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- Manuel Neuer: Gigante da Baviera
Hoje é dia de Liverpool x Bayern de Munique pelas oitavas de final da Liga dos Campeões e o JdT homenageará um dos principais classudos do confronto: Manuel Neuer. Ídolo do clube bávaro e da seleção alemã, é considerado por muitos o melhor em atividade na sua posição. Recém recuperado de uma lesão no polegar, o goleiro voltou aos gramados contra o Augsburg pelo Campeonato Alemão e assume a missão de defender os chutes precisos do egípcio Salah. Neuer iniciou a carreira nas categorias de base do Schalke 04 e subiu para o profissional após 10 anos de atuação. Logo no início da trajetória no time principal foi eleito o melhor goleiro do Campeonato Alemão. No clube, realizou partidas destacáveis pela Liga dos Campeões, inclusive na derrota de 2 a 0 para o Manchester United na temporada 2010/11. Pouco tempo depois foi contratado pelo poderoso Bayern de Munique. Na baviera alcançou status de ídolo e tem o nome citado entre outros grandes de sua posição: Sepp Maier, Raimond Aumann e Oliver Kahn. Não é fácil se afirmar em um clube da grandeza do Bayern de Munique , papel muito bem cumprido pelo jogador desde 2011. A hegemonia bávara no futebol nacional e internacional somada ao incontestável talento do arqueiro refletem em sua prateleira de títulos. Entre eles, a Liga dos Campeões 2012/13 e o Mundial de Clubes 2013. Seus guarda-redes favoritos são Jens Lehmann e Edwin van der Sar, o que explica o fato de Neuer ser um goleiro que não permanece o tempo todo na grande área. Assim como os ídolos é conhecido por atuar como líbero ao cobrir a subida dos zagueiros e auxiliar em jogadas ofensivas. É elogiado por seu posicionamento, velocidade e qualidade na distribuição de bola. Também jogou de terno nas categorias de base da seleção alemã . Foi titular em todas as partidas da Copa do Mundo de 2010 na África do Sul, levou apenas um gol na fase de grupos. Mesmo vendo o título parar nas mãos dos espanhóis, recebeu voto de confiança do técnico Joachim Löw e do torcedor. É impossível falar da trajetória do classudo sem citar a Copa do Mundo de 2014 , no Brasil. Além de tetracampeão mundial, Neuer foi o melhor goleiro da competição. Além disso, superou Buffon por uma diferença de 130 pontos no pódio de melhor do mundo. Quase ficou de fora da última Copa, aos 45 do segundo tempo se recuperou da lesão que o afastou de campo por sete meses. Para Lothar Matthaus, campeão mundial de 1990 e primeiro ganhador do prêmio de melhor do mundo FIFA, não manteve o mesmo ritmo após a grave lesão e deveria ser substituído por Ter-Stegen, goleiro do Barcelona. Por que joga de terno? Mesmo não estando em sua melhor fase é inquestionável a importância de Neuer para o futebol mundial. Foi agraciado com a braçadeira de capitão na Eurocopa de 2016 quando o "Deus alemão", Bastian Schweinsteiger, não jogava. Após aposentadoria do último consagrou-se capitão definitivo. Entre os bávaros a moral do classudo também é das melhores, em um elenco composto por craques como Thomas Müller e Robert Lewandowski assumiu o posto de capitão após aposentadoria de Philipp Lahm. A galeria de prêmios individuais do jogador é digna de destaque: foi eleito o melhor arqueiro do mundo pela IFFHS de 2013 a 16. Além disso, recebeu o título de melhor goleiro da Copa de 2014 pela FIFA. 👤 Manuel Peter Neuer 👶 27 de Março de 1986 🏠 Alemão 👕 Schalke 04 (ALE), Bayern de Munique (ALE) e Seleção Alemã. 🏆 (Principais) Copa da Liga Alemã 05 e Copa da Alemanha 10/11 (Schalke 04); Campeonato Alemão 12/13, 13/14, 14/15, 15/16, 16/17 e 17/18, Liga dos Campeões da UEFA 12/13, Copa da Alemanha 12/13, 13/14, 15/16, Copa do Mundo de Clubes da FIFA 13 (Bayern de Munique); Copa do Mundo 14 (Seleção Alemã). 👑 (Principais) Melhor goleiro do Campeonato Alemão 06/07, Melhor goleiro da Liga dos Campeões 07/08, Futebolista Alemão do Ano 11 e 14, Time do Ano da UEFA 13, 14 e 15, Melhor goleiro do Mundo 13, 14, 15 e 16, Onze d'or da Copa do Mundo FIFA 14 e Luva de Ouro FIFA da Copa do Mundo 14. Classômetro 👔👔👔👔👔👔👔👔👔 (9,0) 📷 Getty Images #BayernMunique #SeleçãoAlemã #CopadoMundo2010 #CopadoMundo2014 #CopadoMundo2018 #Goleiro
- Bianchini: 2 gols contra o Barcelona no Camp Nou
Um estudante de contabilidade e ajudante de padeiro, nascido na pequena cidade de Cordeiro (RJ), iria vestir o terno de importantes equipes do país. Mas isso só aconteceria quando Adhemar Bianchini de Carvalho (de pé, à esquerda da foto acima), depois de despontar na equipe amadora local. Em 1960 teve poucas oportunidades no Bangu , mas no ano seguinte já estava entre os titulares, inclusive participando de uma excursão da equipe, durante mais de 100 dias. E foi nessa ocasião que Bianchini conseguiu o feito que muito o orgulhou: mesmo derrotado pelo Barcelona , ele fez 2 dos 3 gols da equipe alvirrubra. No ano seguinte sua carreira parecia fracassar, sendo reserva na maioria dos jogos, mas atingiu a consagração em 1963, tornando-se artilheiro do Campeonato Carioca (18 gols), mesmo não sendo o cobrador oficial de pênaltis, tarefa atribuída a Parada, seu parceiro de ataque. Naquele ano a equipe destacou-se até as rodadas finais, mas terminou em 3º lugar. Juntamente com Paulo Borges, Parada e Cabralzinho, Bianchini levou o Bangu ao primeiro lugar do campeonato carioca de 1964, empatado com o Fluminense . Nas partidas de desempate, entretanto, amargou 2 derrotas, tendo que se contentar com o vice-campeonato. Nesses dois anos Bianchini despertou a atenção de outras equipes, tendo o Bangu resistido principalmente às investidas do Botafogo . Sem querer reforçar o adversário, concordou em negociar Bianchini com o América do México. Mas as artimanhas do empresário Cacildo Oses terminaram por levar Arlindo, jovem promessa do Botafogo para a equipe mexicana, iludindo a diretoria banguense e colocando Bianchini no alvinegro carioca. Mesmo com o Botafogo terminando 1965 como 4º colocado, suas boas atuações renderam o que pode ser considerado o auge de sua carreira, a convocação para 3 partidas da seleção brasileira , atuando contra Argélia, Portugal e Suécia. Só em 1966, Bianchini conseguiria seu primeiro e único título, no Torneio Rio-São Paulo, tendo voltado a formar dupla de ataque com Parada, quando o Botafogo foi considerado campeão, mas juntamente com Corinthians , Santos e Vasco. A inusitada situação de 4 campeões foi resultado do empate em pontos ganhos e da falta de datas para jogos desempate, devido à convocação da seleção brasileira para a Copa do Mundo que seria disputada na Inglaterra. Depois do título Bianchini foi vendido ao Vasco , tendo participado da única partida que Garrincha vestiu o terno cruzmaltino, num amistoso realizado em sua cidade natal, em julho de 1967, contra a seleção local, no qual anotou 3 gols. Passou discretamente pelo Atlético-MG e pelo Sport-PE , retornando ao Vasco em 1968, transferindo-se para o Flamengo no ano seguinte. Já em final de carreira, Bianchini teve rápidas passagens pelo Red Stars (França), Puebla (México) e São José-SP, encerrando sua carreira em 1971. Por que jogava de terno? Oportunismo e faro de gol, bom chute e habilidade com a bola nos pés fizeram com que Bianchini se destacasse como atacante de referência, o famoso camisa 9 de origem. Ao se despedir do Bangu, Bianchini ostentava 152 jogos disputados, nos quais atingiu a marca de 81 gols, quase colocando-se como um dos 10 maiores artilheiros do clube. 👤 Adhemar Bianchini de Carvalho 👶 28 de setembro de 1940 – Faleceu em 27 de outubro de 2005, aos 65 anos 🏠 Brasileiro 👕Bangu, Botafogo, Vasco, Sport, Atlético-MG, Flamengo, Red Stars (FRA), Puebla (MEX), São José (SP) e Seleção Brasileira. 🏆 Torneio Rio-São Paulo 66 (Botafogo) 👑Sem títulos individuais de destaque Classômetro: 👔 👔 👔 👔👔👔👔 (6,5) 📷 Revista do Esporte, nº 313, 1965 / Revista Futebol e Outros Esportes #Atacante #Bangu #Botafogo #Vasco #AtléticoMG #Flamengo #SeleçãoBrasileira
- Martín Silva: um uruguaio da Colina
Nem sempre é unânime a definição de um ídolo ou de qual jogador verdadeiramente joga de terno. Mas tem sempre aquele que é classudo porque representa algo a mais do que se pode observar em uma partida. Martín Silva é um desses. Ele foi revelado nas categorias de base do Defensor Sporting e atuou profissionalmente pela equipe uruguaia por nove anos. Foram 212 partidas, entre elas uma contra o Indepiendente pela Copa Sul-Americana. Na ocasião, foi atingido na cabeça por uma pedra atirada por torcedor rival e continuou em campo. O goleiro marcou o único gol de sua carreira pelo Olimpia, clube em que virou ídolo por protagonizar grandes defesas e atuar como líder, recebendo o apelido de Superman. E foi esse o mesmo legado que Martín Silva deixou para muitos torcedores do Vasco da Gama. Martín Silva chegou ao Vasco em 2014 como solução para equipe que amargava outra série B. Logo nos primeiros jogos, já ganhou da torcida o carinho que aumentou quando o uruguaio precisou se ausentar dos treinos para acompanhar o nascimento complicado de sua filha. Torcedores cantaram o nome dela no jogo, Martín retribuiu se mostrando ainda mais dedicado ao clube e recusando boas propostas que apareceriam depois. Nem mesmo a derrota em casa para o Avaí por 5 a 0 diminuiu a relação de confiança que estava estabelecida. O goleiro permaneceu até mesmo em outra baixa temporada, ganhou uma camisa especial nas cores uruguaias por sua participação em Copa do Mundo e ainda sagrou-se bicampeão estadual invicto. No melhor de sua passagem na equipe da Colina, podemos citar também o jogo contra o Cruzeiro na reta final do Brasileirão de 2017 que garantiu a ida para a Libertadores neste ano. E também a partida nesta mesma competição, quando o goleiro saiu da tragédia para a glória e se tornou o herói da classificação para a fase de grupos na disputa por pênaltis contra o Jorge Wilstermann. É verdade que o encerramento de sua temporada não teve tanto brilho, ainda mais se lembrarmos a partida contra o Grêmio na reta final do Brasileirão. Para muitos, sua trajetória soa como ídolo, para outros supervalorizado, mas é justo dizer que o goleiro cravou uma relação afetuosa e respeitosa em relação à torcida e ao clube, principalmente em momentos muito conturbados. Por isso, deixa as portas abertas ao seguir para o futebol paraguaio. Por que joga de terno? Martín Silva é daqueles que veste o terno com postura. Ainda que não possa ser considerado excepcional, em sua regularidade o saldo é muito mais positivo que negativo. E com a vantagem de assumir o jogo, corresponder em clássicos e liderar a equipe. É classudo do jeito que o torcedor gosta. 👤 Martín Andrés Silva Leites 👶 25 de março de 1983 🏠 Uruguaio 👕 Defensor Sporting (URU), Olimpia (PAR), Vasco da Gama (BRA) e Seleção Uruguaia 🏆 Campeonato Uruguaio 07/08 (Defensor), Paraguaio 11(Olimpia), Carioca 15/16 (Vasco); Copa América 11 (Seleção Uruguaia) 👑 Melhor Goleiro El País 13, Melhor Goleiro Carioca 14-17 Classômetro: 👔👔👔👔👔👔(6,3) 📸 Marcelo Sadio #Vasco #Goleiro #SeleçãoUruguaia
- El Muñeco Gallardo
Marcelo “Muñeco” Gallardo destacou-se como um dos jogadores mais importantes e talentosos da década de 90, Vitorioso por onde passou, colecionou títulos e conquistas com as camisas do Nacional de Montevidéu, Monaco, PSG e DC United, mas destacou-se principalmente, trajando os ternos do River Plate e da seleção argentina , conquistando títulos e glórias. O garoto fascinado por aviões e que queria ser piloto, deu os seus primeiros passos na cancha do Estrella de Maldonado, demonstrando seu dom para a pelota. Ali tinha início uma das trajetórias mais vitoriosas do futebol argentino e mundial. Chegou ao River Plate aos 12 anos e seguiu por todas as divisões inferiores até atingir a principal, assinando seu contrato aos 16 anos e integrando a equipe principal, sob os cuidados de Daniel Passarela. O River Plate que tinha Ariel Ortega e Enzo Francescoli como referências da equipe abriu espaço para Gallardo, que não tardou a se tornar titular absoluto daquele River campeão do Torneio Apertura 94. Posteriormente triunfa pela Copa Libertadores da América em 1996, atingindo o patamar de ídolo num dos momentos mais marcantes para os hinchas do River. Em 1997 os Millionarios conquistam os Torneios Apertura e Clausura 1997 e a Super Copa Argentina. Gallardo integra a equipe com um seleto grupo de jogadores de terno, alguns entre os melhores da década como Gabriel Batistuta , Hernán Crespo, Juan Pablo Sorín , Julio Cruz, Ariel Ortega, Marcelo Salas entre outros. Transfere-se em para o Monaco da França, com status de grande contratação, tornando-se ídolo rapidamente, em uma equipe que contava com nomes como Ludovic Giuly, Rafael Marquez e Christian Panucci. Sua posição cerebral na equipe e capacidade de armação, dribles e gols marcaram presença no time francês, sendo um dos responsáveis diretos pela conquista da Copa da Liga da França e a Copa da França na temporada 1999-00. Torna-se jogador da Liga Francesa do Ano. Na temporada seguinte, conquistou seu 1º título da Ligue 1 e o Troféu dos Campeões. Não teve o mesmo desempenho na terceira temporada e descontente com o treinador Didier Deschamps depois de ter ficado no banco na temporada 2000-01, decidiu por sair do Monaco no final da temporada. Para a alegria dos Millionarios, Muñeco retorna ao River e conquista o Torneio Clausura 2004, com uma equipe que contava com novas estrelas rioplatenses como Marcelo Salas, Javier Mascherano, Lucho González entre outros, sob a batuta do chileno Manuel Pellegrini. Mais uma vez marcando a sua história no River Plate , Gallardo retorna ao futebol francês e assina contrato com o Paris Saint Germain em janeiro de 2007. Integra um time de classudos com Cebolla Rodriguez, Pauleta e Mario Yepes, e conquista mais um título na carreira vencendo a Taça da Liga Francesa 2007-08. Faz uma ponte aérea França-Estados Unidos ao aceitar o desafio de jogar no DC United, time da Major League Soccer e conquista a US Open Cup 2008. Buscando a mesma atuação das equipes anteriores, Muñeco acerta com o Nacional do Uruguai em 2010. Sofre uma grave lesão no joelho direito durante a partida contra o Bella Vista e após 5 meses de recuperação, retorna aos gramados em fevereiro de 2011. Conquista o Campeonato Uruguaio 2011 e, após um caminho vitorioso, repleto de títulos, histórias e vitórias, decide encerrar a carreira como jogador aos 38 anos, dando início à função de técnico. Isso já é outra história. Por que jogava de terno? Visão de jogo, forte personalidade, Gallardo transformava um tiro livre de média distância, uma falta, praticamente em um pênalti. Meio campista e exímio armador de jogadas, possuía grande capacidade de dribles e dono de chutes cirúrgicos, dava destino à bola dentro das redes como se fosse teleguiada. Destacava-se pela técnica apurada e valentia com a qual se entregava nas pelejas, condição que o colocava em habituais embates em campo, como o episódio em que desferiu um soco em Pato Abondanzieri. A entrega e o faro para gols eram marcas presentes, sendo peça chave e indispensável nas equipes por onde jogou e pela seleção argentina, devido à sua visão de jogo e capacidade de criação. 🚹 Marcelo Daniel Gallardo 👶 18 de janeiro de 1976 🏠 Argentino 👕 River Plate, Monaco, Paris Saint Germain, DC United (EUA), Nacional de Montevidéu e Seleção Argentina 🏆 (principais) Torneio Apertura do Campeonato Argentino 93, 94, 96, 97, Clausura 97, Libertadores da América 96, Supercopa Libertadores 97 (River Plate) Ligue 1 99/00, Troféu dos Campeões 00, Copa da Liga Francesa 03 (Monaco) Copa da Liga Francesa 08 (Paris Saint-Germain) US Open Cup 08 (D.C. United) Campeonato Uruguaio 2010/11 (Nacional de Montevidéu) Medalha de Ouro nos Jogos Panamericanos de Mar del Plata 95, Campeonato Mundial de Futebol Sub-20 97 (Seleção Argentina) 👑 Jogador do Ano na França 99/00 (Monaco) Classômetro: 👔👔👔👔👔👔👔(7,2) 📷 Getty Images #RiverPlate #Meia
- Marcos Senna: Brasileiro de alma espanhola
O classudo deste artigo é um brasileiro com alma espanhola. Marcos Senna começou no Rio Branco, em 99, vestiu o terno do Corinthians e foi campeão Brasileiro e também do Mundial de 2000. No Brasil, ainda fez parte do grande time do São Caetano, vice da Libertadores, em 2002. Mas foi vestindo amarelo em outro país que este Senna fez sucesso. Com o manto do Villarreal , o jogador desfilou pelos gramados espanhóis durante 11 temporadas. Pelo submarino amarelo, foram 363 partidas e 37 gols. Por lá, Marcos Senna é considerado um ídolo, e inclusive, quando a equipe foi rebaixada ele renovou por mais um ano e subiu à elite com a equipe. A 19ª porta do estádio El Madrigal se chama “Puerta Marcos Senna”... Tem pouca moral no clube?! Marcos Senna ainda atuou pela seleção da Espanha , na Copa de 2006, na Alemanha, e tornou-se o primeiro brasileiro a defender as cores da Roja em mundiais. Em 2008, o camisa 19 foi fundamental na conquista do título da Eurocopa, e marcou definitivamente seu nome em uma das melhores seleções da Espanha, ao lado de Xavi, Iniesta e Fernando Torres. O volante ainda fez parte da seleção até 2010, mas acabou sendo cortado do time às vésperas da Copa de 2010, quando Iniesta garantiu o primeiro título Mundial da Espanha. Em 2013, o jogador foi atuar nos Estados Unidos, no New York Cosmos, time de Pelé. Na terra do Tio Sam, conquistou dois títulos nacionais, em um deles chegou a fazer o gol do título da Liga Nacional de 2013. Por que jogava de terno? Marcos Senna era aquele coadjuvante importante. Ás vezes, até imperceptível, mas ele está lá... Roubando bolas, chutando forte de fora da área, batendo falta e sempre com muita raça, dedicação e muita classe. Jogador que é ídolo do Villarreal, não largou o submarino amarelo em um momento de naufrágio da sua história e também retribuiu a confiança de Luis Aragonés, técnico da seleção que o convidou para defender as cores da Roja. 👤 Marcos Hënsmut Senna da Silva 👶 16 de Julho de 1976 🏠 Hispano-Brasileiro 👕 Rio Branco, América-SP, Corinthians, Juventude, São Caetano, Villarreal (ESP), New York Cosmos (EUA) e Seleção Espanhola 🏆Campeonato Brasileiro 99, Mundial interclubes 00 (Corinthians), Copa Intertoto 03 e 04 (Villarreal), Liga Norte-Americana 13 e 15 (Cosmos) e Eurocopa 08 (Espanha) 👑 Sem títulos individuais Classômetro: 👔👔👔👔👔👔👔 (6,7) 📷 Reprodução/ Zimbio
- Vanderlei Paiva: O carregador de piano
Aplicada a um jogador de futebol, a expressão "carregador de piano" significa alguém que “carrega o time nas costas”. Fazendo o trabalho mais pesado, correndo muito e sendo o encarregado de tomar a bola do adversário para que os verdadeiramente talentosos possam criar as jogadas ofensivas de sua equipe. Em outras palavras, sacrifica-se e é pouco valorizado pela crítica, embora, geralmente, garanta um lugar no coração dos torcedores por sua entrega, dedicação e raça. Vanderlei Paiva, classudo deste artigo, foi um dos muitos rotulados assim, embora tenha demonstrado outras qualidades normalmente não associadas aos carregadores de piano. Natural de Três Corações (MG), Vanderlei iniciou sua carreira no Atlético Clube local, aos 17 anos e, 3 anos depois foi comprado pelo Atlético-MG , depois de recusar uma oferta para atuar no futebol carioca. Aos poucos conquistou a confiança dos treinadores e da torcida, embora sua equipe ficasse ofuscada pelo time do Cruzeiro pós-Mineirão. Mas com a chegada de Telê Santana, e já titular absoluto, o volante ajudou a interromper a sequência de 5 títulos consecutivos do arquirrival, tornando-se campeão mineiro em 1970. Nessa ocasião, Vanderlei Paiva já começava a expandir o conceito de carregador de piano, tendo contribuído com 4 gols na campanha quase irretocável do Atlético (20 vitórias, 1 empate e apenas 1 derrota). O auge da carreira seria atingido em 1971, quando o Atlético conquistou o título brasileiro, ganhando a Bola de Prata como melhor volante do campeonato. Ao longo de 10 anos Vanderlei Paiva vestiu o terno do Galo Mineiro e, em 1975, integrou o elenco da seleção brasileira , eliminada na semifinal da Copa América, pelo bizarro critério de cara-ou coroa, depois de uma vitória e uma derrota para o Peru. Com passagem apagada pelo América-MG, Vanderlei Paiva foi contratado pela Ponte Preta , em 1976, destacando-se na equipe que quase destronou o Corinthians no campeonato paulista do ano seguinte. Sua carreira como jogador foi encerrada em 1981, no Comercial de Ribeirão Preto. Como treinador, foi campeão paulista júnior em 1981 (Ponte Preta) e campeão goiano de 2004, com o modesto CRAC, de Catalão/GO. Por que jogava de Terno? Garra, disposição e regularidade são adjetivos que definem o guerreiro volante , mas com qualidades que extrapolavam o rótulo de carregador de piano. Ainda é o 2º jogador que mais atuou com o terno do Atlético (só perde para o ex-goleiro João Leite), tendo disputado 559 jogos e marcado 32 gols. 👤 Vanderlei Paiva Monteiro 👶 07 de abril de 1946 🏠 Brasileiro 👕 Atlético Clube (Três Corações/MG), Atlético-MG, América-MG, Ponte Preta, Palmeiras, Londrina, Comercial-SP e Seleção Brasileira. 🏆 (Principal) Brasileiro 71 (Atlético-MG). 👑 Bola de Prata 71 (Atlético-MG) Classômetro: 👔 👔 👔 👔 👔 👔 (5,8) 📷 André Fidusi
- Edmílson: O volante de bicicleta
Nascido e criado na cidade de Taquaritinga, interior de São Paulo, o classudo deste artigo do Joga de Terno, largou a colheita de laranjas com a família, para realizar seu maior sonho: tornar-se um jogador de futebol. Edmílson José Gomes de Moraes, ou simplesmente Edmílson, ficou marcado na história do futebol brasileiro e é lembrado até hoje pelo belo gol de bicicleta contra a Costa Rica na Copa de 2002 . Edmílson iniciou sua carreira pelo singelo Esporte Clube XV de Novembro da cidade de Jaú, onde aprendeu a jogar nas posições de volante e zagueiro . Desde cedo foi acostumado a vestir uma camisa verde e amarela, visto que o Galo da Comarca, apelido carinhoso do “Quinze de Jaú”, homenageia a bandeira do Brasil em seu manto. A tranquilidade e a qualidade no toque de bola chamaram a atenção do São Paulo e em 1995, Edmílson se transferiu para viver a vida na capital. Pelo Tricolor do Morumbi, o volante atuou por cinco anos e conquistou dois Campeonatos Paulistas e a Copa Master da Conmebol no ano de 1996, um torneio disputado pelos últimos quatro campeões da Copa Conmebol na época, em que o São Paulo derrotou o Atlético Mineiro, na final, por 3 a 0. Com o destaque obtido, no ano de 2000, Edmílson trocou o calor brasileiro pelo frio francês. Em sua primeira temporada vestindo o terno do Lyon , conquistou a Taça da Liga Francesa, como cartão de visitas, e daí pra frente à carreira decolou. Na temporada seguinte Juninho Pernambucano chegou à equipe e juntos ganharam três Campeonatos Franceses seguidos e um troféu dos campeões, que é disputado pelo clube campeão da liga contra o time campeão da Copa da França. Em julho de 2004, Edmílson assinou contrato com o Barcelona , estreando pela equipe Catalã em Setembro do mesmo ano. Já acostumado com as vitórias, o volante terminou a temporada com o título do Campeonato Espanhol, entretanto, se lesionou numa partida contra o Numancia no Camp Nou e teve que ficar um tempo fora dos gramados. Na Temporada seguinte, voltou a integrar a equipe de Frank Rijkaard e, ao lado de Ronaldinho Gaúcho, Deco e Belleti, conquistaram o Campeonato Espanhol e a Liga dos Campeões. Edmílson conquistou ainda uma Supercopa da Espanha e na temporada 07/08 aos 32 anos, deixou o Barcelona. Nos anos que se seguiram, Edmílson não teve muito destaque, passando por Villarreal, Palmeiras, Zaragoza e Ceará, o volante permaneceu por apenas uma temporada em cada clube e se aposentou pelo Ceará no ano de 2011. Pela Seleção Brasileira Edmílson estreou em 18 de julho de 2000 em um amistoso que o Brasil foi derrotado pelo Paraguai. De 2000 a 2007, ano que se despediu da amarelinha, o volante disputou 40 jogos e marcou dois gols, um deles, foi uma linda bicicleta contra a Seleção da Costa Rica pela fase de grupos da Copa do Mundo da FIFA em 2002, nessa Copa Edmílson esteve em 6 dos 7 jogos feitos pelo Brasil, conquistando o Pentacampeonato Canarinho. Por que jogava de Terno? Edmílson ficou marcado por ser um jogador versátil, podendo atuar como zagueiro e volante. Seu equilíbrio e paciência em campo eram invejáveis, assim como a qualidade de seus passes e saídas de bola. Seu comprometimento e profissionalismo vão além das quatro linhas, Edmílson foi Vice-Presidente do Comitê de Reformas da CBF e atualmente é Embaixador Mundial das escolinhas de futebol do Barcelona, atleta das “Lendas do Barcelona” equipe master do Clube, CEO da Five Soccer Agência e Presidente de sua própria entidade social a Fundação Edmílson, com sede na cidade de Taquaritinga. Edmílson também acompanha de perto os clubes em que jogou com a meta de tornar-se Técnico de Futebol e desenvolveu, junto com o treinador Eduardo Andriatti, uma metodologia de ensino do esporte, a “Futebol Brazil System”. 👤 Edmílson José Gomes de Moraes 👶 10 de julho de 1976 🏠 Brasileiro 👕 XV de Jaú (BRA), São Paulo (BRA), Lyon (FRA), Barcelona (ESP), Villarreal (ESP), Palmeiras (BRA), Real Zaragoza (ESP), Ceará (BRA) e Seleção Brasileira. 🏆 (Principais) Campeonato Francês 01/02, 02/03 e 03/04 (Lyon); Campeonato Espanhol 04/05 e 05/06, Liga dos Campeões 05/06 (Barcelona); Copa do Mundo da FIFA 02 (Seleção Brasileira). 👑 Não possui títulos individuais. Classômetro: 👔 👔 👔 👔 👔 👔 (7,5) 📷 Getty Images
- O pirata Barcos
Esta postagem é feita para, de certa forma, homenagear o maior campeão da Copa do Brasil. Para isto, decidimos escrever sobre um dos jogadores do elenco cruzeirense que teve certo destaque na reta final da competição. Como o Joga de Terno se restringe a escrever somente sobre jogadores com mais de 30 anos, salvo raras exceções, e como Fábio, Dedé, Henrique, Rafael Sóbis, Thiago Neves, Fred e até o professor Mano Menezes já passaram por aqui, o classudo escolhido, mas não menos merecedor de estar aqui, foi Hernán Barcos. Barcos chegou recentemente ao elenco mineiro com a missão de suprir a ausência de um camisa 9 no elenco. Após três meses vestindo o terno azul, conquistou o título de campeão da Copa do Brasil desempenhando papel fundamental na reta final da competição. Enfrentando o Palmeiras (seu primeiro clube no Brasil) pelas semifinais, Barcos teve participação efetiva ao classificar o Cruzeiro para a final, ao marcar gol no jogo de ida e de volta. Na final contra o Corinthians, Mesmo não tendo feito gol, foi de Barcos o chute na trave que resultou no gol de Robinho no segundo jogo da final. Apesar de vestir o verde do Palmeiras e também ter conquistado uma Copa do Brasil pelo clube paulista, parece que o Pirata se sente bem mesmo é com a cor azul. Usando o terno tricolor do Grêmio , apesar de não ter participado das conquistas recentes do grupo, Barcos conseguiu conquistar seu espaço na história gremista. Por lá, o atacante é um dos ídolos recentes da equipe. Liderou o Grêmio em boas campanhas pelo Brasileirão e também pela Copa do Brasil, é o maior artilheiro estrangeiro do Grêmio com 45 gols e, por um bom tempo, foi o maior artilheiro da Nova Arena do Grêmio, com 28 gols. Marca superada somente por Luan e Everton (36 e 29 gols, respectivamente) recentemente. Antes de voltar ao Brasil para defender o Cruzeiro, não era difícil encontrar alguma declaração do Pirata exaltando a torcida pelo tricolor gaúcho, clube que de acordo com o jogador, carregará em seu coração para sempre. Por toda sua dedicação em campo, liderança e também gols, Barcos adquiriu o respeito do gremista. O caso mais conhecido é o da Piratinha Gabrieli que venceu a leucemia e ficou conhecida no hospital por sempre exaltar o Pirata e imitar o gesto que se tornou marca registrada do artilheiro. Por que joga de terno? Barcos é artilheiro. O clássico camisa 9 com faro de gol. Sabe se virar muito bem com as pernas e também é perigoso no jogo aéreo. Em alguns períodos da carreira foi contestado pela seca de gols, mas não demora muito para voltar a balançar as redes. 👤 Hernán Barcos 👶 11 de abril de 1984 🏠 Argentino 👕 Racing (ARG), Guaraní (PAR), Olmedo (ECU), Estrela Vermelha (SER), Huracán (ARG), Shanghaï Shenhua, Shenzhen Ruby (CHI), LDU (ECU), Palmeiras, Grêmio, Tanjin Teda (CHI), Sporting (PORT), Vélez Sarsfield (ARG), Cruzeiro e Seleção Argentina. 🏆 (principais): Copa da Sérvia 07 e Campeonato Sérvio 07 (Estrela Vermelha), Campeonato Equatoriano 10 (LDU), Copa do Brasil 12 (Palmeiras) e Copa do Brasil 18 (Cruzeiro). 👑 Chuteira de Ouro da Revista Placar 14 Classômetro: 👔👔👔👔👔👔 (6,3) 📷 Lucas Uebel
- Hélton: O guardião do dragão
Goleiro , brasileiro, nascido em São Gonçalo. Porém, português, um apaixonado pela cidade do Porto e ídolo do Estádio do Dragão. O Joga de Terno conta neste artigo a história de Hélton da Silva Arruda, marcado pelas belíssimas passagens pelo Vasco da Gama e pelo Porto. O guarda redes mistura o que tem de melhor nas culturas portuguesa e brasileira e ajuda a levar o samba por onde passa com o grupo Uzôme. Desde as peladas de menino, Hélton sabia que o seu dom era defender a meta dos jogadores. Depois de tentar diversas “peneiras” nos clubes do Rio de Janeiro, conseguiu uma oportunidade de jogar nas categorias de base do Flamengo. Contudo, além das dificuldades financeiras de sair de São Gonçalo para treinar no Ninho do Urubu, o jovem Hélton, por conta de uma brincadeira de criança, caiu de um pé de jamelão, resultando em um coágulo na cabeça, impedindo-o de jogar futebol por um ano. Recuperado da lesão, o goleiro conseguiu uma oportunidade no São Cristóvão, clube em que Ronaldo Fenômeno deu os seus primeiros passos. Depois de uma bela atuação em uma partida contra o Vasco da Gama , foi aconselhado a passar por um teste na colina. Aprovado, aos doze anos de idade, o goleiro encantou. Hélton foi promovido à equipe profissional e conseguiu uma chance, quando o então titular Carlos Germano passou por problemas contratuais. A ocasião? Mundial Interclubes de 2000. Apesar do vice campeonato do Vasco na competição, Hélton teve ótimas atuações, o que lhe rendeu a titularidade. Pelo Vasco, Hélton conquistou o lendário título da Mercosul em 2000 e o Campeonato Brasileiro no mesmo ano. Em 2001 ficou marcado por levar o belíssimo gol de falta de Petkovic aos 43 do segundo tempo na final do Campeonato Carioca. Em 2002, depois de passar pelo mesmo problema contratual que tirou Carlos Germano do Vasco em 2000, Hélton acabou transferindo-se para o União Leiria de Portugal. O goleiro atuou pelo União Leiria até o ano de 2005. Mesmo sem conquistar títulos, chamou a atenção do Porto , que acabou por concretizar a sua contratação. Pelo Porto Hélton tornou-se ídolo. Com sete Campeonatos Portugueses, quatro Taças de Portugal, seis Supertaças Portuguesas e uma conquista da Liga Europa, o goleiro que ostentava ainda a braçadeira de capitão, atingiu a marca de 334 jogos pela equipe. Em 28 de Junho de 2016, os torcedores do Porto despediram-se do seu ídolo. Pela Seleção Brasileira , Hélton foi convocado pela primeira vez em 2000 para a disputa das olimpíadas, sob o comando de Vanderlei Luxemburgo. A campanha não foi das melhores e o Brasil não participou do pódio. Hélton participou ainda da campanha campeã da Copa América de 2007, entretanto, não saiu do banco. Sua última convocação veio em 2009, nas eliminatória da Copa de 2010, mas novamente não atuou. Por que jogava de Terno? Ídolo no Vasco da Gama e no Porto, Hélton era um goleiro ágil com ótimo reflexo e dono de defesas difíceis, saindo sempre bem nas fotos. Passava tranquilidade à frente das redes e foi sempre elogiado nos clubes em que passou. Mesmo não tendo evitado o gol de Petkovic em 2001, Hélton acabou por não ser criticado no lance, tendo Pet recebido todos os méritos por ter colocado uma bola impossível “onde a coruja dorme” em pleno Maracanã lotado. O goleiro vai ser para sempre lembrado como o guardião do Estádio do Dragão. 👤 Hélton da Silva Arruda 👶 18 de Maio de 1978 🏠 Brasileiro/Português 👕 Vasco da Gama (BRA), União de Leiria (POR), Porto (POR) e Seleção Brasileira. 🏆 (Principais) Campeonato Brasileiro 00, Copa Mercosul 00 (Vasco da Gama); Campeonato Português 05/06, 06/07, 07/08, 08/09, 10/11, 11/12 e 12/13, Taça de Portugal 05/06, 08/09, 09/10 e 10/11, Liga Europa 10/11 (Porto); Copa América 07 (Seleção Brasileira). 👑 Sem títulos individuais de destaque. Classômetro: 👔 👔 👔 👔 👔 👔 (6,8) 📷 Getty Images
- Vidic: O Tenaz
Famoso zagueiro raiz e classudo por natureza, Nemanja Vidić, não mede esforços no quesito raça e determinação dentro das quatros linhas. Vestindo o terno de número 15, Vidić começou a desbravar o mundo do futebol antes mesmo de completar 15 anos de idade. Contratado pelo Estrela Vermelha - principal time da Sérvia, seu país natal- o zagueiro foi fundamental para a conquista do último ano da Copa Iugoslávia (2002). Ano em que a Iugoslávia passara a ser chamada de Sérvia e Montenegro. Logo após grande desempenho no campeonato sérvio, Vidić chamou a atenção de outros times da Europa e no ano de 2004 foi contratado pelo Spartak Moscou, onde ficou por duas temporadas e jogou apenas 39 jogos. Apesar de uma apagada aparição no Spartak, o classudo de hoje foi vendido ao Manchester United , onde ficou conhecido mundialmente por fazer uma dupla -quase tão perfeita quanto Romário e Bebeto. Com o zagueiro Rio Ferdinand, Vidic deu aos Red Devils uma das melhores bases defensivas e na temporada 07/08, a equipe de Sir Alex Ferguson papou todos os títulos que disputou, com exceção da Copa da Inglaterra. Naquele ano com elenco de esbanjar inveja aos principais rivais ingleses, o Manchester conquistou a Liga dos Campeões da UEFA e se sagrou campeão do mundo. Após nove brilhantes temporadas nos Reds e quase no fim de sua carreira, o zagueiro foi negociado a Inter de Milão , chegando como grande campeão e para liderar a equipe que na época não vinha de boas atuações no principal campeonato do país. E em 2016, seguido de uma sequência de contusões, que afetaram consequentemente sua vida nos gramados, Vidić pendurou suas chuteiras. Por que joga de terno? Zagueiro padronizado, de boa estatura e muito forte. Nunca lhe faltou raça e vontade de vencer, conquistou tudo que um jogador sonha e é um líder nato. Famoso xerifão da linha defensiva. 👤 Nemanja Vidić 👶 21 de outubro de 1981 🏠 Sérvio 👕 Estrela Vermelha, Spartak Moscou, Manchester United e Internazionale 🏆 Copa da Iugoslávia 01/02 (Estrela Vermelha); Campeonato Inglês 06/07, 07/08, 08/09, 10/11, 12/13; Copa da Liga Inglesa 05/06, 08/09, 09/10; Liga dos Campeões da UEFA 07/08 e Mundial de Clubes da FIFA 08 (Manchester United) 👑 Jogador sérvio do ano 05 (Spartak Moscou), Jogador sérvio do ano 08 (Manchester United); Equipe do ano da PFA 06/07, 07/08, 08/09 (Manchester United); Seleção da Temporada da FIFA 11 (Manchester United); Classômetro 👔👔👔👔👔👔 (6,9) 📷 Austin Ousuide









