top of page

Resultados de busca

Search this site

758 resultados encontrados com uma busca vazia

  • Especial Copa do Mundo - Espanha 2010: eu odeio o tiki-taka

    O tiki-taka é a troca de passes todo o tempo que, segundo Guardiola, é “sem propósito”. Sim, Pep Guardiola. Ele é o autor da frase que dá o título deste texto. Em seu livro, Pep Confidential, Guardiola disse após um empate contra o Nuremberg, quando estava no Bayern, “Eu odeio essa história de passar por passar, esse tiki-taka. Não tem propósito. Você precisa passar a bola com uma intenção clara, com o objetivo de chegar ao gol adversário. Não é passar a bola só por passar. Eu odeio o tiki-taka”. Mas por que começar um texto sobre a Espanha na Copa do Mundo 2010 falando de Pep? O treinador catalão é uma bandeira de um estilo de jogo próprio, baseada na posse de bola e na troca de passes que envolve o adversário. Em 2006, após a eliminação nas oitavas-de-final para a França, o técnico Luis Aragonés, já no fim de sua carreira como técnico, começaria a arrumar a casa com um toque de bola refinado e jogadores de extrema qualidade, como Xavi, Iniesta, Xabi Alonso, Fabregas, Mata, David Silva e Sergio Busquets formando o meio de campo. A Espanha sempre vinha como favorita, pelos bons jogadores, mas nunca correspondia. Luis Aragonés levaria a Fúria ao título da Eurocopa 2008. Começava a Era de Ouro Espanhola. Após a Euro, Don Aragonés decidiu entregar o cargo, que foi assumido por Vicente Del Bosque. Classificou a Espanha para a Copa do Mundo da África do Sul vencendo todos os jogos, num grupo com Bósnia, Turquia, Bélgica, Estônia e Armênia. No primeiro jogo da Copa do Mundo, um susto. A Espanha estreava contra a Suíça. Derrota por 1 a 0. O time que chegou embalado e favorito, começou tropeçando. “Agora a Espanha decepciona mais uma vez”, diziam. Contra Honduras, vitória por 2 a 0 com doblete de David Villa. E no último jogo, contra o Chile, vitória por 2 a 1, com gols de Villa e Iniesta. Liderança do Grupo H com 6 pontos, mesma pontuação do Chile, mas um gol a mais de saldo. Nas oitavas, clássico da Península Ibérica, Espanha e Portugal. Os espanhóis dominaram o jogo, mas tinham muita dificuldade para furar a meta do goleiro Eduardo. Xavi, num passe magistral, encontrou David Villa, mais uma vez sendo decisivo para a Fúria, anotou o tento que daria a classificação. Na fase seguinte, os comandados de Del Bosque enfrentariam o Paraguai. Jogo morno no primeiro tempo. O toque de bola tentando furar a defesa paraguaia. No segundo tempo, Casillas pega um pênalti de Óscar Cardoso, em seguida, Xabi Alonso marca de pênalti, o juiz manda voltar e, na segunda cobrança, Justo Villar defendeu a cobrança. O jogo se encaminhava para o drama da prorrogação. Mas ele apareceria mais uma vez. David Villa!! Pedro acertou a trave e, no rebote, Villa empurrou pra rede. Sessenta anos depois a Fúria chegava às semifinais da Copa. A Alemanha chegava embalada. Futebol envolvente, eficiente. Duas goleadas, contra Inglaterra e Argentina. A Espanha com o toque de bola característico mas poucos gols, anulou o ataque alemão. Um time que jogava apenas no campo de ataque, trocando passes, se fechou na defesa e não deixou a Alemanha jogar. Mas na frente não correspondia. Aos 31 do segundo tempo. Xavi Hernández cobrou escanteio e Carles Puyol abriu o placar, classificando a Fúria para a decisão, contra a Holanda. Um dos jogos mais violentos na história das Copas. Uma das imagens icônicas é a voadora de Nigel de Jong no peito de Xabi Alonso, que recebeu apenas um amarelo pelo lance. Arjen Robben, cara a cara com Casillas perdeu a melhor chance do jogo. Inclusive, Iker fez uma partida irretocável naquele dia no Soccer City, em Johannesburgo. Mas o 0 a 0 persistia. E a decisão ia para a prorrogação pela segunda vez consecutiva. No tempo extra, aos 116 minutos de jogo, faltando apenas quatro para acabar, Fàbregas encontrou Iniesta dentro da área. Don Andrés fuzilou Stekelenburg e deu o título tão sonhado para a Fúria. A Era de Ouro Espanhola ainda conquistaria mais uma Eurocopa, em 2012. Com o toque de bola e o tiki-taka, mantendo a posse de bola, não deixando o adversário jogar. 🏆 Copa do Mundo 2010 👕 Time base: Iker Casillas, Sergio Ramos, Gerard Piqué, Carles Puyol e Capdevilla; Sergio Busquets, Xabi Alonso e Xavi Hernández; Andrés Iniesta, Pedro; David Villa. Técnico: Vicente Del Bosque 👤 Os principais classudos: Iker Casillas, Xavi Hernández e Andrés Iniesta. 📺 Espanha 1x0 Holanda pela final da Copa do Mundo de 2010 ⚽ Andrés Iniesta, aos 11' do segundo tempo da prorrogação dando a vitória contra a Holanda por 1 a 0. #CopadoMundo2010 #SeleçãoEspanhola #SeleçãoHolandesa

  • Especial Copa do Mundo - Uruguai 1950: O Maracanazo

    A partir de hoje, até o início da Copa do Mundo, o Joga de Terno vai contar a história de uma seleção de cada grupo da Copa do Mundo. Começaremos logo com um dos maiores traumas brasileiros no futebol: URUGUAI 1950: O MARACANAZO Em meio a um cenário pós II Guerra Mundial que devastou parte da Europa e Ásia, a Copa do Mundo de 1950 desembarcou pela primeira vez no Brasil. O que começou como uma grande festa no país, com direito ao novíssimo palco construído chamado de Estádio Mário Filho, vulgo Maracanã, terminou como uma grande tragédia. Para nós brasileiros, claro. Para os uruguaios, campeões naquele ano vencendo justamente o Brasil era mais um título mundial que eles levavam para casa. 12 anos se passaram desde a última Copa do Mundo, paralisada pelos conflitos. Também por causa dela, muitos países não tiveram condições de participar do torneio, outros desistiram no meio das eliminatórias. No fim das contas, 13 seleções se enfrentariam divididas em 4 grupos. Desses, Brasil, Espanha, Suécia e Uruguai se classificaram e fizeram um grupo final, onde todos novamente se enfrentariam. O Brasil passeou na fase final com goleadas sobre a Suécia por 7x1 (!) e a Espanha por 6x1 enquanto que o Uruguai havia empatado com a Espanha por 2x2 e vencido a Suécia por 3x2. Ao contrário do que muitos acreditam, o jogo entre Brasil x Uruguai não foi uma final oficial, de fato, mas sim o último jogo de um quadrangular final decisivo para saber quem seria o primeiro do grupo e obviamente o campeão. O Brasil, jogando em casa, com um time cheio de craques como Zizinho, Ademir e o goleiro Barbosa e depois de duas goleadas era obviamente o grande favorito. Já a Celeste, que contava com nomes como Ghiggia, Obdúlio Varela e Schiaffino, tinha outros planos para aquela taça. No jogo da final, o estádio do Maracaná nunca viu um público tão grande. A capacidade oficial do estádio era para 150 mil pessoas, o que já seria um absurdo para os números de hoje, mas a empolgação era tanta em ver o Brasil campeão que estima-se que mais de 200 mil pessoas estiveram presentes. O jogo começa com o Brasil partindo pra cima e criando oportunidades enquanto o Uruguai tentava segurar a pressão brasileira. E deu certo, o primeiro tempo terminou sem gols. Logo no início da etapa final, aos 2 minutos de partida, Friaça marca para o Brasil, o Maracanã explode de alegria e a confiança, que já era grande, se torna enorme afinal, até mesmo o empate daria o título para o Brasil. O que os jogadores brasileiros - e os 200 mil torcedores - não esperavam é que justamente esse gol, que traria confiança - até demais - fez nascer no Uruguai um desejo ainda maior de vencer aquela partida. Enquanto o brasileiros relaxaram, os uruguaios partiram pra cima, comandados pelo capitão Obdúlio Varela, um verdadeiro líder em campo, daqueles que não deixariam o time desistir jamais de tentar superar esse revés. Tudo começou a mudar quando Ghigghia partiu pela direita e lançou para Schiaffino marcar aos 21 minutos. Precisando de mais um gol, eles partiam a todo custo ao ataque. Aos 34 minutos, Ghigghia recebeu a bola nas costas do marcador Bigode e se lançou mais uma vez à linha de fundo. Foi quando o goleiro Barbosa tomou a pior decisão de sua vida que o marcaria para sempre até dia de sua morte. Prevendo um novo lançamento pra área, ele se adiantou e deixou seu canto esquerdo livre. E foi justamente ali que Ghigghia preferiu chutar ao invés de cruzar. Um dos poucos momentos que se tem registro daquela Copa e justamente um dos mais icônicos do futebol mundial (confira no vídeo abaixo). Uruguai 2x1 Brasil. 200 mil olhares atônitos e 200 mil vozes em silêncio. Quem esteve ao estádio garante que nunca houve um silêncio tão ensurdecedor. Tanto no estádio quanto no vestiário. Ninguém sabia explicar o o que havia acontecido. O fato é que o excesso de confiança e certeza do título só trouxeram ao pais uma grande decepção que até hoje é lembrada. Até mesmo jornais da época, antes mesmo do jogo, já estavam nas bancas com a manchete que apontavam o Brasil como campeão Para os uruguaios, foi a vitória da raça e da vontade de superação contra a técnica e a auto-confiança brasileiras. Schiaffino e Varela se tornaram lendas do futebol uruguaio, sendo que o último é considerado o melhor jogador daquele país em todos os tempos. Ghigghia passou a ser conhecido como o "carrasco brasileiro" e o Uruguai, que havia ali conquistado o seu segundo título em quatro edições de Copa do Mundo nunca mais foi campeão desde então. 🏆 Copa do Mundo 1950 👕 Time base: Máspoli; Matias González e Tejera; Gambetta, Obdulio Varela e Rodríguez Andrade; Ghigghia, Julio Perez, Míguez, Schiaffino e Vidal (Morán). Técnico Juan Lopez 👤 Os principais classudos: Obdulio Varela, Ghigghia e Schiaffino 📺 Brasil 1x2 Uruguai pelo último do quadrangular final da Copa do Mundo de 1950 ⚽ Ghigghia, aos 34' do segundo tempo no segundo gol na vitória por 2x1 no Brasil #SeleçãoUruguaia #CopadoMundo1950 #SeleçãoBrasileira

  • Se acabar com o malandro, como vai ter o otário?

    É isso ai, mesmo! O classudo de hoje mandou esse questionamento quando foi perguntado se a malandragem está exagerada hoje em dia. Dé Aranha nunca foi doce nas palavras. E nem dentro de campo. O ex-centroavante de Bangu, Vasco e Botafogo coleciona causos, opiniões fortes e muita bola na rede. Seu primeiro grande momento como profissional foi com o terno do Bangu, de onde foi formado. Dé era aqueles centroavantes chatos, que desestabilizava o zagueiro sem ter a bola. Com ela nos pés, tinha perdão não, "malandro". Além de ser uma marca na sua fala, o "malandro" era personificado pela figura de Dé. Catimbeiro, o jogador nunca se intimidou de usar alguns "subterfúgios" para conseguir meter a pelota pras redes: conta-se que num jogo entre Bangu e Flamengo, o time de Moça Bonita ganhava por um a zero. O Rubro Negro pressionava. Numa falta, o zagueiro da Gávea Reyes põe a bola no chão pra poder reiniciar a partida. Dé (não nos perguntem como) me aparece um uma pedra de gelo, atira na bola, Reyes que não entende nada, perde a bola, Dé a rouba, dribla quem tem que driblar e faz o gol. A arbitragem era outra que sofria com o Aranha. Depois de surgir no Bangu em 67, em 70 foi para o Vasco. Não perdeu seu ímpeto de goleador, malandro e turrão. Num determinado jogo, teve um gol anulado. Ficou irado e partiu pra cima do bandeira. Passou a mão no gramado e enfiou goela abaixo do juiz: "burro tem que comer capim!". Ele ainda se denomina como o primeiro jogador a tomar o cartão das mãos de um juiz (e rasgá-lo com os dentes) e o recordista mundial de pênaltis cavados. Ele conta que treinava sozinho para se calçar e cair na área. Mas orgulha-se que fazia isso sem machucar ninguém. "Eu gostava era de tirar a pessoa do sério. Desestabilizar e me aproveitar disso", conta. Mas Dé não era só malandragem, não! Foi considerado um dos centroavantes mais oportunista de sua época. Fez parceira com Roberto Dinamite no Time da Colina e participou de alguns jogos da campanha do time campeão Brasileiro em 74. Daí foi para Portugal jogar pelo Sporting Lisboa, a tempo de conquistar o campeonato nacional por lá. A irreverência de Dé ficou marcada por onde jogou (no Rio, atuou também pelo Botafogo). Hoje, é comentarista e conhecido por suas opiniões fortes, sem papas na língua e por nunca esconder uma discordância. Por que jogava de terno? Irreverências e malandragens a parte, Dé foi goleador por onde passou. Dentro da área era mortal e não se intimidava pela cara feia de um zagueiro brucutu: se precisasse, driblava todo mundo e só não entrava com bola e tudo porque era humilde, como bem afirma ele. 👤 Domingos Elias Alves Pedra 👶 16 de abril de 1948 (70 anos) 🏠 Brasileiro 👕 Bangu, Vasco, Sporting Lisboa, Botafogo, Al Hilal, Bonsucesso, Rio Branco-ES, Desportiva-ES e Ferroviária-SP. 🏆 Campeonato Português: 74 (Sporting Lisboa) 👑 Melhor jogador do Vasco no ano de 1971 📷 Revista Placar (retirada do site Terceiro Tempo) Classômetro: 👔👔👔👔👔 (5,7) #Vasco #Sporting #Atacante

  • O Rei da cocada

    "Vai estar escrito daqui a vinte anos que o Vasco da Gama conquistou o bicampeonato com gol do Cocada aos 44 minutos, que entrou em campo aos 41 e foi expulso aos 45". São 30 anos desde a final do Campeonato Carioca de 1988, disputada entre Vasco e Flamengo que registrou o feito improvável de Luiz Edmundo Lucas Correa, o Cocada, a figura do JdT de hoje. O jogo final entre Vasco e Flamengo contava com jovens Bebeto, Romário e Renato Gaúcho. Mas foi do banco de reservas, um nome nem tão visado assim, que saiu o definidor da partida e do campeonato. Aos 41 do segundo tempo, Cocada substituía Vivinho para alguns minutos depois protagonizar a jogada que ficou na memória do torcedor vascaíno. Bismarck efetuou uma roubada de bola seguida do lançamento para Cocada, que entrou em disparado pela ponta-direita, driblou Edinho e, na entrada da área, viu Romário sozinho mas preferiu chutar. Mas, o jogador acabou se empolgando na comemoração, tirou a camisa e foi punido pelo árbitro com um cartão vermelho. O lance ainda causou uma confusão generalizada entre os jogadores, resultando também nas expulsões de Renato Gaúcho e Romário. O Vasco sagrava-se bicampeão estadual e Cocada colocou seu nome no folclore da torcida vascaína, lembrado até hoje em canções na arquibancada. O irmão do ex jogador são-paulino Müller teve passagem por outros clubes, entre eles Flamengo e Fluminense, mas sem grandes ápices como o já descrito aqui. Especializou-se na área de Educação Física e toca projetos como escolinhas de futebol e já comandou algumas equipes de base de clubes também. Por que jogava de terno? O próprio Cocada já admitiu em algumas situações que craque mesmo era o irmão mais novo, Müller. Mas não deixava de ser um jogador muito rápido e, mesmo com carreira discreta por onde passou, o protagonismo daquele lance vestindo o terno cruzmaltino o colocou nas graças dos torcedores vascaínos. 👤 Luiz Edmundo Lucas Corrêa 👶 16 de abril de 1961 (57 anos) 🏠 Brasileiro 👕 Operário, Flamengo, Guarani, Santa Cruz, Americano, Farense (Portugal), Vasco, Fluminense, São José e Londrina 🏆 Campeonato Carioca 1983 (Flamengo), Campeonato Carioca 1988 (Vasco) 👑 Sem títulos individuais de destaque Classômetro: 👔👔👔(3,9) 📸 Otávio Magalhães #Vasco #Flamengo #Guarani

  • Pitbull com pedigree

    Como definir um bom volante? Haverá sempre discussão, uns priorizam mais o esforço e a entrega, para outros conta mais a classe e habilidade. Ainda assim, não da pra ser unânime. Justiça seja feita a todos pitbulls, um cão com ou sem pedigree não importa. Logo, o melhor amigo do homem também será indispensável como o melhor amigo da defesa. Ralf de Souza Teles iniciou sua carreira na várzea da zona sul de São Paulo, enquanto atleta da base rodou por clubes como o do Taboão da Serra, São Paulo e Imperatriz, onde conquistou seu primeiro campeonato estadual em 2005. Após passagens por XV de Jaú, Gama e Noroeste, despontou para o cenário nacional com o competitivo elenco do Grêmio Barueri na temporada de 2009. Seu trabalho despertou interesse do Corinthians que procurava um substituto para Cristian. Apesar do fiasco do time na pré libertadores, Ralf rapidamente alcançou a titularidade e desde o ano do centenário alvinegro é considerado o cão de guarda da fiel. Entre muito mais altos do que baixos e uma passagem de dois anos pelo futebol chinês, Ralf já soma mais de 350 aparições com o terno corinthiano e nenhum cartão vermelho. Por que joga de terno? Como dito no início deste texto, a função de primeiro volante sempre gerou um debate sadio, inclusive entre aqueles que escrevem essa página. Ralf se destaca pela regularidade, precisão nos desarmes e lealdade com seus adversários, evitando polêmicas ou jogadas ríspidas. Desde que assumiu a volância do timão sempre está figurando entre os melhores volantes de todos campeonatos que disputou. 👤 Ralf de Souza Teles 👶 09 de Junho de 1984 🏠 Brasileiro 👕 Taboão da Serra, São Paulo, Imperatriz, XV de Jaú, Gama, Noroeste, Grêmio Barueri, Corinthians, Beijing Guoan e Seleção Brasileira 🏆 Campeonato Paulista 13 e 18, Campeonato Brasileiro 11 e 15, Libertadores 12, Mundial de Clubes da FIFA 12 (Corinthians) Superclássico das Américas 11 e 12 (Seleção Brasileira) 👑 Sem títulos individuais de destaque Classômetro: 👔👔👔👔👔👔 (6,8) 📷 Getty Images #Corinthians #Gama #SeleçãoBrasileira #SãoPaulo

  • Made in Argentina

    Acento til na letra "N", rosto amedrontador, número 5 às costas, braçadeira e muita raça. Não tem como negar, Guiñazu é um defensor argentino a caráter! Caráter que vem se modificando com o passar dos anos, mas isso é outra história. O classudo não era um exímio no quesito qualidade técnica, talvez por isso os treinadores de base do Newell's Old Boys optaram pelo atleta na parte defensiva do campo. E foi por lá mesmo que o raçudo despontou como jogador profissional. Foram quase duzentas partidas, divididas em duas passagens, tornando-se um ídolo! Ídolo que nem é tão vistoso comparado aos outros jogadores que fizeram história no clube argentino. Afinal, competir com Batistuta, Heinze e dentre outras personalidades não é bem uma disputada equilibrada. Mas o que havia sido feito dentro de campo, foi feito com qualidade! Quer dizer...Com mais vontade do que qualidade. Outro fato indiscutível é que o volante é um dos estrangeiros mais queridos que já passaram pelo Brasil, principalmente pela torcida colorada. Desfilando seu futebol pelo Internacional, Guiñazu conquistou os títulos mais importantes da América e um amargo terceiro lugar no mundial de clubes de 2010, campanha na competição que contextualizou muitas críticas aos jogadores do time brasileiro. Caso que não cabia a Guiñazu, um dos poucos a serem "imunizados" pela torcida gaúcha. Guiñazu ainda teria vida no Inter por mais dois anos. Após o Brasil, o destino seria o Libertad do Paraguai, apenas um bate e volta. A volta para o Brasil, porém, não seria destinada ao Inter. Desta vez, o clube agraciado pela raça do argentino, seria o cruzmaltino. Uma pena não ter conquistado algo de muito expressivo no Vasco. Talvez, a época não era propícia para as glórias. Atualmente, a realidade de Pablo Guiñazu é mais modesta. O pequeno Talleres da Argentina é o escudo no qual ele defende com unhas e dentes. Diferente da "monotonia" (Muita raça, disposição e 'só') apresentada durante toda sua carreira, em Córdoba, Guiñazu tem um ingrediente a mais para coroar sua trajetória vitoriosa. O classudo pode se orgulhar em dizer que marcou um gol aos 45 minutos do segundo tempo, levando o Talleres para a primeira divisão após doze anos de fila. Esse é o maior feito dele e de qualquer outro atleta nos últimos anos em Córdoba. Por que joga de terno? Guiñazu é o clássico "Casca-grossa". Além de impor respeito com sua fisionomia, o classudo não poupava qualquer adversário de jogadas duras, que muitas vezes soavam desleais. Há quem diga que quem sofre mais não são nem os adversários, e sim os roupeiros. Afinal, não há gramado da maior qualidade que impeça o El Cholo de sujar o terno de jogo. 👤 Pablo Horácio Guiñazu 👶 26 de Agosto de 1978 (39 anos) 🏠 Argentino 👕 Newell's Old Boys-ARG, Perugia-ITA, Idepiendente-ARG, Saturn-RUS, Libertad-PAR, Internacional, Vasco da Gama, Talleres-ARG e Seleção Argentina. 🏆 (Principais) Campeonato argentino 02 (Idepiendente); Campeonato paraguaio 06 (Libertad); Copa Sul-Americana 08; Libertadores 10 (Internacional). 👑 Bola de prata 09 (Internacional). Classômetro: 👔👔👔👔👔 (5,9) 📷 Pinterest #Internacional #Vasco #NewellsOldBoys #Independiente #SeleçãoArgentina

  • O cangaceiro dos Pampas

    Existem jogadores que marcam época. Nem sempre por erguerem taças. Claro que títulos auxiliam muito no processo de se tornar ídolo em alguma equipe. Ou então a extrema qualidade técnica apresentada. Todo mundo gosta de ter um craque vestindo e defendendo as suas cores. Mas além disso, há algo que chamamos de sintonia entre o atleta e a torcida. Identificação. E isso é algo que, quando ocorre, deve ser celebrado. O Joga de Terno falará hoje de um jogador que dificilmente saía de uma partida com o uniforme limpo. Alguns pensam até que o termo classudo, termo tão reverenciado por nós aqui da página, não o cabe. E eles têm certa razão. Porém, contrariando esta parcela, falaremos hoje de Dinho, o cangaceiro. Dinho iniciou a carreira de jogador em 1985, no Confiança, clube sergipano. Não demorou muito e logo se transferiu para o Sport Club Recife. Por lá, o volante atuou mais de 150 vezes e fez parte do elenco que ganhou o polêmico Campeonato Brasileiro de 1987. Após breve passagem pela Europa, o jogador chegou ao São Paulo em 92 e iniciou a era vitoriosa de sua carreira. Foram mais de 110 partidas vestindo o terno tricolor e 7 títulos. Entre eles as duas Libertadores e os dois Mundiais Interclubes no poderoso time de Tele Santana. As conquistas pelo tricolor paulista ainda lhe renderam uma convocação para a Seleção Brasileira, em 93, mas Dinho não conseguiu garimpar espaço dentro da seleção (que viria a ser tetracampeã mundial) que já contava com nomes como os de Mauro Silva e Dunga. O volante teve rápida passagem pelo Santos até que chegou ao Grêmio de Felipão, em 94. Sobre a batuta de Luis Felipe Scolari, Dinho emendou uma nova sequência de títulos relevantes. Foram 7 títulos em três anos de clube, entre eles a Libertadores, duas Copas do Brasil e um Campeonato Brasileiro. Porém, mais que títulos, Dinho se torna um dos ídolos do esquadrão gremista e também um dos símbolos da equipe, que tinha como característica o futebol brigado, aguerrido e truculento. Não demorou muito para o jogador receber o apelido de Cangaceiro dos Pampas. O seu excesso de vontade (e de força em alguns casos) eram sempre muito exaltados pelos gremistas, acostumados com o estilo de jogo do futebol gaúcho. Como consequência, não é difícil de lembrar dos casos de briga envolvendo o volante gremista. O volante também passou por América-MG e Novo Hamburgo, antes de se aposentar, em 2002. Por sua postura em campo e por fazer parte de uma das eras mais vitoriosas da história do Grêmio, Dinho é lembrado até hoje por torcedores e, onde quer que vá, os gremistas o reconhecem e o exaltam. A identificação com o Rio Grande do Sul é tanta que, após se aposentar do futebol, Dinho decidiu viver no Rio Grande do Sul. Por que jogava de terno? Era um jogador brigador. Apesar do excesso de força em alguns lances, Dinho sempre foi muito combativo guardando os zagueiros. Apesar de atuar quase sempre como primeiro volante, a bola parada e os chutes de fora da área sempre preocuparam os times adversários. 👤 Edi Wilson José dos Santos 👶 15 de outubro de 1966 (51 anos) 🏠 Brasileiro 👕 Confiança, Sport, La Coruña (ESP), São Paulo, Santos, Grêmio, América-MG, Novo Hamburgo e Seleção Brasileira. 🏆 (principais): Módulo Amarelo do Campeonato Brasileiro 87 (Sport), Copa Libertadores da América 92 e 93, Mundial Interclubes 92 e 93 (São Paulo), Copa do Brasil 94 e 97, Copa Libertadores da América 95 e Campeonato Brasileiro 96 (Grêmio). 👑 Nenhuma premiação de destaque Classômetro: 👔 👔 👔 👔 👔 👔 (6,7) 📷 Getty Images #Grêmio #SãoPaulo #LaCoruña #Santos #Sport #AméricaMG

  • Lero-Lero?

    Quando se fala na Democracia Corinthiana alguns nomes já vêm a cabeça: Casagrande , Wladimir e Sócrates são exemplos. Mas outro grande nome dessa equipe era o folclórico Biro-Biro, que usou esse terno por 10 anos. O pernambucano foi revelado no Sport e em 1978, e ao chegar no Corinthians foi apresentado por Vicente Matheus, então presidente, como Lero-Lero. Ao ser alertado do erro, Matheus brincou... "O jogador está aí, é tudo a mesma coisa". Depois disso, o irmão de Biro-Biro foi jogar no juvenil do clube e Matheus relembrou a história. "Agora está aí, Biro-Biro e Lero-Lero." Pela equipe alvinegra, o volante desfilou sua classe por dez temporadas. Apesar de não ser o jogador mais técnico do time, Biro-Biro era peça chave por sua marcação e por sua disciplina tática. O volante fez 590 partidas com a camisa do Corinthians, o quinto jogador que mais atuou como jogador profissional do Corinthians, atrás de nomes como: Wladimir, Luizinho, Ronaldo e Zé Maria. Após sair do time do Parque São Jorge, passou pela Portuguesa, Coritiba e Guarani, mas só voltou a ser campeão em 93 quando atuava pelo Remo e foi bicampeão paraense. Em 1995, se aposentou quando jogava pelo Nacional- SP. Por que jogava de terno? Apesar de ser um coadjuvante na época em que atuava, Biro-Biro é reconhecido até hoje por sua raça e polivalência, algo muito importante hoje em dia. O jogador de cachos loiros atuou também como meia e até atacante durante sua época de Corinthians. Foi decisivo em alguns títulos da equipe alvinegra. Em 79, ele eliminou o rival Palmeiras na semifinal do campeonato estadual com um gol de canela. Já em 82, marcou dois gols no jogo de volta da final do Paulistão, diante do São Paulo e garantiu o título na ocasião. 👤 Antonio José da Silva Filho 👶 18 maio de 1959 (58 anos) 🏠 Brasileiro 👕 Sport, Corinthians, Portuguesa, Coritiba, Guarani, Paulista, Remo, Botafogo -SP e Nacional - SP 🏆 (principais): Campeonato Paulista 79, 82, 83 e 88, Taça Governador do Estado de São Paulo 77 e 84, Copa do Campeões 84 (Corinthians); Campeonato Paraense 93 e 94 (Remo) 👑 Nenhuma premiação de destaque Classômetro: 👔 👔 👔 👔 👔 (5,8) #Corinthians #Sport #Portuguesa #Guarani #Remo

  • O Cisne de Utrecht

    No mundo do futebol, assim como em todas as profissões, existem pessoas que se esforçam durante toda a carreira para tornarem-se bons jogadores e outros, que já nascem com o dom. Hoje, o Joga de Terno vai contar a história de um desses classudos que nasceram para ostentar um clássico modelo de Alexander Amosu e mostrar que o seu talento veio do berço. Não foi à toa que Marco van Basten tornou-se um ícone do esporte, que desfila com a bola nos pés. Nascido na cidade de Utrecht na Holanda, van Basten foi batizado com o nome de Marcel e ficou conhecido mundialmente pelo apelido de Marco. Aos seis anos de idade, começou a jogar por uma equipe local chamada EDO, ainda pelas categorias de base. Continuou na cidade, passando pelas equipes UVV Utrecht e Elinkwijk. Na época, seu pai, que também foi jogador de futebol, operava como o seu empresário e assinou, quando Marco tinha 16 anos, com o Ajax Amsterdam. A estreia do jovem atacante já dava indícios do que os torcedores poderiam esperar. Em abril de 82, o menino substituiu Johan Cruijff, que tinha acabado de voltar ao clube para terminar a carreira, e marcou um dos gols da vitória por 5x0 do Ajax sobre a NEC. Na temporada de 82/83, disputou a titularidade do time com Win Kieft, também titular da seleção nacional, e ainda assim, marcou 9 gols em 20 jogos. No ano seguinte, Kieft transferiu-se para a Itália e van Basten consolidou-se como o principal atacante da equipe. Foi o artilheiro do Campeonato Holandês por quatro temporadas consecutivas, de 83 a 87. Em novembro de 86, marcou o seu gol mais bonito com a camisa do Ajax em cima do FC Den Bosch. Em 87, caiu nas graças de Silvio Berlusconi e transferiu-se para o Milan da Itália. Com o terno do rubro-negro de Milão, Marco elevou a sua carreira a um nível invejável. Conquistou dois Mundiais Interclubes, duas Liga dos Campeões, três Campeonatos Italianos, entre 87 e 95, época em que esteve no Milan. Foi três vezes o melhor jogador do mundo pela revista France Football (Ballon d’Or), o último em 92, tendo também o reconhecimento da FIFA. Com esse triunfo, tornou-se o terceiro jogador da história, atrás apenas de Johan Cruijff e Michel Platini, a ganhar o prêmio três vezes. Em maio de 1993, em um jogo contra o Ancona, van Basten sofreu uma entrada forte no tornozelo, que fez com que o atacante passasse por uma série de cirurgias. Ele retornou ainda para os jogos finais da temporada, mas fez o seu último jogo como profissional aos 28 anos, na derrota do Milan por 1 a 0 para o Olympique Marselha. Naquela época, van Basten ainda tinha esperanças de jogar a Copa do Mundo de 94 pela Holanda, mas o clube ordenou a ele que não participasse para não arruinar a sua recuperação. Em agosto de 95, anunciou a sua aposentadoria dos gramados. Pela Seleção Holandesa (ao lado de nomes como Ruud Gullit, Frank Rijkaard e Ronald Koeman), Marco, mesmo não tendo chegado a uma final de Copa do Mundo, foi memorável pelas suas atuações e gols. O seu maior feito foi a conquista da Eurocopa de 88, em que foi nomeado como artilheiro e melhor jogador da competição, tendo atingido a meta cinco vezes, a última delas, na final contra a União Soviética, em um voleio espetacular que ficou mundialmente conhecido. Por que jogava de terno? Apesar de ter encerrado a sua carreira cedo devido a uma lesão, van Basten é considerado um dos maiores atacantes de todos os tempos. Ficou conhecido pela sua ótima capacidade de finalização, inteligência e por marcar gols acrobáticos. Pela sua altura, força e habilidade com os dois pés, era considerado um jogador completo, anotando diversos gols de dentro e fora da área, além de gols de cabeça e assistências aos seus companheiros. Foi classificado por Maradona como um dos melhores jogadores que ele já viu, e serviu de inspiração para muitos jogadores que despontaram depois da sua aposentadoria. Depois de pendurar as chuteiras, Marco já atuou como treinador e gerente de clubes de futebol e até mesmo da Seleção Holandesa. Atualmente é o Diretor de Desenvolvimento Técnico da FIFA. 👤 Marcel “Marco” van Basten 👶 31 de Outubro de 1964 (53 anos) 🏠 Holandês 👕 Ajax (HOL), Milan (ITA), Seleção Holandesa. 🏆(principais) Campeonato Holandês 81/82, 82/83 e 84/85, Copa da Holanda 82/83, 85/86 e 86/87 (Ajax); Copa Intercontinental 89 e 90, Liga dos Campeões 88/89 e 89/90, Campeonato Italiano 87/88, 91/92 e 92/93 (Milan); Eurocopa 88 (Seleção Holandesa). 👑 (principais) Melhor jogador do mundo pela revista France Football 88, 89 e 92, Melhor jogador do mundo da FIFA 92, Melhor jogador do ano pela UEFA 89, 90 e 92, Melhor Jogador Holandês do ano 84/85, Chuteira de Ouro da Europa 85/86, Chuteira de Ouro do Mundo 85/86, Melhor jogador da Eurocopa 88, Artilheiro da Eurocopa 88, Artilheiro do Campeonato Holandês 83/84, 84/85, 85/86 e 86/87, Artilheiro do Campeonato Italiano 89/90 e 91/92. Classomêtro: 👔 👔 👔 👔 👔 👔 👔 👔 8,8. 📷 Bob Thomas/Getty Images #SeleçãoHolandesa #Ajax #Milan

  • O artilheiro da torcida

    Existem jogadores que por si só já remetem a lembrança de algum clube. Por motivo de fidelidade, boas atuações e dentre outros tantos motivos que fazem o jogador ficar identificado com determinado escudo. E Diego Tardelli pode dizer com autoridade que é mais um atleta que entra nesta lista. Independente de onde estiver desfilando seu futebol, ele sempre será o camisa nove do Clube Atlético Mineiro! Mas a carreira do classudo começaria muito antes do clube mineiro. Para ser mais exato, quatro anos antes de vestir a camisa alvinegra pela primeira vez, o jogador vestira o terno do São Paulo. Dentro de campo, indiscutível: artilheiro do campeonato paulista 2005 e gol na final da Libertadores do mesmo ano provavam a qualidade do garoto. Mas fora das quatro linhas, um jogador indisciplinado (Perfil que não é tão raro no futebol). Após o vitorioso ano de 2005, a jovem promessa teve a experiência de jogar em clubes europeus, mas nada que fosse o suficiente para, no mínimo, deixá-lo por mais tempo respirando ares gelados. No retorno ao Brasil, ainda iria passar pelo Flamengo, mas uma lesão no braço impediu que o mesmo tivesse uma sequência de jogos no rubro-negro. Agora sim! Era o início da trajetória de Tardelli no Atlético Mineiro. De 2009 a 2011, o amor entre torcida e atleta era como uma sinfonia de Beethoven. As boas atuações e gols eram tão constantes quanto as propostas de clubes do exterior. Todas recusadas pelo então presidente do Atlético, Alexandre Kalil. Até que em 2011, os russos do Anzhi Makhachkala conseguiram tirar o goleador do Brasil por 5 milhões de Euros. Jogando por lá repetiu a mesma dose de pouco futebol apresentado na primeira passagem pela Europa. O contrato que era de quatro anos durou apenas um e o jogador seguiria para o modesto futebol árabe. Depois de se aventurar novamente por outros tapetes verdes, o tão esperado retorno ao Galo (tanto por torcedores quanto pelo próprio Tardelli) aconteceu. Embalados com o quase mantra "Eu acredito" Tardelli, Jô, Ronaldinho, Bernard e Cia. fizeram o Horto estremecer nos anos de 2013 e 2014 conquistando títulos inéditos para o time de Minas. Os integrantes do quarteto atleticano viveram a mesma esperança de estarem na lista de Luís Felipe Scolari para a copa de 2014, mas apenas Jô e Bernard representaram o Galo na lista final (juntamente com o arqueiro Victor). Mas o nosso classudo ainda iria conseguir vestir a amarelinha pós Copa e anotar dois gols contra os Hermanos no Super Clássico das Américas. Em 2015, com a ascensão dos magnatas chineses no futebol, ficou difícil para o clube mineiro mantê-lo no Brasil. Mas jogando pelo Shandong Luneng, Tardelli manteve seu ritmo de jogo, conquistando algumas convocações na seleção da era Tite, porém, não conseguiu uma vaga na convocação final. Por que joga de terno? Centroavante que se movimenta muito, tem todas as características de um autêntico camisa nove. Prova não estar sentindo a idade e mostrou um amadurecimento no decorrer dos anos. 👤 Diego Tardelli Martins 👶 10 de Maio de 1985 (32 anos) 🏠 Brasileiro 👕 São Paulo, Real Betis, São Caetano, PSV, Flamengo, Atlético Mineiro, Anzhi Makhachkala-RUS, Al-Gharafa-QAT, Shandong Luneng e Seleção Brasileira. 🏆 (Principais) Libertadores 05; Mundial de Clubes 05; Campeonato Brasileiro 07 (São Paulo); Campeonato Holandês 06/07 (PSV Eindhoven); Libertadores 13; Copa do Brasil 14 (Atlético Mineiro). 👑 Bola de prata 09,13 e 14; Seleção do Campeonato Brasileiro 09 (Atlético Mineiro). Classômetro: 👔👔👔👔👔👔👔(6,8) 📷 Rodrigo Clemente/EM/D.A. Press #AtléticoMG #Flamengo #SãoPaulo

bottom of page