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- Quem é Afonso Alves?
Afinal, todos nós, fãs do esporte, que sempre acompanharam o futebol nacional ou internacional, nos concentramos e pensamos um pouco a mais para conseguir responder a pergunta. Nosso classudo de hoje não foi eleito melhor jogador do mundo, até finalizava bem com as duas pernas, não tinha tanta técnica e postura em campo, mas foi elemento central de uma briga entre dois renomados comentaristas do futebol brasileiro. Devemos considerar porém, que a coisa já devia estar bem feia entre os dois comentaristas lá em 2007, para que o assunto Afonso Alves fosse o real motivo de uma quase-agressão entre Benjamin Back e o "Portuga", do Energia 97 (ótimo programa até hoje). Para responder nossa questão principal, nada melhor que começarmos do início, seguindo o pleonasmo: Afonso Alves Martins Júnior, mineiro de Belo Horizonte, começou sua carreira com o terno do Atlético-MG , na própria terra natal. Raríssimas foram as oportunidades no único clube brasileiro que jogou na carreira, e em 2002, com pouco mais de 21 anos, rumou para o Velho Continente. Na Suécia atingiu o apogeu sendo campeão e artilheiro do Malmö FF. As boas temporadas em solo sueco convenceram o holandês SC Heerenveen a pagar cerca de 4,5 milhões de euros pelo mineiro - a maior compra do clube até os dias de hoje - e o centroavante não decepcionou. Afonso Alves se tornou o terceiro tupiniquim a ser artilheiro do Campeonato Holandês, repetindo a façanha de ninguém mais ninguém menos que Romário e Ronaldo Fenômeno. O brasileiro chegou a ficar em segundo lugar no prêmio europeu Chuteira de Ouro, apenas com um gol a menos do que o mítico Francesco Totti. Foram espantosos 31 gols em 34 jogos logo no primeiro ano com o terno azul e branco, cheio de corações, chamando a atenção do técnico da seleção brasileira à época, Carlos Caetano Bledorn Verri, ou melhor, Dunga. Nos últimos amistosos antes da Copa América de 2007, Dunga convocou o nobre atacante destaque do Holandesão, mas ninguém sabia na época quem era. A pergunta do enunciado foi repetida por todo o Brasil, e afinal, quem é Afonso Alves??? Respostas diversas geraram assunto para mesas-redondas, debates e pôde iniciar também o episódio da efusiva discussão entre Benja e Portuga - Benjamin Back, apesar do seu temperamento forte e histórico briguento (Neto que o diga), afirmou que ambos estão na paz hoje em dia. Afonso Alves, já com o peso de todas as dúvidas nas costas, jogou somente 8 jogos pela Amarelinha - marcando um solitário golzinho, num amistoso contra o México. Fez parte porém, do elenco então campeão do torneio continental em 2007. Com a camisa 21, foi reserva de Vagner Love, e também é lembrado por ter perdido um pênalti na semifinal diante o Uruguai. Posteriormente à Afonso Alves, Dunga ficou famoso por convocações "duvidosas" e de nomes pouco conhecidos para o público em solo canarinho - como o caso de Hulk e Kleber, ex- Porto . Ainda em 2007, ocorreu o momento mais épico da carreira deste mineirinho, uma façanha na história do futebol. Logo após a Copa América, nas primeiras rodadas do Campeonato Holandês, Afonso Alves marcou inacreditáveis 7 gols num só jogo, frente ao Heracles Almelo - a partida terminou 9 a 0. Infelizmente o feito não entrou para o Livro dos Recordes, mas no mesmo ano o atacante foi eleito indiscutivelmente o melhor jogador do Campeonato Holandês. Logo as cifras milionárias da Premier League chamaram a atenção e transferiu-se para o Middlesbrough . Chegou a surpreender novamente, marcando um hat-trick contra o ainda não tão poderoso e bilionário Manchester City, em um jogo que terminou 8 a 1 para o Boro. Apesar deste resultado, o time inglês não surpreendeu no restante da temporada, terminou em 13º colocado e Afonso Alves não mostrou qualquer centelho de genialidade posteriormente. Na temporada seguinte, o time foi rebaixado e no total, o brasileiro apresentou uma média muito abaixo do esperado: foram apenas 10 gols em 42 jogos. O Boro representou o início do fim para Alves, contrariando o pleonasmo do começo do texto. Em 2009, mudou-se para o Oriente Médio. Chegou a ser o artilheiro da Champions asiática (AFC) sob o comando de Paulo Autuori em 2010 pelo Al-Rayyan, porém, sofreu com algumas lesões e poucos jogos ao longo de 3 anos. Aposentou-se em 2015, sob a sombra da emblemática pergunta que ainda perdurava desde a fatídica convocação para a Copa América: quem é Afonso Alves? Por que jogava de terno? Apesar de sempre estar presente nas famigeradas listas "as convocações mais estranhas da Seleção Brasileira ", nosso polêmico classudo atingiu alguns feitos até incríveis e obteve na Suécia e na Holanda, boas médias. Fez parte de uma seleção campeã (com Dunga e Parreira), trabalhou com técnicos renomados como: Autuori e Gareth Southgate. É um ótimo nome a ser lembrado em discussões nas mesas de bar, quase um desafio nostálgico. 👤 Afonso Alves Martins Júnior 👶 30 de janeiro de 1981 🏠 Brasileiro 👕 Atlético-MG (BRA), Orgryte (SUE), Malmö FF (SUE), Heerenveen (HOL), Middlesbrough (ING), Al-Sadd (QAT), Al-Rayyan (QAT), Al-Gharafa (QAT) e Seleção Brasileira. 🏆 Campeonato Sueco 04 (Malmö FF); Copa do Qatar 10 e 12 (Al-Rayyan); Copa América 07 (Seleção Brasileira). 👑 Melhor jogador do Campeonato Holandês 07; Artilheiro do Campeonato Holandês 07; Artilheiro da Liga dos Campeões da Ásia 10. Classômetro: 👔👔👔 (3,6) 📷 Dennis Beek / Efe #AtléticoMG #Orgryte #Malmö #Heerenveen #Middlesbrough #Brasil #SeleçãoBrasileira #Atacante
- Van der Vaart: Pequeno grande jogador
Criado nas categorias de base do Ajax desde os 10 anos de idade, nosso classudo de hoje Rafael Van der Vaart, inspirou e encantou os torcedores holandeses desde a sua estreia como profissional aos 17 anos. Sem deixar abalar pela pouca idade Van der Vaart se destacou muito em sua primeira temporada como profissional e logo marcou presença na seleção principal de seu país. A imortal Laranja Mecânica. Em quatro temporadas atuando como titular do Ajax e da seleção, o meio-campo abriu portas para grandes times e novas experiências. E em 2005 foi contratado pelo Hamburgo onde fez grandes atuações que marcaram a sua carreira a partir dali. Como o grande desempenho na Copa de 2006, jogando ao lado de grandes craques como Robben, Van Bommel, Sneijder e Van der Sar. Devido ao sucesso absoluto na equipe alemã, outros grandes clubes europeus criaram interesse no craque, já que depois do mundial, ele foi considerado um dos melhores jogadores de sua posição. Dessa forma em 2008 fechou contrato com o Real Madrid, porém no clube merengue o nosso classudo de hoje não obteve tanto espaço, pois na temporada seguinte nomes de peso foram cotados para reforçar a equipe madrilenha. Com uma passagem nem um pouco avassaladora no Real Madrid, o dono do terno 23, foi transferido para o Tottenham onde atuou por apenas duas temporadas e retornou para Hamburgo em 2012, a fim de retomar o antigo futebol que havia apresentado ali no começo de sua carreira. Porém aos 30 anos Rafael mantinha uma sequência intermitente de jogos devido a quantidade de lesões. E a partir de então fez passagens curtas por outros times como: Real Betis, Midtjylland e por último Esbjerg da dinamarca, onde decidiu encerrar sua carreira. Por que jogava de terno? Pequeno, mas grande jogador, com seus 1,76m, Van der Vaart era o fatídico meia esquerda que desfilava nos tapetes verdes com sua majestosa canhota. Distribuindo assistência e arrematando sempre em grande estilo de fora ou dentro da área. 👤 Rafael Ferdinand Van der Vaart 👶 11 de fevereiro de 1983 🏠 Holandês 👕 Ajax (HOL), Hamburgo (ALE), Real Madrid (ESP), Tottenham (ENG), Real Betis (ESP), Midtjylland (DEN), Esbjerg (DEN) e Seleção Holandesa. 🏆 (Principais) Campeonato Holandês 01/02 e 03/04, Copa da Holanda 01/02 (Ajax); Campeonato Dinamarquês 17/18 (Midtjylland). 👑 (Principais) Jogador holandês do ano 01. Classômetro: 👔👔👔👔👔👔(6,6). 📷 Bob Thomas/Getty Images #Tottenham #Ajax #SeleçãoHolandesa #MeioCampo #CopadoMundo2010 #CopadoMundo2006 #Eurocopa
- Papin: A papinada
Quando debatemos os grandes jogadores franceses ao longo dos anos, craques como Michel Platini, Zinedine Zidane, Thierry Henry e Didier Deschamps são frequentemente lembrados, entretanto, no final dos anos 80 e durante os anos 90 um atacante chamou a atenção do mundo inteiro, tornando-se um dos maiores artilheiros do Futebol Francês. O Joga de Terno de hoje conta a história de Jean Pierre Papin. Nascido no noroeste da França, Papin foi ainda menino para a cidade de Jeumont, no norte do país, onde deu seus primeiros passos no futebol. Depois de tentar a sorte em alguns clubes chegou às categorias de base do Vichy, com o ótimo futebol apresentado rapidamente foi transferido ao Valenciennes para disputar a segunda divisão do campeonato francês, atingindo a marca de 15 gols em 33 jogos. Papin chamou então a atenção do Club Brugge da Bélgica e a partir daí a carreira deslanchou. Pelo Brugge, Papin conquistou a Copa da Bélgica e atingiu o segundo lugar no Campeonato Belga, com uma campanha de 31 jogos e 20 gols. Depois de ter sido convocado por Henry Michel para a Seleção Francesa e ter feito parte do time que eliminou o Brasil no mundial de 1986, ficando com o terceiro lugar, o atacante foi contratado pelo Olympique de Marselha . Com o terno do OM Papin tornou-se um dos maiores atacantes da França, jogando ao lado de Enzo Francescoli, Abedi Pelé, Didier Deschamps, Marcel Desailly, Rudi Völler, Eric Cantona, e comandado por Franz Beckenbauer, os “Les Phoceens” sagraram-se tetracampeões de forma consecutiva do Campeonato Francês de 89 a 92, conquistaram uma Copa da França e chegaram a final da Liga dos Campeões, perdendo o título para o Estrela Vermelha. Papin foi artilheiro do campeonato francês por cinco vezes e também da Liga dos Campeões por 3 vezes. Com essas marcas foi o vencedor da Bola de Ouro de 1991, o único francês a conquistar o título atuando no futebol francês, e ficou em segundo lugar no Prêmio de melhor jogador do mundo da FIFA. Papin tornou-se um dos melhores centroavantes do mundo naquela época e por isso, chamou atenção de Sílvio Berlusconi que não mediu esforços para levá-lo para o Milan fechando o contrato por uma quantia de 10 milhões de libras, transferência mais cara da época. Porém, no rubro negro italiano as coisas foram diferentes do que se esperava, companheiro de Marco Van Basten, o francês não se adaptou e acabou decepcionando. Apesar de ter conquistado títulos com a equipe como: Liga dos Campeões, dois Campeonatos Italianos e uma Supercopa da Itália, o atacante ficou a maior parte dos jogos no banco e finalizou sua passagem com 40 jogos e apenas 18 gols. Depois da decepção que foi no Milan, Papin transferiu-se para o Bayern de Munique , entretanto com o futebol já em baixa, conquistou apenas um título, a Liga Europa de 95/96, último título de sua carreira. Além do Bayern, Papin atuou ainda pelo Bordeaux e Guingamp, onde anunciou sua aposentadoria, entretanto, atuou ainda no Saint-Pierroise e Cap-Ferret, no campeonato amador da França. Depois de pendurar as chuteiras Papin tornou-se treinador e atualmente é Diretor de Futebol do Auxerre. Pela Seleção Francesa Papin deixou a desejar, apesar de ter conquistado o terceiro lugar na copa de 1986, a França de Papin não se classificou para o mundial de 1990 e foram eliminados na fase de grupos da Euro 92, ainda com Papin na equipe os franceses não se classificaram para a Copa de 94. O único título que Jean-Pierre Papin conquistou pela Seleção foi a Copa Kirin, um torneio realizado no Japão que mesclava times e seleções e teve sua última edição completa em 2016. Por que jogava de terno? Com 1,77 de altura, Papin foi um centroavante extremamente veloz e letal. Por seu ótimo desempenho com chutes de longa, média e pequena distância principalmente quando a bola vinha a meia altura, os torcedores apelidaram seus voleios de “A Papinada”. Seu ótimo faro de gol lhe rendeu muitas artilharias e até o título de melhor jogador Europa. Está marcado para sempre na história do Olympique de Marselha e do futebol francês. 👤 Jean-Pierre Roger Guillaume Papin 👶 5 de novembro de 1963 🏠 Francês 👕 Vichy (FRA), Valenciennes (FRA), Club Brugge (BEL), Olympique de Marselha (FRA), Milan (ITA), Bayern de Munique (ALE), Bordeaux (FRA), Guingamp (FRA), Saint-Pierroise (FRA), Cap-Ferret (FRA) e Seleção Francesa. 🏆 (Principais) Copa da Bélgica 85/86 (Club Brugge); Campeonato Francês 88/89, 89/90, 90/91 e 91/92, Copa da França 88/89 (Olympique de Marselha); Campeonato Italiano 92/93 e 93/94, Liga dos Campeões 93/94 (Milan); Liga Europa 95/96 (Bayern de Munique). 👑 (Principais) Artilheiro do Campeonato Francês 87/88, 88/89, 89/90, 90/91 e 91/92; Artilheiro da Liga dos Campeões da UEFA 89/90, 90/91 e 91/92; Melhor jogador da Europa (Ballon d’Or) 91; Seleção da Europa (Ballon d’Or) 91; Gol do ano da Alemanha 95; GoldenFoot (Lenda do Futebol) 2013; Dream Team do Olympique de Marselha 2010. Classômetro: 👔 👔 👔 👔 👔 👔 👔 (7,7) 📷 Alain Gadoffre/Getty Images #Olympique #Milan #BayernMunique #SeleçãoFrancesa #Atacante #CopadoMundo1986
- Cissé: O irreverente e azarado
A barba e o penteado exótico, geralmente descolorido, moicano ou pintado de verde, tornara-se marca quase registrada do francês Djibril Cissé. Sua carreira nem um pouco monótona é marcada também por graves lesões em momentos importantes, e competência para belos gols dignos do Joga de Terno. O carismático centroavante, destro e que comumente jogava também na ponta direita, teve a honra de vestir o terno da Seleção Francesa em duas Copas do Mundo, ambas com o emblemático 9 nas costas – seriam três se não fosse a segunda fratura da perna na carreira. Esteve também em campo, e acertado sua cobrança na disputa de pênaltis, no Milagre de Istambul, em 2005. Nosso classudo protagonizou boas histórias dentro e fora de campo ao longo de praticamente 20 anos de carreira nos campos, e ainda hoje mostra o faro de gols com a camisa do Liverpool Legends. Nascido em Arles, na França, Cissé iniciou sua carreira profissional no futebol oriundo da base do Auxerre . Grande destaque da equipe, acumulou 70 gols em seus seis anos com o clube, acumulando convocações e representando seu país na Copa do Mundo de 2002. Chama a atenção do Liverpool , e em 2004 ruma para a Inglaterra com moral. Rapidamente caiu nas graças da torcida, porém um infortúnio logo decretou seu breve destino: ainda nos primeiros meses no clube, no jogo contra o Blackburn Rovers, sua chuteira fica estranhamente presa no gramado e ele parte dois ossos de sua perna esquerda. Previsto para perder o restante da temporada, poderia ter sido pior e ter perdido a perna (segundo o próprio jogador) se não fosse o tratamento especializado que recebeu ainda no estádio. O jogador volta surpreendentemente antes do aguardado, marcando importantes gols, e participa da campanha do título da Champions League 04/05, estando presente nos momentos finais da fatídica final ante o AC Milan. A superação do jogador se repete novamente em 2006: no último jogo da preparação da Seleção Francesa para a Copa do Mundo, Cissé divide a bola com um jogador chinês, e para sua frustação, parte desta vez a perna direita. A recuperação dura cerca de cinco meses, e o atacante é emprestado ao Olympique de Marseille após alguns rumores. Com as dificuldades e dores normais de quem partiu as duas pernas em dois anos, lida com as críticas impunes em seu país. Jean-Pierre Papin , Bola de Ouro em 1991 e hoje dirigente no Auxerre, pede calma para que o jogador ganhe confiança após tantas cirurgias. O clube termina o campeonato em segundo lugar, com destaque para chutes letais de Cissé após o começo lento. Tornar-se-ia ainda um ídolo para a torcida do grego Panathinaikos, sendo o artilheiro na campanha vitoriosa na Liga e na Copa da Grécia logo no primeiro ano. Seu ótimo momento, o faz ser convocado por Domenech para a Copa do Mundo na África do Sul, em 2010. Nas terras helênicas, chegou a brigar com o presidente do Olympiakos, sofreu ofensas racistas e não renovou o empréstimo. Ainda peregrinou e acumulou alguns gols por Sunderland e Queens Park Rangers na Inglaterra, Lazio na Itália, Al-Gharafa no Qatar, Kuban Krasnodar na Rússia e Bastia na França. O irreverente atacante pendurou as chuteiras em 2015, no modesto JS Saint-Pierroise. O clube das Ilhas da Reunião, território francês no Oceano Índico, já contou com passagens também ilustres do camaronês Roger Milla, o conterrâneo Dimitri Payet e o outrora defensor Papin. Porém, após um hiato de dois anos, retorna ao futebol pelo suíço Yverdon, que disputava a terceira divisão do campeonato local – aos 36 anos, marcou 24 gols em 29 partidas. O clube atual do quase nômade Cissé é o italiano Vicenza 1902. Mas como é de se esperar, uma boa história acompanha a assinatura de contrato do campeão das Copa das Confederações de 2003, com a equipe italiana: o clube é uma refundação do antigo e falido Vicenza, e para seu azar, a Federação Italiana ainda não emitiu o licenciamento para o clube jogar competições oficiais. O excêntrico francês ainda tem na carreira um filme – interpretou a si próprio em “Taxi 4” – e chegou a ser preso em 2015, por ameaçar vazar imagens íntimas do ex-companheiro de Olympique, Mathieu Valbuena, com a namorada. Apesar de ainda persistir na carreira profissional, participa regularmente de algumas partidas do time de veteranos dos Reds, o Liverpool Legends – inclusive assinalando um gol no saudoso amistoso contra o AC Milan Glorie, eternizando aquela noite milagrosa há quase 15 anos em Istambul. Por que jogava de terno? Cissé foi um dos grandes atacantes da geração francesa nos primórdios do século XXI, ao lado de nomes como Henry, Trezeguet, Wiltord e Anelka, dentre outros. Surgiu como uma boa revelação até a afortunada lesão já nos tempos de Liverpool. No auge, foi um jogador explosivo, forte fisicamente, veloz e dinâmico, além de bom finalizador, conseguindo ser cobiçado no mercado europeu. Apesar da dupla frustração com as lesões, e consequentemente a superação em tão pouco tempo, a carreira do francês poderia ter outras memórias mais interessantes, e ser lembrada mais pelos dias dentro do campo do que fora, não fossem as pernas quebradas e as cicatrizes que sempre o acompanharam. 👤 Djibril Cissé 👶 12 de agosto de 1981 🏠 Francês 👕 Auxerre (FRA), Liverpool (ING), Olympique de Marseille (FRA), Sunderland (ING), Panathinaikos (GRE), Lazio (ITA), Queens Park Rangers (ING), Al-Gharafa (QAT), Krasnodar (RUS), Bastia (FRA), Saint-Pierroise (FRA), Yverdon (SUI) e Seleção Francesa. 🏆 Copa da França 02/03 (Auxerre); Liga dos Campeões da UEFA 04/05, Super Copa da UEFA 04/05 e Copa da Inglaterra 05/06 (Liverpool); Copa da Grécia e Campeonato Grego 09/10 (Panathinaikos); Copa das Confederações 03 (Seleção Francesa). 👑 Artilheiro do Campeonato Francês 01/02 e 03/04; Artilheiro do Campeonato Grego 09/10 e 10/11; Melhor jogador estrangeiro do Campeonato Grego 2010. Classômetro: 👔👔👔👔👔👔 (6,9) 📷 Laurence Griffiths/Getty Images #Liverpool #Auxerre #Olympique #Panathinaikos #SeleçãoFrancesa #Atacante #CopadoMundo2002 #CopadoMundo2010
- Nunes: O artilheiro dos gols decisivos
Certamente, você já ouviu aquele verso que diz: “Zico, Adílio e Júnior fazenda a bola rolar”. Mas hoje, é dia de relembrar de outro artilheiro: João Batista Nunes de Oliveira, o Nunes, ficou eternizado na memória dos rubro-negros e não só por sua vasta cabeleira. Nunes jogou na juventude pelo clube da Gávea, mas se profissionalizou no Confiança, do Sergipe. Depois, jogou pelo Santa Cruz, foi para o México e em 1980 fez parte da geração de ouro do Flamengo. Antes de defender o time da Gávea, jogou pelo Fluminense. No Flamengo conquistou todos os títulos possíveis. Campeão da Libertadores de 81 e campeão Mundial, o atacante fez 2 gols na decisão do título Mundial do Flamengo, diante do poderoso Liverpool. O apelido se deve exatamente pela importância dos gols do artilheiro, que garantiu o título Mundial do Flamengo, dois Brasileiros e um estadual. Por que jogava de terno? Nunes tinha um grande faro de gol. Poderia até não ser o jogador mais habilidoso da equipe, mas era um jogador de extrema raça e isso ajudou na sua identificação com a torcida Rubro-negra. Era o típico jogador de jogo grande, tanto que fez gol até em final do Campeonato Brasileiro e decidiu o primeiro titulo nacional do Flamengo, diante do Galo. Em 8 anos fez 219 partidas e marcou 99 vez com o terno do time carioca. Mais da metade desses gols foram em 1981, o ano de ouro Rubro-negro. 👤 João Batista Nunes de Oliveira 👶20 de Maio de 1954 👕 Confiança, Santa Cruz, Fluminense, Monterrey (MEX), Flamengo, Botafogo, Náutico, Santos, Atlético Mineiro, Boavista (POR), Volta Redonda, Tiburones Acajutla (HON) e Seleção Brasileira 🏆 (principais) Campeonato Pernambucano, 76 e 78 (Santa Cruz), Campeonato Brasileiro 80, 82, Libertadores 81, Mundial 81, Campeonato Carioca 81, 86, Taça Guanabara 80, 81, 82, 84 (Flamengo), Campeonato Pernambucano 85 e 89 (Náutico), Campeonato Mineiro 86 e Taça Minas Gerais 86 (Atlético-MG) Classômetro: 👔👔👔👔👔👔👔(7,1) 📸 Masahide Tomikoshi / Tomikoshi Photography #Flamengo
- Terno de Linha – São Paulo 2005: O ano perfeito
Os últimos anos eram de crise, dramas, eliminações para times de pouca expressão e constantes derrotas para os rivais. Poderíamos estar até falando de tempos recentes, mas o torcedor são-paulino pôde enfim comemorar dignamente no ano de 2005. Na semana em que o Tricolor garantiu presença na final do Paulistão após um hiato de 16 anos – a última final no certame estadual foi contra o próprio Corinthians em 2003 – lembramos os três títulos conquistados em 2005, com um time difícil de se enfrentar jogando em casa, e cascudo quando jogava fora, que fez ressurgir o time do Morumbi no cenário do futebol. Rogério Ceni foi o artilheiro do ano, começando à escrever seu nome como maior ídolo do clube – em 2006, tornaria-se o maior goleiro-artilheiro da história, superando o paraguaio Chilavert. À frente dele em campo, Lugano exercia o verdadeiro papel de “paredão”, enquanto Mineiro e Josué controlavam o meio de campo. Danilo virou “Zidanilo” e Cicinho viveu o melhor ano de sua carreira. Na frente, Luizão e Amoroso jogavam de Terno. Quase 15 anos depois, os feitos podem servir de inspiração na cabeça do torcedor depois do último domingo. A espinha daquele time começou a ser montada ainda em 2004, sob a batuta do atual treinador Cuca. O São Paulo voltava a competir então na Copa Libertadores, campeonato que não disputava desde a final perdida para o Vélez em 1994. Montou um elenco à altura na época: contrataram Danilo, Grafite, Fabão, destaques do Goiás que fez boa campanha no ano anterior, e chegaram Cicinho e Júnior para as laterais. O time seria eliminado de maneira trágica na semifinal, pelo surpreendente Once Caldas, da Colômbia, posteriormente campeão. Mais reforços da base campeã chegaram em 2005: a dupla Josué e Mineiro, o experiente atacante Luizão, além do técnico Emerson Leão. No primeiro Campeonato Paulista disputado por pontos corridos, o Tricolor faz a melhor campanha e ganha o título de maneira antecipada, num empate contra o Santos, sendo esta a última conquista do time no torneio estadual. O São Paulo logo inicia o ano da melhor maneira possível para o objetivo principal, a tradicional Libertadores. Não foi um início de ano perfeito, logicamente. O melhor jogador de futsal do mundo em 2004, Falcão, arriscou sua carreira no campo neste time do São Paulo. Foram 4 meses, poucos jogos, raros minutos e uma relação conturbada com Leão. O próprio técnico assinou contrato com um clube japonês durante a fase de grupos do torneio sul-americano e o time foi dirigido na Argentina, contra o Quilmes, por Milton Cruz, o eterno salvador do tricolor nestes momentos. Paulo Autuori, campeão da Libertadores com o Cruzeiro em 97, assumiu o plantel, e na sua estreia, pelo Brasileirão, 5 a 1 no clássico contra o Corinthians “galáctico” de Daniel Passarela (que caiu após a derrota). Nas oitavas de final da Libertadores, o São Paulo passa por outro rival, desta vez o Palmeiras, com boas atuações do carrasco alviverde Cicinho. O gol antológico do lateral-direito no primeiro jogo sela a ida do Tricolor às quartas, onde encarou o mexicano Tigres. Na partida de ida, Rogério Ceni quase entra para a história com um hat-trick em pleno Morumbi, não tivesse desperdiçado um pênalti quando já estava 4x0 o placar. Já no México, na partida de volta, 2 a 1 para os donos da casa, impondo a única derrota do São Paulo na competição. O time iria ainda eliminar o River Plate na semifinal, com duas vitórias, e destaque para Amoroso, contratado às vésperas para suprir a ausência do lesionado Grafite. Na primeira final da Copa Libertadores entre dois clubes do mesmo país, o tricolor goleou o Atlético Paranaense no segundo jogo, após 1 a 1 no Beira-Rio – o time comandado por Antônio Lopes não pôde mandar seu jogo na Arena da Baixada, por não suportar o público mínimo para uma final (40 mil pessoas). Com 71 mil pessoas no Morumbi, o São Paulo era o primeiro brasileiro tricampeão continental após um 4x0 em campo. Assegurava assim a classificação para o Mundial, a ser disputado no Japão no final do ano. O Campeonato Brasileiro daquele ano, que ficou marcado pelo escândalo da “Máfia do Apito”, então serviu para preparar o time, terminando a competição em 11º lugar, com poucos bons resultados – a destacar a vitória por 6x1 diante do Flamengo, no Rio de Janeiro. Alguns torcedores ainda lembram da vitória anulada diante do Corinthians, por 3x2, com dois gols de Amoroso, que posteriormente fora remarcada, resultando num empate em um a um. O Tricolor viajava ao Japão com um time bem formado taticamente e prometendo dar trabalho ao grande favorito ao título, o campeão europeu Liverpool . Os brasileiros chegaram a passar sufoco no primeiro jogo, diante do Al-Ittihad: vitória por 3x2 com dois gols de Amoroso e um de Rogério Ceni e a classificação para uma final de Mundial após 12 anos. Era a hora do jogo do ano, a decisão daquele ano histórico. Logo aos 26 minutos de jogo, Aloísio – que havia marcado um gol pelo Atlético-PR na final da Libertadores contra o próprio São Paulo e, tal como Amoroso às vésperas da semifinal diante do River, fora contratado pouco tempo antes do Mundial – tocou para Mineiro aparecer no meio da zaga dos Reds e marcar. 1 a 0. Os ingleses pressionaram muito após o gol, tentando quem sabe repetir o Milagre de Istambul, mas a noite milagrosa era do goleiro Rogério Ceni. Foram inúmeros chutes a gol, escanteios e até mesmo três gols bem anulados pela arbitragem. O Tricolor consagrava-se tricampeão mundial e era o final de ano perfeito para o torcedor são-paulino. Artilheiro do time no ano com 21 gols, Rogério Ceni ainda coroaria o melhor ano de sua carreira com o prêmio de melhor jogador do Mundial. Era uma temporada de gols e defesas que ficariam na memória de todos os torcedores. Com algumas perdas no elenco para 2006, o clube contrata Muricy Ramalho para comandar a equipe, que confirmaria seu protagonismo do futebol brasileiro e continental nos anos seguintes: perderia a final da Libertadores 2006 para o Internacional de Porto Alegre, mas conquistaria de forma consecutiva os Campeonatos Brasileiros de 2006, 2007 e 2008. Sacramentaria nestes anos o “esquema” 6-3-3: referência aos títulos Brasileiros, da Libertadores e Mundiais, mesmo tendo a base da tríplice coroa de 2005 se desmanchando aos poucos. Os anos de glória do time em campo foram um verdadeiro casamento com o torcedor são-paulino e fizeram idolatrar o novo/velho herói Rogério Ceni. Mais de uma década depois, os números 6-3-3 ainda perduram na sala de troféus tricolor, estagnados, e relembram as façanhas daquele time classudo que permitiu discutir se foi de fato o melhor São Paulo de todos os tempos. 🏆 Títulos conquistados: Campeão Paulista de 05, Campeão da Copa Libertadores de 05 e Campeão Mundial de 05. 👕 Time base: Rogério Ceni, Fabão, Lugano e Edcarlos (Alex); Cicinho, Mineiro, Josué, Danilo e Júnior; Luizão (Diego Tardelli) e Amoroso (Grafite). 👤 Principais classudos: Rogério Ceni, Mineiro, Danilo e Amoroso. 📺 São Paulo 4x0 Atlético/PR, pela final da Copa Libertadores de 05 e São Paulo 1x0 Liverpool, pela final do Mundial de 05. ⚽ Mineiro, aos 26’ do primeiro tempo contra o Liverpool, após lançamento preciso de Aloísio, aparece livre para marcar o único gol do jogo. 📷 Arquivo SPFC/Divulgação. #SãoPaulo
- Lúcio: o zagueiro do mundo de volta às origens
Os estaduais já começaram a pipocar por todo o país, mas um aguarda a estreia e conta ainda com um nome de peso mundial; com passagens pelos campeonatos alemão, italiano, brasileiro e seleção. O Campeonato Brasiliense, ou melhor Candangão, e o JdT abrem espaço para o zagueiro pentacampeão mundial Lúcio. A carreira de Lúcio teve início nas categorias de base do Planaltina-DF, no campo de ataque. Mas, no profissional, já era aquele zagueiro que foi contratado pelo Internacional mesmo depois de seu time Guará perder de 7x0 para o colorado. Precisou do mundo para explorar este potencial. Na Europa, o jogador se encontrou com as realizações de sua promissora trajetória. Virou ídolo do futebol alemão após atuações no Bayer Leverkusen e Bayern de Munique, sendo eleito o melhor jogador do campeonato nacional por duas vezes e sagrando-se tricampeão da Bundesliga. O futebol italiano também viu o nome de Lúcio figurar entre importantes da história. A força física e jogadas aéreas já chegaram marcando presença e garantindo destaque na conquista da tríplice coroa da Inter de Milão . A final da Champions de 2010 contra seu ex clube de Munique figura entre uma das melhores atuações do brasileiro e na cabeça dos admiradores do futebol internacional. Vestindo o terno canarinho, outra marca histórica. Ele é o sexto jogador que mais vezes atuou pela Seleção Brasileira . E os feitos não são de qualquer um: mesmo que em altos e baixos, foi titular da campanha que rendeu o pentacampeonato mundial de 2002 e atuou nas outras duas seguidas; e bicampeão da Copa das Confederações, tendo marcado o gol do título em 2009. Aliás, subir para o campo de ataque se tornou uma das marcas de Lúcio, o que rendia algumas broncas dos técnicos, mas também o número de 46 gols marcados até hoje. E contando. É que Lúcio é o único jogador da conquista do penta ainda na ativa. Ao sair da Juventus, voltou ao Brasil com status de craque para vestir o terno do São Paulo em 2013. Atuações irregulares e alguns desentendimentos depois, seguiu para o Palmeiras mas também não viu tanta estabilidade. Agora, aos 39 anos, o jogador ainda tem fôlego para continuar pelo Brasiliense, fortalecendo o futebol em sua terra natal. Por que joga de terno? A técnica de Lúcio foi um quesito criticado ao longo de sua carreira, mas para muitos, sanado quando levadas em conta a velocidade e habilidade nas jogadas áreas. A postura em campo e a vontade de bola que perduram até hoje são essenciais para formar a trajetória de craque não só pela seleção mas no cenário do futebol mundial. 👤 Lucimar da Silva Ferreira 👶 8 de maio de 1978 👕 Guará, Internacional (BRA), Bayer Leverkusen, Bayern de Munique (ALE), Internazionale, Juventus (ITA), São Paulo, Palmeiras (BRA), Goa (IND), Gama, Brasiliense e Seleção Brasileira 🏆 Campeonato Alemão 04-08 (Bayern de M.), Campeonato Italiano 09/10, Liga dos Campeões 09/10, Mundial de Clubes 10 (Inter de Milão), Copa das Confederações 05 e 09, Copa do Mundo 02 (Seleção) 👑 Bola de Prata Placar 00, Melhor jogador Bundesliga 02 e 04, Destaque Copa América 08, Prêmio Futebol no Mundo ESPN 10 e Melhor Zagueiro C. Paulista 14. Classômetro 👔👔👔👔👔👔👔👔 (8,3) #Zagueiro #SeleçãoBrasileira #CopadoMundo2002
- Boteco JDT - Verão de 92
Dificilmente você encontra uma grande obra cinematográfica que conta histórias sobre futebol: em Hollywood, os estadunidenses não são bem fãs desse tipo de futebol e não se preocupam muito com esse esporte. No Brasil, o país do futebol, são poucos - como "Heleno: o príncipe maldito". Resta o mercado europeu. Esse sim parece mais interessado em contar histórias do esporte bretão. Seja como astro principal ou como um plano de fundo, o futebol é muito melhor visto no velho continente. Exemplos não faltam, como "Maldito Futebol Clube". E histórias interessantes também não faltam, sabemos disso. E num bom garimpo, encontramos a boa história de uma das maiores zebras da história do futebol europeu: a Dinamarca de 92. Em Verão de 92, acompanhamos a surpreendente história da campeã da Euro daquele ano. Dirigido por Kasper Barfoed, a narrativa foca no técnico Richard Nielsen, completamente desacreditado para comandar aquela seleção que impressionou o mundo no final dos anos 80. O filme conta que a desconfiança de fato não era à toa. Boicotado por seus jogadores que não acreditavam em seu trabalho, Nielsen não conseguiu classificar a Dinamarca para a Euro de 92, mesmo com jogadores como Peter Schmeichel e os irmãos Laudrup. A história, como sabemos, reservou para o país ser convidado para disputar a Euro no lugar da Iugoslávia, em guerra naquele tempo. Absolutamente desacreditado e sofrendo boicote de seu principal jogador, Michael Laudrup, Nielsen teve que mostrar seu valor para levar a Dinamarca a sua maior façanha que foi aquele título em cima da Alemanha então atual campeã do mundo. Kasper Belfoed conta essa história mostrando o foco do técnico Nielsen mesmo em seu começo turbulento em frente a seleção - sobre forte crítica da imprensa, mesmo durante o torneio na Suécia. Também mostra o drama de Kin Vilfort, que ao longo do torneio, teve que se preocupar com sua filha internada com câncer . Vilfort pode fazer o último gol daquela vitória por 2x0 contra a Alemanha de Jürgen Klinsmann. Ele mostra também o conflito do técnico com Brian Laudrup, que diferente de seu irmão, voltou atrás do boicote imposto ao técnico. Vale a pena assistir? Ainda que não seja uma primazia de filme, "Verão de 92" atende aqueles fãs de futebol atrás de um bom trabalho sobre o esporte. E a história da Dinamáquina de 92 é uma baita história que vale filme. 🎥 Verão de 92 👤🎥 Kasper Belfoed 📅 2015 💻 Netflix Avaliação: 🎬🎬🎬🎬🎬🎬🎬 (7) #Netflix #Dinamáquina #KinVilfort #Eurocopa92 #JürgenKlinsmann #RichardNielsen #SeleçãoDinamarquesa
- O melhor Corinthians com jogadores da base
Janeiro já está perto do fim. É oficialmente o mês da Copa São Paulo de Futebol Júnior, este ano vencido pelo São Paulo. E ninguém manja tanto de vencer uma Copinha como o Corinthians. São nada menos que 10 títulos, 5 a mais que o Fluminense, segundo maior campeão. Nesse time que montamos não tem como não entregar braçadeira de capitão para o Rivellino, que vai deixar na cara do gol Casagrande, outro ídolo corinthiano. #Corinthians
- O melhor Criciúma com jogadores da base
Mais uma vez trazemos até vocês a seleção de um dos clubes desse nosso Brasilzão. O time da vez é o catarinense Criciúma. Como destaque, podemos ressaltar ninguém mais, ninguém menos que o meia Douglas, que fez história com os ternos de Corinthians e Grêmio. Vale também citar a promessa Mahicon Librelato que tinha tudo pra ser um dos maiores jogadores do Criciúma, né? #Criciúma









