Resultados de busca
Search this site
758 resultados encontrados com uma busca vazia
- Lúcio: o zagueiro do mundo de volta às origens
Os estaduais já começaram a pipocar por todo o país, mas um aguarda a estreia e conta ainda com um nome de peso mundial; com passagens pelos campeonatos alemão, italiano, brasileiro e seleção. O Campeonato Brasiliense, ou melhor Candangão, e o JdT abrem espaço para o zagueiro pentacampeão mundial Lúcio. A carreira de Lúcio teve início nas categorias de base do Planaltina-DF, no campo de ataque. Mas, no profissional, já era aquele zagueiro que foi contratado pelo Internacional mesmo depois de seu time Guará perder de 7x0 para o colorado. Precisou do mundo para explorar este potencial. Na Europa, o jogador se encontrou com as realizações de sua promissora trajetória. Virou ídolo do futebol alemão após atuações no Bayer Leverkusen e Bayern de Munique, sendo eleito o melhor jogador do campeonato nacional por duas vezes e sagrando-se tricampeão da Bundesliga. O futebol italiano também viu o nome de Lúcio figurar entre importantes da história. A força física e jogadas aéreas já chegaram marcando presença e garantindo destaque na conquista da tríplice coroa da Inter de Milão . A final da Champions de 2010 contra seu ex clube de Munique figura entre uma das melhores atuações do brasileiro e na cabeça dos admiradores do futebol internacional. Vestindo o terno canarinho, outra marca histórica. Ele é o sexto jogador que mais vezes atuou pela Seleção Brasileira . E os feitos não são de qualquer um: mesmo que em altos e baixos, foi titular da campanha que rendeu o pentacampeonato mundial de 2002 e atuou nas outras duas seguidas; e bicampeão da Copa das Confederações, tendo marcado o gol do título em 2009. Aliás, subir para o campo de ataque se tornou uma das marcas de Lúcio, o que rendia algumas broncas dos técnicos, mas também o número de 46 gols marcados até hoje. E contando. É que Lúcio é o único jogador da conquista do penta ainda na ativa. Ao sair da Juventus, voltou ao Brasil com status de craque para vestir o terno do São Paulo em 2013. Atuações irregulares e alguns desentendimentos depois, seguiu para o Palmeiras mas também não viu tanta estabilidade. Agora, aos 39 anos, o jogador ainda tem fôlego para continuar pelo Brasiliense, fortalecendo o futebol em sua terra natal. Por que joga de terno? A técnica de Lúcio foi um quesito criticado ao longo de sua carreira, mas para muitos, sanado quando levadas em conta a velocidade e habilidade nas jogadas áreas. A postura em campo e a vontade de bola que perduram até hoje são essenciais para formar a trajetória de craque não só pela seleção mas no cenário do futebol mundial. 👤 Lucimar da Silva Ferreira 👶 8 de maio de 1978 👕 Guará, Internacional (BRA), Bayer Leverkusen, Bayern de Munique (ALE), Internazionale, Juventus (ITA), São Paulo, Palmeiras (BRA), Goa (IND), Gama, Brasiliense e Seleção Brasileira 🏆 Campeonato Alemão 04-08 (Bayern de M.), Campeonato Italiano 09/10, Liga dos Campeões 09/10, Mundial de Clubes 10 (Inter de Milão), Copa das Confederações 05 e 09, Copa do Mundo 02 (Seleção) 👑 Bola de Prata Placar 00, Melhor jogador Bundesliga 02 e 04, Destaque Copa América 08, Prêmio Futebol no Mundo ESPN 10 e Melhor Zagueiro C. Paulista 14. Classômetro 👔👔👔👔👔👔👔👔 (8,3) #Zagueiro #SeleçãoBrasileira #CopadoMundo2002
- Boteco JDT - Verão de 92
Dificilmente você encontra uma grande obra cinematográfica que conta histórias sobre futebol: em Hollywood, os estadunidenses não são bem fãs desse tipo de futebol e não se preocupam muito com esse esporte. No Brasil, o país do futebol, são poucos - como "Heleno: o príncipe maldito". Resta o mercado europeu. Esse sim parece mais interessado em contar histórias do esporte bretão. Seja como astro principal ou como um plano de fundo, o futebol é muito melhor visto no velho continente. Exemplos não faltam, como "Maldito Futebol Clube". E histórias interessantes também não faltam, sabemos disso. E num bom garimpo, encontramos a boa história de uma das maiores zebras da história do futebol europeu: a Dinamarca de 92. Em Verão de 92, acompanhamos a surpreendente história da campeã da Euro daquele ano. Dirigido por Kasper Barfoed, a narrativa foca no técnico Richard Nielsen, completamente desacreditado para comandar aquela seleção que impressionou o mundo no final dos anos 80. O filme conta que a desconfiança de fato não era à toa. Boicotado por seus jogadores que não acreditavam em seu trabalho, Nielsen não conseguiu classificar a Dinamarca para a Euro de 92, mesmo com jogadores como Peter Schmeichel e os irmãos Laudrup. A história, como sabemos, reservou para o país ser convidado para disputar a Euro no lugar da Iugoslávia, em guerra naquele tempo. Absolutamente desacreditado e sofrendo boicote de seu principal jogador, Michael Laudrup, Nielsen teve que mostrar seu valor para levar a Dinamarca a sua maior façanha que foi aquele título em cima da Alemanha então atual campeã do mundo. Kasper Belfoed conta essa história mostrando o foco do técnico Nielsen mesmo em seu começo turbulento em frente a seleção - sobre forte crítica da imprensa, mesmo durante o torneio na Suécia. Também mostra o drama de Kin Vilfort, que ao longo do torneio, teve que se preocupar com sua filha internada com câncer . Vilfort pode fazer o último gol daquela vitória por 2x0 contra a Alemanha de Jürgen Klinsmann. Ele mostra também o conflito do técnico com Brian Laudrup, que diferente de seu irmão, voltou atrás do boicote imposto ao técnico. Vale a pena assistir? Ainda que não seja uma primazia de filme, "Verão de 92" atende aqueles fãs de futebol atrás de um bom trabalho sobre o esporte. E a história da Dinamáquina de 92 é uma baita história que vale filme. 🎥 Verão de 92 👤🎥 Kasper Belfoed 📅 2015 💻 Netflix Avaliação: 🎬🎬🎬🎬🎬🎬🎬 (7) #Netflix #Dinamáquina #KinVilfort #Eurocopa92 #JürgenKlinsmann #RichardNielsen #SeleçãoDinamarquesa
- O melhor Corinthians com jogadores da base
Janeiro já está perto do fim. É oficialmente o mês da Copa São Paulo de Futebol Júnior, este ano vencido pelo São Paulo. E ninguém manja tanto de vencer uma Copinha como o Corinthians. São nada menos que 10 títulos, 5 a mais que o Fluminense, segundo maior campeão. Nesse time que montamos não tem como não entregar braçadeira de capitão para o Rivellino, que vai deixar na cara do gol Casagrande, outro ídolo corinthiano. #Corinthians
- O melhor Criciúma com jogadores da base
Mais uma vez trazemos até vocês a seleção de um dos clubes desse nosso Brasilzão. O time da vez é o catarinense Criciúma. Como destaque, podemos ressaltar ninguém mais, ninguém menos que o meia Douglas, que fez história com os ternos de Corinthians e Grêmio. Vale também citar a promessa Mahicon Librelato que tinha tudo pra ser um dos maiores jogadores do Criciúma, né? #Criciúma
- O melhor Figueirense com jogadores da base
Aproveitando o bom momento do Figueirense na Copinha (eliminou Flamengo e Palmeiras) voltamos com a série que traz os melhores jogadores a passarem pelas categorias de base dos principais clubes do país. No alvinegro catarinense destacamos Roberto Firmino, craque do Liverpool e da Seleção Brasileira. O Figueirense foi o único clube brasileiro que ele vestiu a camisa antes de brilhar na Europa. #Figueirense
- Uma breve análise do Vasco em 2018: O imbróglio vascaíno
Imbróglio é uma palavra difícil de dizer e traz exatamente o que ela significa: confusão, situação complexa. E esse foi o ano de 2018, que entrou torto e saiu trocando as pernas para o clube da Colina. Primeiro o episódio da troca de gestão, com direito à virada de mesa na madrugada e tudo, já apontava que o ano não seria dos mais fáceis. A novela da eleição dura até hoje nos tribunais. Em campo, enquanto todo mundo tentava entender a confusa regulamentação do Carioca, o time chegou à final contra o Botafogo mesmo sem ter vencido nenhum dos dois turnos, mas acabou perdendo nas cobranças de pênaltis. Então, veio o reencontro com a Libertadores após seis anos. O jogo pelas eliminatórias já colocou os testes cardíacos em dia quando o Vasco tomou de volta os mesmo 4 a 0 que aplicou no Jorge Wilstermann. Martín Silva foi o herói da classificação nas penalidades, mas a euforia não chegou a durar muito pois o time teve dois grandes tropeços na fase de grupos. E, para quem não se lembra, a equipe cruzmaltina também disputou a Copa do Brasil e a Sul-americana neste ano, só que não avançou das mesmas etapas em que entrou. Zé Ricardo, Jorginho e Alberto Valentim (com Valdir Bigode nesses intervalos) comandaram o inconstante Vasco no Brasileirão. O clube fechou o ano com mais atletas no Departamento Médico do que número de vitórias e o resultado disso era cada partida um time diferente. O desempenho irregular, sobretudo nos setores de defesa também trouxe mais um indicativo lamentável: o de defesa mais vazada. Ao fim, a fuga de um quase novo rebaixamento, que só deixou o alívio em ter cumprido aquilo que era apenas obrigação. 👍🏻 Pontos positivos - Leandro Castán e Máxi Lopez na reta final; - Atuações pontuais de Andrey, Thiago Galhardo e Pikachu, assim como Paulinho. 👎🏻 Pontos Negativos - O rendimento por si só, abaixo do que o torcedor esperava no 120º aniversário do Club; - Menção honrosa para a turminha da foto da discórdia (Paulão, Erazo, Félix, Wellington e cia); - Preparação física e a superlotação do DM, que só se comparam à teimosia de Valentim. Expectativa para 2019: 🏆🏆🏆🏆🏆- - - - - (5) #Vasco
- Uma breve análise do Sport em 2018: O ano dos fumos
O 2018 do Sport começou com um desmanche, mas não o desmanche que a torcida queria. Nomes importantes como Diego Souza, André e Rithely saíram, enquanto a diretoria que quase fez o time cair em 2017 se manteve firme e forte. Essa mesma diretoria trouxe um “técnico para-raio” – Nelsinho Baptista – para tentar acalmar os ânimos da torcida. O tiro saiu pela culatra e o primeiro fumo veio: o time conseguiu a proeza de ser eliminado da Copa do Brasil na 2ª fase, pelo Ferroviário-CE em plena Ilha do Retiro.. Nesse momento, uma nova diretoria assumiu o comando do futebol do club. Não demorou muito para mais um fumo chegar: após o final melancólico do estadual, o Sport começa o Brasileirão apanhando de 3-0 para o América-MG. Na segunda-feira seguinte, Nelsinho convocou uma coletiva no CT e DETONOU a diretoria, falando de salários atrasados, promessas não cumpridas e etc, e pediu demissão do cargo. Após Nelsinho, veio Claudinei Oliveira e o Sport conseguiu, surpreendentemente, ficar em 6º na parada da Copa. Mas aí veio a bronca: o time não fez nada nesse intervalo e na volta do campeonato foi de ladeira abaixo até a 19ª posição. Claudinei caiu e veio Eduardo Baptista, que conseguiu fazer uns ajustes defensivos, mas que não foram suficientes para mantê-lo no cargo. Ele pediu demissão e Milton Mendes assumiu para o sprint final. O Sport até saiu da zona, mas quando Sander se machucou (e perdeu os últimos 7 jogos), o time passou por várias improvisações e voltou pra zona. Mesmo assim, chegou na última rodada com chance de se salvar. Mas, mesmo fazendo sua parte, a combinação de resultados não veio e o rebaixamento foi concretizado. 👍🏻 Pontos positivos - Campanha surpreendente que deixou o clube em 6º na parada pra Copa. 👎🏻 Pontos negativos - Nenhuma contratação foi feita na parada pra Copa - O ano como um todo; - Rebaixamento. Expectativa para 2019: 🏆🏆🏆🏆🏆- - - - - (5) #Sport
- Uma breve análise do São Paulo em 2018: O morno São Paulo
De Dorival para Jardine passando por Aguirre o São Paulo viveu uma montanha-russa em 2018. Passou por um campeonato paulista sofrível com um fio de esperança na semi. Sofreu na Copa do Brasil até a eliminação para o Atlético do Paraná. Contagiou sua torcida durante o primeiro turno do Brasileiro ficando em primeiro lugar por algumas rodadas e viu seu rendimento cair após a entregada na sul-americana. O começo de 2018 foi de esperança pela chegada da trinca de executivos/ídolos. Raí novo diretor de futebol contratou Ricardo Rocha e Lugano para cuidar dos bastidores. Chegou jogadores de nomes como Diego Souza, Nenê e Éverton, esse último dando um fôlego importante para as pontas do ataque. Nos altos e baixos do ano, podemos destacar o péssimo desempenho do paulista com Dorival Júnior e o ótimo desempenho de Aguirre no primeiro turno do brasileiro. Mas a esperança de títulos foi por água a baixo para a torcida Tricolor. Na virada de turno o torcedor viu o clube ser eliminado para o Cólon na sul-americana com a desculpa de ter força total no brasileiro e a resposta no campeonato nacional não veio. De primeiro para quinto colocado, demissão de Diego Aguirre e efetivação de André Jardine. 👍🏻 Pontos positivos - Dar um esqueleto de elenco para o time; - Nomes como Arboleda, Bruno Alves, Reinaldo, Hudson, Éverton, Rojas e Diego Souza se firmaram. 👎🏻 Pontos negativos - Problemas internos; - Nenê; - Queda de rendimento do São Paulo no campeonato. Expectativa para 2019: 🏆🏆🏆🏆🏆🏆- - - - (6) #SãoPaulo
- Uma breve análise do Santos em 2018: Incertezas
O ano começou e terminou com incertezas para o Santos. A expectativa em torno do recém-chegado Jair Ventura era compensada por dúvidas quanto ao elenco. Sem Ricardo Oliveira e Lucas Lima, o técnico teve dificuldades para montar a equipe no Paulistão. Teve de ir aos pênaltis para superar o Botafogo-SP nas quartas e perdeu para o Palmeiras (de novo) na semi. Enquanto o estadual chegava ao fim, a Libertadores já batia à porta, trazendo mais pressão a um time ainda desencontrado. O alvinegro até se classificou em primeiro num grupo com Estudiantes, Nacional (URU) e Real Garcilaso, mas com dificuldades. O futebol pouco eloquente se manteria. A primeira parte do Brasileirão foi o momento de maior letargia. A falta de consistência e resultados pressionavam Jair Ventura. Para piorar, a diretoria lidou mal com a situação: depois de bancar o técnico, o presidente Peres optou pela demissão de Ventura na primeira rodada após a pausa para a Copa do Mundo, jogando fora o trabalho feito no intervalo. O preço seria pago logo depois, nas fases decisivas da Libertadores e da Copa do Brasil. O consolo foi a paixão mostrada pela equipe contra Cruzeiro e o Independiente. Diante dos mineiros, o Santos só foi superado nas penalidades. Mas a tristeza por conta da punição no torneio continental em virtude de uma irregularidade na escalação de Sanchez demorará a sair da memória dos torcedores. A garra demonstrada pelo menos deixou otimismo para o fim do ano. Gabriel se firmou no ataque da equipe e trouxe esperança para a ida à Libertadores. Apesar da artilharia conquistada por Gabigol, a empolgação não se traduziu em resultados e o time perdeu fôlego na reta final do Brasileiro. No fim, o Santos ficou com um melancólico acesso à Sulamericana e terminou a temporada com um sentimento de que poderia ter feito mais. ⬆ Pontos positivos: -Artilharia de Gabriel no Brasileirão -Chegada de Carlos Sanchez ao time -Boas atuações de Rodrygo, Dodô e Vanderlei ⬇ Pontos Negativos -Pouca consistência no decorrer da temporada -Falta de planejamento e consequente perda de ritmo no final do ano -Elenco deficiente Expectativa para 2019: 🏆- - - - - - - - - (1) #Santos
- Uma breve análise do Palmeiras em 2018: Acabou a brincadeira
Após fechar 2017 em baixa, com parte da torcida pedindo a ‘cabeça’ de uma série de jogadores, o Palmeiras iniciou o ano de 2018 disposto a se sair bem já no primeiro semestre. Foram muitas contratações realizadas, entre elas Scarpa e Lucas Lima. Com Roger Machado recém-chegado no comando a equipe até apresentou bons resultados, apesar de nunca convencer toda a torcida. No Campeonato Paulista a equipe acabou perdendo a final para o maior rival, mas a derrota não chegou a abalar o elenco, que em contrapartida encerrou a fase de grupos da Libertadores com a melhor campanha, tendo inclusive vencido todos os jogos fora de casa. O problema é que o desempenho apresentado em campo, embora os resultados aparecessem, agradavam cada vez menos a torcida, fato que fez com que Roger deixasse o comando da equipe ainda no primeiro turno do Brasileirão. A saída de Roger Machado possibilitou a contratação de um ídolo: Felipão. O renomado treinador mudou o estilo de jogo palmeirense e deu a liga que faltava para a união da equipe. Com Scolari no comando, o Palmeiras fez um returno impecável e deu uma arrancada rumo ao título do Campeonato Brasileiro, conquistando o Deca. O Palmeiras ainda chegou longe nas copas, parando nas semifinais das duas competições, muito graças ao bom elenco montado. 👍🏻 Pontos positivos: - Contratação do Felipão; - União do elenco; - Planejamento que permitiu disputar as três competições brigando pelo título; - Segundo turno do Brasileirão. 👍🏻 Pontos negativos - Eliminação para o Boca Juniors com péssimo desempenho da equipe; - Roger Machado; - Pouca pressão da diretoria em relação aos erros de arbitragem. Expectativa para 2019: 🏆🏆🏆🏆🏆🏆🏆🏆🏆🏆 (10) #Palmeiras









