 fora de casa e empate no Uruguai. Na decisão, enfrentaria o Brasil. No primeiro jogo, vitória por 2 a 0 e o único gol de Enzo na competição. No segundo jogo, empate em 1 a 1 e o título da Copa América para o Uruguai. As exibições de El Príncipe o renderam o interesse do River Plate, que o contratou por 310 mil dólares. O primeiro ano em Buenos Aires foi bastante irregular. Altos e baixos e, assim como a equipe, fez uma temporada ruim. A segunda já teve alto nível. Seu desempenho lhe rendeu a artilharia do Campeonato Argentino com 24 gols, o prêmio de melhor jogador sul-americano e o seu primeiro título argentino. Em 1985 e 86, mostrou que era realmente especial, foi artilheiro e campeão argentino mais uma vez e conquistou uma vaga na seleção uruguaia que disputaria a Copa do Mundo. Foi o capitão mais jovem de uma seleção em Copas em 1986. A estrela solitária de uma seleção que torcia para que sua tradição de bicampeã mundial pudesse dar forças para surpreender. Não rolou. Caiu nas oitavas-de-final para a Argentina de Maradona, que seria campeã mundial. Apesar do resultado, a Copa trouxe visibilidade para Francescoli que seria contratado pelo Racing Club de Paris. Enzo desembarcou na Cidade Luz para vestir o terno do clube mais tradicional de Paris, fundado em 1882 e que começava a rivalizar com o recém fundado Paris Saint-Germain. Foi eleito o melhor jogador estrangeiro da França em 1987. Graças a ele, o clube parisiense escapou de rebaixamento e até brigou por primeiras posições em alguns momentos. Em 1989, Francescoli foi negociado com o Olympique de Marseille e um ano depois o Racing de Paris declarou falência. Em Marseille, pode finalmente voltar a comemorar um título: o Campeonato Francês de 89/90. Lá conheceu um jovem jogador chamado Zinedine Zidane. Francescoli virou ídolo de Zizou, que batizou seu filho como Enzo. Após a Copa da Itália de 1990, onde cairia novamente nas oitavas, Francescoli decidiu ficar por lá mesmo. Assinou pelo Cagliari, onde novamente precisou se desdobrar para salvar a equipe do rebaixamento. Ficou três anos na Sardenha até assinar com o Torino em 1993. Lá, não repetiu as boas atuações. Aos 33 anos, estava de volta ao River Plate. Em 1994 foi artilheiro e campeão do Apertura. Em 1995, não venceu nada com o River, mas ajudou o Uruguai a levantar o seu terceiro caneco de Copa América na carreira e foi eleito o melhor jogador sul-americano. Em 1996, o ano perfeito. Ao lado de jovens como Sorín, Ortega, Crespo e Gallardo, foi maestro e líder do time que conquistaria a Copa Libertadores. No Intercontinental, a ironia. Enzo enfrentaria a Juventus, de Zinedine Zidane. No confronto entre mestre e aprendiz, o aprendiz levou a melhor. A Juventus venceu por 1 a 0. Por que jogava de terno? O Uruguai sempre revelou grandes jogadores. Enzo surgiu numa época onde o futebol uruguaio se preocupava mais em ganhar na pancadaria e na violência do que na bola jogada. Francescoli muda essa panorama ou pelo menos dá um alento e elegância ao jogo praticado. 👤 Enzo Francescoli Uriarte 👶 12 de novembro de 1961 (56 anos) 🏠 Uruguaio 👕 Montevideo Wanderers-URU, River Plate-ARG, Racing-FRA, Olympique de Marseille-FRA, Cagliari-ITA, Torino-ITA e Seleção Uruguaia. 🏆 Campeonato Argentino 85/86, Apertura 94, 96 e 97, Clausura 97, Libertadores 96 (River Plate); Campeonato Francês 89/90 pelo Olympique de Marseille, Copa América 83, 87 e 95 (Seleção Uruguaia). 👑Artilheiro do Campeonato Argentino: Metropolitano 84, 85/86 e Apertura 94; Melhor futebolista Sul-Americano do Ano 84 e 95; Melhor futebolista do Ano na Argentina 85 e 95; Melhor futebolista Estrangeiro do Ano na França: 1987 Classômetro: 👔👔👔👔👔👔👔👔 (8,2) 📸 Divulgação/Wikipedia #SeleçãoUruguaia #RiverPlate #Meia #CopadoMundo1986 #CopadoMundo1990

  • O patrão da América

    Não é difícil definir um volante, seja pela posição em si ou pela personalidade. Geralmente são aqueles jogadores duros, que protegem a zaga, cara de mau, número 5 nas costas do terno. E um bom volantão sempre se sobressaí pela eximia técnica. E é assim mesmo a melhor maneira de descrever o aniversariante de hoje. Melhor, põe a pesada faixa vermelha sobre a camisa branca para termos a vestimenta do River Plate. Esse é Nestor "Pipo" Rossi. Rossi foi daqueles argentinos que marcaram geração no país entre os anos 40 e 50. Daqueles, porque el Pipo surgiu na mesma safra de Di Stéfano e Amadeo Carizzo. Nestor, primeiramente, chamou mais atenção do então técnico da base do River, Carlos Peucelle, que o "sequestrou" em seu sítio, numa estádia para evitar que Rossi fosse para o Boca. De contrato assinado, estreou em 1945 pelos profissionais do River, junto a seus dois amigos de base, Di Stéfano e Carizzo. Pipo foi o primeiro entre eles a cativar a posição de titular e no ano seguinte era o dono absoluto da posição. Seu primeiro título veio em 47, mesmo ano de sua estreia pela seleção nacional. Nestor conseguiu bancar o consagrado Ángel Perucca da posição. Mas, mesmo jogando bem, Rossi só voltaria a vestir o terno dos Hermanos quase 9 anos depois... No River, as coisas começaram a dar errado no final da década de 40. Nestor encabeçou a greve de jogadores daquele ano, afim de melhores salários. Longe de sua meta, o jogador deixou o país rumo ao Millionários, da Colômbia, junto a Di Stéfano, Hugo Reyes e Adolfo Perdena. Obviamente, os argentinos se deram bem no país e chamavam atenção do mundo. O Real Madrid, em 53, queria levar todos para a Espanha. Conseguiu menos Pipo, que não via com bons olhos o time naquela época (em jejum de 20 anos sem conquistar La Liga). Ficou. Em 55, terminada sua "anistia" voltou pra casa e a vestir a camisa do River. E foi sensacional: tri campeão nacional e o retorno a seleção. A volta não poderia ser mais triunfante: uma sequência de três vitórias sobre o vizinho Brasil. Uma delas, marcada pela estreia de um jovem Pelé, que entrou e marcou o único tento brasileiro no jogo vencido pelos hermanos por 2x1. Curiosamente, o futuro rei do futebol passaria por dois antes de marcar. Um deles era o Rossi. Que já não vivia a áurea de seu vigor físico. Mesmo com a idade avançando, foi um dos líderes do selecionado na copa de 58, na Suécia. E nem el Pipo (já consagrado como o Patrão da América por ser reclamão e exercer de fato uma liderança nata por onde passou) nem a Argentina se recordam daquela Copa com boas lembranças. A seleção albiceleste deixaria o torneio num vexatório 6x1 contra a Tchecoslováquia ainda na fase de grupos. Mesmo sendo um símbolo da seleção, Rossi foi um dos mais perseguidos. Um ano depois, começou a preparar sua despedida: foi para o time de coração, Huracán onde pendurou as chuteiras em 61. A partir dai, tentou carreira de técnico, mas nada muito significativo. Foi interino na seleção na copa de 62 sem qualquer sucesso. Até a década de 80, treinou times como o próprio River, seu rival Boca (onde conseguiu seu único título no comando de um time). Rossi faleceu no seu próprio esquecimento. Em 91 foi diagnosticado com Alzhaimer e em 2007 faleceu em Buenos Aires. Por que jogava de terno? Nestor Rossi, que completaria 93 anos nesse 10 de maio, não era chamado de patrão à toa. Comandava o River enquanto estava em campo. Sua técnica saltou aos olhos antes mesmo da de Di Stéfano. Sua carreira é marcada por bancar jogadores consagrados tanto no River quanto na Seleção Argentina. Ainda que sua passagem pelo selecionado tenha terminado de maneira trágica, é lembrado como lenda, inclusive por Pelé, que a certa altura o definiu como um dos maiores jogadores Argentinos que já havia enfrentado. 👤 Nestor Raúl Rossi 👶 10 de maio de 1925. Faleceu em 13 de junho de 2007 (aos 82 anos) 🏠 Argentino 👕River Plate, Millionarios, Huracán e Seleção da Argentina 🏆 Campeonato Argentino: 45, 47, 55, 56 e 57 (River Plate); Campeonato Colombiano: 49, 51, 52 e 53 (Millionários); Copa América: 47 e 57 (Seleção Argentina) 👑 Sem títulos individuais de destaque. Classômetro: 👔👔👔👔👔👔👔 (7,25) #RiverPlate #Millonários #SeleçãoArgentina

  • Um brasileiro na terra da rainha

    Os anos 90 ficaram marcados para os brasileiros pela quantidade de craques ou apostas que os clubes revelaram das suas divisões de base. Neste período de 10 anos, muitos jogadores deram os seus primeiros passos rumo ao sucesso. E para o classudo de hoje, Osvaldo Giroldo Júnior, mais conhecido como Juninho Paulista, não foi diferente. O pequeno Osvaldo começou no futebol de salão do clube Juventus, localizado no bairro da Mooca em São Paulo. Marcado pela sua habilidade e velocidade nos lances, chegou ao Ituano para jogar nas categorias de base e juvenil, permanecendo até o ano de 93, quando se tornou profissional e disputou a primeira divisão do campeonato paulista. Após o campeonato estadual, o meia chamou a atenção de Telê Santana, que pediu a sua contratação no tricolor do Morumbi. No São Paulo, Juninho se projetou para o futebol nacional e internacional. Em sua primeira temporada, tornou-se peça chave no elenco que conquistou a Taça Libertadores, a Supercopa da Libertadores e a Copa Intercontinental, antigo nome dado ao Mundial Interclubes. No ano seguinte, o São Paulo consagrou-se o primeiro time da história a disputar dois campeonatos oficiais no mesmo dia: a Copa Conmebol e o Campeonato Brasileiro, e Juninho, o primeiro jogador da história a estar nas duas partidas. O meia completou a sua passagem pelo clube paulista com a conquista da Recopa Sul-Americana e a Copa Conmebol, no mesmo ano de 94. Em 95, após disputar um amistoso pela Seleção Brasileira contra os britânicos, no Estádio de Wembley, Juninho chamou a atenção do Middlesbrough, tradicional clube inglês conhecido como “The Boro”, concretizando a sua primeira passagem pela terra da rainha. Em ótima forma e atraindo olhares do mundo inteiro, chegou ao Atlético de Madrid, mas sua passagem foi rápida devido a uma entrada forte do lateral Michel Salgado, no jogo contra o Celta de Vigo, que resultou em uma fratura em fevereiro de 98, deixando o meia de fora da Copa do Mundo vencida pela França. Com a queda do Atlético de Madrid em 99, para a segunda divisão espanhola, Juninho retornou ao Middlesbrough no início de 00, sendo emprestado rapidamente ao Vasco da Gama do Rio de Janeiro. Com o terno cruzmaltino, Juninho tornou-se o Juninho Paulista, apelido usado para diferenciar o meia do seu companheiro de equipe, o também Juninho, porém, Pernambucano. Atuando ao lado de Romário, Euller e Viola, o meia conquistou o Campeonato Brasileiro e a Copa Mercosul em 00. Em 02, com salários atrasados no clube da colina, o meia passou a vestir a camisa do Flamengo. Embora a sua passagem pelo clube da Gávea não tenha sido emblemática, o jogador foi convocado por Luís Felipe Scolari a disputar a Copa do Mundo de 02, tendo conquistado o pentacampeonato mundial pela Seleção Brasileira. Passada a Copa do Mundo, Juninho retornou ao Middlesbrough e participou do título da Copa da Liga Inglesa, o mais expressivo da história do clube, entrando para o quadro de lendas e ficando conhecido como um rei pelos adeptos do “The Boro”. Depois de duas temporadas, prejudicado por uma série de lesões, chegou ao Celtic da Escócia, em que conquistou a Copa da Escócia em 05. Com o prestígio desgastado no Reino Unido, Juninho se transferiu ao Palmeiras e logo após, teve passagens pouco importantes pelo Flamengo e pelo Sydney da Austrália, retornando em 09 ao Ituano, clube que o revelou ao futebol profissional. Em 10, Juninho revezou entre a administração do clube paulista e a carreira de atleta, pendurando as chuteiras em 7 de abril, aos 37 anos, livrando o Ituano do rebaixamento para a segunda divisão do campeonato paulista. Pela Seleção, além da Copa do Mundo de 02, Juninho Paulista também conquistou a Copa das Confederações em 97. Por que jogava de terno? Apesar das lesões e das breves passagens no fim da sua carreira por clubes brasileiros, Juninho Paulista foi um meia ofensivo extremamente habilidoso, rápido e objetivo, que conquistou diversos títulos nacionais e internacionais nas equipes em que jogou, na maioria das vezes, sendo peça chave. Na conquista da Copa da Liga Inglesa pelo Middlesbrough, foi coroado o melhor jogador da história do clube e é considerado por muitos como um dos jogadores mais talentosos produzidos pelo futebol brasileiro na memorável década de 90. 👤 Osvaldo Giroldo Júnior (Juninho Paulista) 👶 22 de fevereiro de 1973 (45 anos) 🏠 Brasileiro 👕Ituano (BRA), São Paulo (BRA), Middlesbrough (ING), Atlético de Madrid (ESP), Vasco da Gama (BRA), Flamengo (BRA), Celtic (ESC), Palmeiras (BRA), Sydney FC (AUS) e Seleção Brasileira. Títulos Principais: Copa Intercontinental 93, Taça Libertadores da América 93, Supercopa da Libertadores 93, Recopa Sul-Americana 94, Copa Conmebol 94 (São Paulo); Campeonato Brasileiro 00, Copa Mercosul 00 (Vasco da Gama); Copa da Liga Inglesa 04 (Middlesbrough); Copa da Escócia 05 (Celtic); Copa do Mundo 02, Copa das Confederações 97 (Seleção Brasileira). 👑 Melhor jogador da história do Middlesbrough , Melhor jogador brasileiro a atuar na Inglaterra – The Sun 08, Melhor jogador brasileiro da história do Campeonato Inglês – The Sun 08, Melhor jogador da temporada 95/96, 96/97 e 04 (Middlesbrough). Classômetro: 👔 👔 👔 👔 👔 👔 👔 (7,6) 📸 Autor desconhecido #SãoPaulo #Vasco #Middlesbrough #Brasil #SeleçãoBrasileira #CopadoMundo2002 #Meia

  • Recordista da Fiel

    Na história da equipe do Parque São Jorge, se você pensar em um lateral-esquerdo, um dos nomes obrigatórios que você deve lembrar é Wladimir. Um dos maiores especialistas no setor, Wladimir tem como recorde ser o jogador que mais vestiu a camisa alvinegra. Em uma época de campeonatos estaduais valorizados no Brasil é importante ressaltar a importância do jogador para o Corinthians. Venceu quatro paulistas, com destaque para dois. O primeiro em 77 foi de longe o título mais importante para o clube em termos de emoção.Principalmente por ter tirando o clube paulista de uma longa fila de títulos. O segundo destaque é para o título de 82, em meio ao movimento da democracia corintiana. Movimento esse que Wladimir foi um dos idealizadores. Só jogou sete jogos pela seleção brasileira devido a grande concorrência que tinha na época. Mas foi importante na campanha de 83 da Copa América, onde a seleção canarinho levaria o vice-campeonato. Depois que saiu do Corinthians passou por Ponte Preta e Santo André. No Santo André fez seu primeiro jogo contra o time corintiano e venceu em uma ótima partida. Dois anos depois de sua saída, ele voltaria ao clube, mas sem grandes destaques. Tem como carinho e seu momento mais inesquecível no futebol a invasão corintiana no Maracanã. Em um placar de 1 a 1 no tempo normal, Fluminense x Corinthians decidiu a vaga para a final do Brasileiro de 76. Mas perderia o título diante do Internacional de Porto Alegre. Por que jogava de terno? Wladimir foi um lateral seguro e extremamente técnico. Para especialistas na área o melhor de sua posição da história do Corinthians. Com 805 jogos com a camisa corintiana, é um ídolo incontestável que marcou sua geração. 👤 Wladimir Rodrigues dos Santos 👶 29 de agosto de 1954 (63 anos) 🏠 Brasileiro 👕Corinthians (BRA), Santo André (BRA), Ponte Preta (BRA), Cruzeiro (BRA), Santos (BRA) Títulos Principais: Campeonato Paulista 77, 79, 82 e 83 👑 Nenhuma premiação de destaque Classômetro: 👔 👔 👔 👔 👔 👔 (7,5) 📸 Autor Desconhecido #Corinthians #Lateralesquerdo #Brasil #SeleçãoBrasileira

  • Um homem de muitos talentos

    Se você viu o Manchester United do Sir Alex Ferguson jogar, você viu um cometa raro passar pelo futebol que não tem data de previsão de retorno. Diferente do atual plantel, que sofre pra recuperar sua identidade, os Diabos Vermelhos das décadas de 90 e 00 eram uma das maiores forças mundial fazendo frente a Real e Barça. Textos e mais textos são necessários para enaltecer todos os feitos, que não são poucos, conquistados pela equipe e o consagrado de hoje, Gary Neville. Um homem de um terno só, Neville fez sua estreia na temporada 94/95 e dedicou 17 anos de serviço ao time mais glorioso da cidade de Manchester. Somando mais de 600 aparições e 20 títulos, Gary, que não pode ser confundido com seu irmão gêmeo Phil Neville, é o 5 quinto jogador que mais vestiu a camisa da equipe. Pela esquadra da Rainha, Gary soma 85 partidas sendo o lateral-direito que mais disputou jogos pela seleção, e muito provavelmente o melhor que os britânicos já viram jogar. Seus talentos não se resumem apenas a jogar bola. Se destaca também no mundo dos negócios, sendo dono junto a outros ex atletas do Manchester United, de um clube de futebol, o Salford City. Foi assistente técnico de sua seleção e treinador, por uma temporada, comandou a equipe do Valência durante a temporada 15/16. Por fim, também escreve e comenta sobre futebol e seu jeito sincero e ríspido sempre gera polêmicas e atritos com outras figuras do mundo da bola. Por que jogava de terno? Se técnica e talento faltavam em seu repertório, Gary Neville compensava com entrega, vontade e disciplina. Seu estilo de jogo era seguro e mais eficiente na parte defensiva. Durante cinco anos ostentou a braçadeira de capitão e fez juz com sua forte liderança. 👤Gary Alexander Neville 👶18 de fevereiro de 1975 🏠Inglês 👕Manchester United e Seleção Inglesa 🏆Premier League 96, 97, 98, 99, 00, 01, 03, 07, 09. Copa da Inglaterra 96, 99, 04. Champions League 99 e 08. Mundial de clubes 99 e 08. 👑Hall da Fama do futebol inglês em 15 Classomêtro: 👔👔👔👔👔👔👔👔(8) 📸 Michael Regan/Getty Images #ManchesterUnited #SeleçãoInglesa #Lateraldireito #CopadoMundo1998 #CopadoMundo2006

  • O capitão do time das eternas promessas

    Segundo o dicionário, a palavra decepção significa, dentre vários sinônimos, uma frustração. Uma palavra que cabe tão bem para este classudo, quanto a camisa do time de coração em nosso corpo. Balotelli é um jogador que sempre ouviu as opiniões serem divididas quando se tratavam dele, afinal, que personalidade tem este eterno garoto! Com pouca bagagem de futebol profissional, Mário já usava a camisa do Milan. Porém do jeito errado! Revelado na Inter de Milão, o jovem jogador havia vestido a camisa do maior rival em um programa de televisão, mesmo defendendo a equipe Nerazzurri! Esta seria a primeira polêmica, nas quais o classudo se envolveu. "Mas um jogador que resolve dentro de campo, pouco importa o que faz fora." Esta frase é uma espécie de escudo para jogadores de atitudes rebeldes. E servia muito bem para Mário. Dono de um chute potente, quem esquece os dois gols contra a Alemanha na Euro 2012? A cidade de Varsóvia se rendia ao jovem jogador! Cada vez mais a carreira dele crescia, cada vez mais o ego dele crescia! Promissor demais! Ballon d'Or era um objetivo e não um sonho. E para tentar ficar mais perto deste objetivo, o italiano trocou a liga natal para a poderosa Premier League, destino: Manchester City. E foi por lá mesmo em que Balotelli conquistou o prêmio Golden Boy! Que momento! Mas foi em alguns meses após a conquista do título de melhor jogador jovem do mundo que a carreira começou a balançar. Tudo o que era exclamação virou reticência seguida de um ponto de interrogação. Com Sérgio Aguero se sobressaindo, Balotelli foi perdendo espaço e ganhando o banco dos Cityzens, os cartões eram mais frequentes que boas atuações. Nessa ocasião, o craque ainda era craque! Pensaria a diretoria do Milan, que desembolsava 20 milhões de euros para tirar o nosso classudo da Inglaterra. O mesmo virou jogador de estalos... Um estalo no começo de sua trajetoria pelo clube rossoneri seria tudo o que faria por lá. A partir deste momento (Pós copa de 2014) foi onde Mário voltaria para a Inglaterra para sofrer com lesões atuando pelo Liverpool e não deixando saudade alguma na terra dos Beatles. A volta pra Itália era certa, afinal ele sempre voltava! E nesta foi pior, nem um estalo sequer no time de Beruscloni... Inglaterra de novo??? Não! O atleta preferiu se render a um clube de menor expressão mundial para se reerguer. O destino era Nice, França, onde se encontra até hoje fazendo uma dupla bacana de resenha com o baiano Dante. E como ele está lá? Retomando o bom futebol e bem disciplinado...até a página seguinte, afinal, este é o super Mário Balotelli! Por que joga de terno? Dono de uma perna direita potente, rápido e forte. Tem faro de gols e de confusões. Não se abate dentro de campo e corre os 90 minutos com intensidade invejável (Contrariando alguns episódios de "corpo mole" no treino como disse José Mourinho). 👤 Mário Barwuah Balotelli 👶 12 de Agosto de 1990 (27 anos) 🏠 Italiano 👕 Inter de Milão, Manchester City, Milan, Liverpool, Nice e Seleção Italiana 🏆 (Principais) Campeonato Italiano 06/07, 07/08, 08/09 e 09/10 (Inter de Milão); Copa da Itália 09/10 (Inter de Milão); Campeonato Inglês 11/12 (Manchester City); Copa da Inglaterra 10/11 (Manchester City). 👑 Golden Boy 2010 Classômetro: 👔👔👔👔👔👔 (6) 📷IDaniele Mascolo/EFE #SeleçãoItaliana #Milan #Atacante #CopadoMundo2014

  • O Rei David

    O classudo de hoje se orgulha de dizer que é um dos ídolos de uma das maiores equipes de futebol do mundo, está no hall dos maiores artilheiros do clube e fez parte da esquadra de um dos elencos mais lembrados e falados do início do século 21: a Juventus de Turim. Além disso, o atleta pode dizer também que fez parte da seleção que deu o primeiro título mundial para o seu país, vencendo APENAS o maior campeão das Copas do Mundo. Já sabe quem é? Não? Aqui vai outra dica: Ele é francês de nascimento, argentino de coração e carrega um carinho imenso pela Itália. Adivinhou agora? O Joga de Terno fala hoje de ninguém mais, ninguém menos, que David Trezeguet, o Trezegol. Trezeguet carrega o sobrenome de seu pai, ex-jogador argentino que atuava na França quando o filho nasceu. Aos dois anos de idade Trezeguet volta com a família para a Argentina e é por lá que o jogador inicia sua carreira futebolística seguindo os passos do pai. Na Argentina Trezeguet vestiu as cores do modesto Platense, clube no qual se profissionalizou. Sua primeira partida profissional aconteceu quando Trezeguet tinha apenas 16 anos. Por dois anos atuou na principal divisão da Argentina, embora não tenha jogado com frequência. Em 95 o jogador ruma para Europa e chega ao Mônaco, time que atua por cinco anos. No Mônaco ganhou destaque atuando ao lado de um garoto chamado Thierry Henry. Em 124 jogos foram 62 gols, feito que lhe rendeu o apelido de Rei David. Ainda pela equipe do principado, Treze conseguiu o feito de gol em finalização mais potente da história da Liga dos Campeões, com 157km/h. As boas atuações no Campeonato Francês lhe renderam a convocação para a Copa do Mundo de 1998. Após a conquista do título inédito com a França, o jogador retorna ao Mônaco, mas não demora muito a ser negociado com a Juventus. Em 2000 o jogador desembarca na Itália. Com o terno da Vecchia Signora Trezeguet atua ao lado de nomes como Del Piero, Nedved, Thuram, Davids, Camoranesi, Ibrahimovic e tantos outros. Na equipe bianconera joga por 10 anos, conquista dois Campeonatos Italianos e duas Super Copas da Itália. A equipe ainda conquistou o título italiano de 05/06, mas a participação da diretoria na compra de árbitros no escândalo de manipulação de resultados revogou o título. Pela Juve Trezeguet faz 317 jogos e 170 gols, ficando na 5ª posição dos maiores artilheiros da Juve, sendo o maior artilheiro estrangeiro. Em 2010 o clube rescinde contrato com o atacante que ruma para o Hércules, mas fica apenas uma temporada na equipe espanhola. Em 2012 o jogador decide voltar ao futebol que o revelou para o mundo depois de 18 anos, assina contrato com o River Plate e faz parte da campanha do retorno do Millionários à primeira divisão do Campeonato Argentino. Após dois anos no clube, o jogador é negociado com o Newell's Old Boys onde atua por mais dois anos. Em 2015, aos 37 anos, o jogador anuncia a aposentadoria do futebol. Por que jogava de terno? Oportunista, finalizador nato e com um posicionamento invejável, Trezegol era considerado o craque da grande área. Ser artilheiro temporada após temporada, primeiro pelo Mônaco e depois pela Juventus, foi algo que aconteceu de forma natural e é por isso que o craque marcou época. 👤 David Sergio Trezeguet 👶 15 de outubro de 1977 (40 anos) 🏠 Francês 👕 Platense (ARG), Mônaco (FRA), Juventus (ITA), Hércules (ESP), Baniyas (EAU), River Plate (ARG), Newell's Old Boys (ARG), Pune City (IND) e Seleção Francesa. 🏆 Principais: Campeonato Francês 96/97, 99/00 (Mônaco), Campeonato Italiano 01/02 e 02/03 (Juventus), Copa do Mundo 98 e Eurocopa 00 (Seleção Francesa) 👑 Jogador Jovem do Ano do Campeonato Francês 98 e Artilheiro do Campeonato Italiano 02 Classômetro: 👔👔👔👔👔👔👔 (7,6) #Atacante #Mônaco #SeleçãoFrancesa #Juventus #CopadoMundo1998 #CopadoMundo2002 #CopadoMundo2006

  • Gold Star: A História oficial das Copas do Mundo FIFA

    Véspera da Copa do Mundo é a temporada ideal para lançamento de produtos que aquecem o clima para o maior evento do esporte bretão no mundo: quadros em programas esportivos relembrando algumas edições ou partidas, álbum de figurinha, lançamento das camisas das seleções... Tudo isso ajuda a agitar torcida e a criar o clima ideal para a Rússia 2018. E Gold Star: A história Oficial das Copas do Mundo FIFA é mais um desses elementos. Disponível na Netflix, é uma microssérie de três episódios com 1 hora cada. A produção é estadunidense e apenas é autorizada pela FIFA, ou seja, já cai por terra o "oficial" do nome. Bom, e o nome aliás pode causar uma certa frustração no telespectador. Acontece que o pretensioso título dá a entender que teremos realmente a história das copas contadas nessas três horas totais de série. Mas, o que temos, é um apanhado de dados, fatos, ícones e "top 10 coisas" ao longo da produção. O que não é ruim, claro. O tempo todo a microssérie se preocupa em ilustrar a narração com imagens primorosas de jogos que aconteceram nas 20 edições existentes. E isso se faz em divisão de quadros: uma delas é o "ícones" em que se fala dos grandes jogadores que marcaram a história das Copas, por exemplo. Há também os Top10, que são rankings (polêmicos!) de lances que vão de maiores golaços de faltas, passando por maiores gols de voleios (numa definição um tanto quanto estranha) e até grandes defesas. Há um outro quadro, chamado Fatos, que talvez seja um dos pontos mais bacanas da produção: é o momento em que se fala de outras modalidades e das categorias de base. Aqui, há espaço para a Copa do Mundo de bases, ao Futebol de Areia, ao Futsal, à Copa das Confederações e até mesmo ao E-Sport com o jogo oficial da FIFA no campeonato Mundial. O Futebol Feminino não é esquecido é tem um tempo respeitável na obra. Fala-se da Copa do Mundo do gênero, das categorias de base e de grandes nomes da modalidade. Mas, certamente, o grande ponto forte da obra é o resgate de histórias de rivalidades e de partidas. Neste momento, a narração possui uma linha de condução que permite afirmar que dois países possuem rivalidades se baseando em grandes partidas de copas, o que é magnífico. Quando há um contexto mais histórico, ele não se omite, como em Inglaterra x Argentina e a rixa por causa das Malvinas. O problema todo é a condução da edição em si. Os quadros aparecem de uma hora pra outra e de início você pode se perder e não entender exatamente o que está acontecendo ali. Há também uma leve preferência em se destacar Maradona no meio a tantos craques. Não é explicito, mas o expectador mais atento pode perceber isso, porque nomes como Ronaldo e Zidane, por exemplo, são pontualmente citados. Outros como Cruyff e Pelé tem seus justos e espaços e menções, mas nada como o craque eterno da Argentina. Vale a pena assistir? Como dito, o nome faz você ter uma expectativa acima do que realmente é a obra. Um apanhado de dados, gols memoráveis, nomes eternos ou mesmo as justas citações de outras modalidades de futebol não te contam a história oficial das Copas. Não precisava ser algo cronologicamente contado, mas algumas coisas ali são facilmente vistas em outros lugares, como o ranking de jogadores mais jovens a participar das copas, por exemplo. Essas informações a gente acha numa "googlada" fácil. Também faltou depoimentos de quem faz isso acontecer de verdade, os jogadores (sim, não tem um!). Ainda assim, é um bom passatempo se você estiver procurando alguma coisa interessante na Netflix. Mas a qualidade das imagens que você verá aqui, não serão encontradas tão facilmente no youtube! 🎥 Gold Star: a história oficial das Copas do Mundo FIFA 👤🎥 Richard Horne e Mark Harrowell 📅 2017 💻 Disponível na Netflix Avaliação: 🎬🎬🎬🎬🎬🎬🎬 (7) 📷 Divulgação

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